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	<title>Comentários em: CHAMADA PARA ARTIGOS &#8211; Revista APAD 3</title>
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	<description>Associação Portuguesa de Argumentistas e Dramaturgos</description>
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		<title>By: Jorge Arada</title>
		<link>http://argumentistas.org/2009/04/chamada-para-artigos-revista-apad-3/comment-page-1/#comment-388</link>
		<dc:creator>Jorge Arada</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2009 20:42:32 +0000</pubDate>
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		<description>Caros SRs:

Admito que possa estar errado mas quando eu crio algo as ideias surgem e não partem a partir de algo já existente é original. Além  e também na minha opinião  o meio faz o Homem e o Homem faz o meio e nesta actividade devemos de ficcionar a realidade e assim dizer algo com que as pessoas conheçam,lhes digam algo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caros SRs:</p>
<p>Admito que possa estar errado mas quando eu crio algo as ideias surgem e não partem a partir de algo já existente é original. Além  e também na minha opinião  o meio faz o Homem e o Homem faz o meio e nesta actividade devemos de ficcionar a realidade e assim dizer algo com que as pessoas conheçam,lhes digam algo.</p>
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		<title>By: Rui Madureira</title>
		<link>http://argumentistas.org/2009/04/chamada-para-artigos-revista-apad-3/comment-page-1/#comment-387</link>
		<dc:creator>Rui Madureira</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2009 16:25:53 +0000</pubDate>
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		<description>A luta incessante entre os argumentos originais e adaptados leva sempre a uma questão: qual o mais difícil ou exigente? A resposta é simples: ambos são exigentes mas de formas diferentes. Por um lado, o argumento original obriga-nos a recorrer às nossas próprias referências pessoais e experiências de vida para criar algo que não existe e que é exclusivamente nosso. Por outro lado, na escrita de um argumento baseado numa qualquer obra, a matéria-prima é-nos fornecida e temos apenas de encontrar a melhor forma de a adaptar. Isto pode parecer mais fácil mal não é. Ao adaptarmos algo temos de ser capazes de discernir sobre aquilo que realmente importa para o filme que queremos fazer, transformar a linguagem literária numa linguagem cinematográfica e acima de tudo sermos capazes de ser originais mantendo o espirito de fidelidade para com a obra inicial. Os dois tipos de argumento são complicados e exigem reflexão. Apenas são trabalhados de forma diferente, segundo leis e processos diferenciados.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A luta incessante entre os argumentos originais e adaptados leva sempre a uma questão: qual o mais difícil ou exigente? A resposta é simples: ambos são exigentes mas de formas diferentes. Por um lado, o argumento original obriga-nos a recorrer às nossas próprias referências pessoais e experiências de vida para criar algo que não existe e que é exclusivamente nosso. Por outro lado, na escrita de um argumento baseado numa qualquer obra, a matéria-prima é-nos fornecida e temos apenas de encontrar a melhor forma de a adaptar. Isto pode parecer mais fácil mal não é. Ao adaptarmos algo temos de ser capazes de discernir sobre aquilo que realmente importa para o filme que queremos fazer, transformar a linguagem literária numa linguagem cinematográfica e acima de tudo sermos capazes de ser originais mantendo o espirito de fidelidade para com a obra inicial. Os dois tipos de argumento são complicados e exigem reflexão. Apenas são trabalhados de forma diferente, segundo leis e processos diferenciados.</p>
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		<title>By: Daniel Ribas</title>
		<link>http://argumentistas.org/2009/04/chamada-para-artigos-revista-apad-3/comment-page-1/#comment-385</link>
		<dc:creator>Daniel Ribas</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2009 15:19:29 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Jorge Arada,
Obrigado pela opinião.
Contudo, não concordo consigo: a originalidade é uma falsa questão. Ninguém escreve do nada. Todos os trabalhos nascem das referências que vimos até então. A sua influência não é notória, é subtil, mas de importância fundamental. Pense em Hitchcock: muitos dos seus filmes são baseados em obras literárias e não é por isso que os seus filmes não são originais.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Jorge Arada,<br />
Obrigado pela opinião.<br />
Contudo, não concordo consigo: a originalidade é uma falsa questão. Ninguém escreve do nada. Todos os trabalhos nascem das referências que vimos até então. A sua influência não é notória, é subtil, mas de importância fundamental. Pense em Hitchcock: muitos dos seus filmes são baseados em obras literárias e não é por isso que os seus filmes não são originais.</p>
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		<title>By: jorge arada</title>
		<link>http://argumentistas.org/2009/04/chamada-para-artigos-revista-apad-3/comment-page-1/#comment-384</link>
		<dc:creator>jorge arada</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2009 13:38:30 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://argumentistas.org/?p=639#comment-384</guid>
		<description>Na minha opinião o mais dificíl é criar algo, ser original, ter uma fokha de papel e criar algo que nunca ninguém fez e tudo o que vier a seguir é tudo cópia. Ser original é ser difrente é ser-se inteligente e faze coisas novas.Podemos ler, observar, etc outros trabalhos e daí surgir novas &quot;ideias&quot; mas o que conta e ser original.Ess é a maior virtude de uma pessoa,fazer algo de novo, tudo o que vier a seguir é cópia.Além disso as pessoas que são pioneiras ficam na história os outrs são mais do mesmo.
Sugiro que vejam a pág:CASTINGSTARS
Ontem lí no jornal Correio Da manhão que o vai haver um encontro para explicar como fazer trabalhos de baixo custo, tenho vários e a RTP E TVI Têm vários.Bons trabalhos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Na minha opinião o mais dificíl é criar algo, ser original, ter uma fokha de papel e criar algo que nunca ninguém fez e tudo o que vier a seguir é tudo cópia. Ser original é ser difrente é ser-se inteligente e faze coisas novas.Podemos ler, observar, etc outros trabalhos e daí surgir novas &#8220;ideias&#8221; mas o que conta e ser original.Ess é a maior virtude de uma pessoa,fazer algo de novo, tudo o que vier a seguir é cópia.Além disso as pessoas que são pioneiras ficam na história os outrs são mais do mesmo.<br />
Sugiro que vejam a pág:CASTINGSTARS<br />
Ontem lí no jornal Correio Da manhão que o vai haver um encontro para explicar como fazer trabalhos de baixo custo, tenho vários e a RTP E TVI Têm vários.Bons trabalhos.</p>
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