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	<title>argumentistas.orgargumentistas.org | argumentistas.org</title>
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	<description>Associação Portuguesa de Argumentistas e Dramaturgos</description>
	<lastBuildDate>Thu, 22 Dec 2011 10:03:09 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Site Trabalhadores Independentes</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Dec 2011 10:03:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Ribas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Associados]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Oportunidades]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Do site &#34;Trabalhadores Independentes &#8211; rede de divulga&#231;&#227;o para freelancers, profissionais liberais e microempresas&#34; recebemos a seguinte informa&#231;&#227;o:</p>
<p><em>O Portal Trabalhadores Independentes &#233; um novo recurso de divulga&#231;&#227;o de servi&#231;os na Internet para freelancers, profissionais liberais e microempresas que pretendem angariar trabalho e para empresas e particulares que procuram prestadores de servi&#231;os.</p>
<p>	O portal cobre uma vasta gama de profiss&#245;es organizadas em categorias, tendo cada uma delas uma p&#225;gina e um mapa de Portugal dedicados. Gra&#231;as a um sistema de georreferencia&#231;&#227;o, cada profissional &#233; apontado no mapa da sua profiss&#227;o, o que permite a quem visita o site encontrar um prestador de servi&#231;os o mais pr&#243;ximo poss&#237;vel de si.<br />
	</em></p>
<p><a href="http://argumentistas.org/2011/12/site-trabalhadores-independentes/" class="more-link">Read more on Site Trabalhadores Independentes&#8230;</a></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Do site &quot;Trabalhadores Independentes &#8211; rede de divulga&ccedil;&atilde;o para freelancers, profissionais liberais e microempresas&quot; recebemos a seguinte informa&ccedil;&atilde;o:</p>
<p><em>O Portal Trabalhadores Independentes &eacute; um novo recurso de divulga&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os na Internet para freelancers, profissionais liberais e microempresas que pretendem angariar trabalho e para empresas e particulares que procuram prestadores de servi&ccedil;os.</p>
<p>	O portal cobre uma vasta gama de profiss&otilde;es organizadas em categorias, tendo cada uma delas uma p&aacute;gina e um mapa de Portugal dedicados. Gra&ccedil;as a um sistema de georreferencia&ccedil;&atilde;o, cada profissional &eacute; apontado no mapa da sua profiss&atilde;o, o que permite a quem visita o site encontrar um prestador de servi&ccedil;os o mais pr&oacute;ximo poss&iacute;vel de si.<br />
	</em></p>
<p><em>A partir dos marcadores existentes nos mapas, os utilizadores do Trabalhadores Independentes t&ecirc;m acesso ao perfil de cada profissional, e nele podem encontrar informa&ccedil;&atilde;o curricular, exemplos de trabalhos feitos, fotos, v&iacute;deos, redes sociais, etc.</p>
<p>	O contacto com os profissionais pode ser feito de forma individual ou a toda uma categoria profissional, atrav&eacute;s de um formul&aacute;rio de contacto particular ou de um sistema de ofertas de trabalho publicadas na p&aacute;gina da profiss&atilde;o, enviadas por email e partilhadas atrav&eacute;s do Twitter.</p>
<p>	Convictos de que esta nova ferramenta &eacute; do interesse dos vossos associados, vimos solicitar a divulga&ccedil;&atilde;o junto dos mesmos (&#8230;).</em><em><br />
	</em></p>
<p>+info em: <a href="http://www.trabalhadoresindependentes.com/">http://www.trabalhadoresindependentes.com/</a></p>
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		<title>Ken Dancyger no Porto</title>
		<link>http://argumentistas.org/2011/11/ken-dancyger-no-porto/</link>
		<comments>http://argumentistas.org/2011/11/ken-dancyger-no-porto/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 08 Nov 2011 13:18:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Ribas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Formação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><b>Ken Dancyger</b> &#233; um dos mais importantes professores de argumento e tem efetuado workshops um pouco por todo o mundo. &#201; o autor de dois manuais muito utilizados nas escolas de cinema &#8211; &#8220;Writing the Short Film&#8221; ou &#8220;Alternative Scriptwriting: Successfully breaking the Rules&#8221; &#8211; e d&#225; aulas na prestigiada Tisch School of Arts da New York University.</p>
<p><a href="http://argumentistas.org/2011/11/ken-dancyger-no-porto/" class="more-link">Read more on Ken Dancyger no Porto&#8230;</a></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><b>Ken Dancyger</b> &eacute; um dos mais importantes professores de argumento e tem efetuado workshops um pouco por todo o mundo. &Eacute; o autor de dois manuais muito utilizados nas escolas de cinema &#8211; &ldquo;Writing the Short Film&rdquo; ou &ldquo;Alternative Scriptwriting: Successfully breaking the Rules&rdquo; &#8211; e d&aacute; aulas na prestigiada Tisch School of Arts da New York University.</p>
<p>Dancyger estar&aacute; em Portugal, na programa&ccedil;&atilde;o do Campus, para uma <b>Masterclass sobre Curtas-Metragens</b> (Porto, Universidade Cat&oacute;lica Portuguesa, 18 de Novembro, entrada livre) e um <b>Workshop de Escrita de Argumento</b> &quot;Idea Development to Treatment&quot; (Vila do Conde, Centro de Mem&oacute;ria, 18-20 de Novembro). <b></p>
<p>	</b>O <b>Campus</b> &eacute; um programa de educa&ccedil;&atilde;o, forma&ccedil;&atilde;o e profissionaliza&ccedil;&atilde;o na &aacute;rea do cinema e audiovisual e &eacute; dirigida a estudantes do Ensino Superior. Inclui produ&ccedil;&atilde;o de filmes e um conjunto de a&ccedil;&otilde;es formativas (workshops e masterclasses) com formadores internacionais. O Campus est&aacute; integrado na programa&ccedil;&atilde;o do Estaleiro, uma iniciativa da equipa do Curtas Vila do Conde. (+info em <a href="http://estaleiro.curtas.pt/" target="_blank">http://estaleiro.curtas.pt/</a>). Ainda em Novembro decorrer&aacute; uma masterclasse com o realizador portugu&ecirc;s Jo&atilde;o Canijo.</p>
<p>	<b><br style="font-weight:normal" /><br />
	<span style="font-weight:normal">-:-</span><br style="font-weight:normal" /><br />
	<br />
	</b><b>Masterclasse : 18 de Novembro : 10h-12h</b><br />
	Escola das Artes da Universidade Cat&oacute;lica Portuguesa : Audit&oacute;rio A4<br />
	<u>Entrada gratuita</u></p>
<p>	The short film form is distinct and quite different in structure and character from the long or feature film.&nbsp; How do they differ?&nbsp; What are the primary narrative characteristics of the short film? Focusing on premise, character population, character arc and the structure, we will look at two plot-oriented short films (films with a resolution and more straight-forward characters). We will look at these two films by a single filmmaker so that we can also begin to assess &ldquo;the voice&rdquo; of the writer/filmmaker.&nbsp; What is the voice of the writer/filmmaker and how does if influence the narrative? The two films are by Anthony Green &ndash; &ldquo;Pigeon&rdquo; (12 minutes) and &ldquo;Screening&rdquo;&nbsp; (16 minutes).</p>
<p>	Evento FB: <a href="http://on.fb.me/tyoQGr" target="_blank">http://on.fb.me/tyoQGr</a></p>
<p>	(Masterclasse realizada em parceria com o curso de Som e Imagem da Escola das Artes da Universidade Cat&oacute;lica Portuguesa)</p>
<p>	-:-<br />
	<b>Workshop : 18-20 de Novembro : Centro de Mem&oacute;ria, Vila do Conde</b><br />
	(Sexta: 14h30-17h30; S&aacute;bado e Domingo: 10h-13h + 14h30-17h30)</p>
<p>	<u>Inscri&ccedil;&otilde;es abertas</u> atrav&eacute;s do email <a href="mailto:campus@curtas.pt" target="_blank">campus@curtas.pt</a>, com envio tamb&eacute;m do CV, at&eacute; ao dia 13 de Novembro. O custo da inscri&ccedil;&atilde;o &eacute; de 35 Euros (os participantes escolhidos ser&atilde;o avisados no dia 14 de Novembro).</p>
<p>	<i>Idea Development to Treatment</i><br />
	There will be 5 goals in this workshop. We will spend approximately &frac12; day with each goal.<br />
	1. Pitching an idea<br />
	2. Developing the idea via a premise<br />
	3. Finding a structure<br />
	4. Finding a character population.<br />
	5. Your voice</p>
<p>	Evento FB: <a href="http://on.fb.me/ueOrjH" target="_blank">http://on.fb.me/ueOrjH</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Richard Raskin &#8211; Masterclasse e Sessão de Pitching, no Porto</title>
		<link>http://argumentistas.org/2011/10/richard-raskin-masterclasse-e-sessao-de-pitching-no-porto/</link>
		<comments>http://argumentistas.org/2011/10/richard-raskin-masterclasse-e-sessao-de-pitching-no-porto/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 24 Oct 2011 13:32:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Ribas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Formação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[masterclasse]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://argumentistas.org/?p=1045</guid>
		<description><![CDATA[<p>No pr&#243;ximo dia 4 de Novembro iniciam-se as masterclasses e workshops internacionais do Estaleiro/Campus (<a href="http://estaleiro.curtas.pt/" target="_blank">http://estaleiro.curtas.pt</a>), com a vinda do prof. <b>Richard Raskin</b>, especialista internacional em <b><i>story design</i> de curtas-metragens</b>. Para al&#233;m da masterclass, na parte da manh&#227; (Biblioteca Almeida Garrett, Porto), Raskin far&#225; uma sess&#227;o de <i>pitching</i> com seis projetos. O envio de propostas para participar nesta sess&#227;o de <i>pitching </i>decorre at&#233; 29 de Outubro (+info neste email) e est&#225; direcionado para jovens argumentistas/realizadores que queiram testar os seus projetos. Ambas atividades s&#227;o gratuitas</p>
<div>
	Durante o m&#234;s de Novembro est&#227;o j&#225; previstas mais duas actividades: um workshops sobre escrita de argumento com Ken Dancyger, um reputado professor da New York University (18-20 Novembro; informa&#231;&#245;es detalhadas em breve); e uma masterclasse de realiza&#231;&#227;o com Jo&#227;o Canijo (final de Novembro, em data a anunciar).<br />
	<b></p>
<p>	Masterclass &#8220;Story Design in the Short Fiction Film&#8221;</b><br />
	Richard Raskin</div>
<div>4 de Novembro : 10h-11h30 : Porto : Biblioteca Municipal Almeida Garrett (em colabora&#231;&#227;o com Departamento de Artes da Imagem da ESMAE) : ENTRADA GRATUITA </div>
<div><i>The purpose of this talk is to propose a non-formulaic model that can be used as a set of guidelines during script development for short fiction films. Unlike sequential models, which focus on a series of steps a story is presumed to pass through as it unfolds, the present approach is based on the view that short film storytelling can best be described in terms of opposing properties that balance one another in a dynamic interplay. Seven forms of interplay or balance will be proposed, each illustrated by a short film.</i> </div>
<p><a href="http://argumentistas.org/2011/10/richard-raskin-masterclasse-e-sessao-de-pitching-no-porto/" class="more-link">Read more on Richard Raskin &#8211; Masterclasse e Sessão de Pitching, no Porto&#8230;</a></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No pr&oacute;ximo dia 4 de Novembro iniciam-se as masterclasses e workshops internacionais do Estaleiro/Campus (<a href="http://estaleiro.curtas.pt/" target="_blank">http://estaleiro.curtas.pt</a>), com a vinda do prof. <b>Richard Raskin</b>, especialista internacional em <b><i>story design</i> de curtas-metragens</b>. Para al&eacute;m da masterclass, na parte da manh&atilde; (Biblioteca Almeida Garrett, Porto), Raskin far&aacute; uma sess&atilde;o de <i>pitching</i> com seis projetos. O envio de propostas para participar nesta sess&atilde;o de <i>pitching </i>decorre at&eacute; 29 de Outubro (+info neste email) e est&aacute; direcionado para jovens argumentistas/realizadores que queiram testar os seus projetos. Ambas atividades s&atilde;o gratuitas</p>
<div>
	Durante o m&ecirc;s de Novembro est&atilde;o j&aacute; previstas mais duas actividades: um workshops sobre escrita de argumento com Ken Dancyger, um reputado professor da New York University (18-20 Novembro; informa&ccedil;&otilde;es detalhadas em breve); e uma masterclasse de realiza&ccedil;&atilde;o com Jo&atilde;o Canijo (final de Novembro, em data a anunciar).<br />
	<b></p>
<p>	Masterclass &ldquo;Story Design in the Short Fiction Film&rdquo;</b><br />
	Richard Raskin</div>
<div>4 de Novembro : 10h-11h30 : Porto : Biblioteca Municipal Almeida Garrett (em colabora&ccedil;&atilde;o com Departamento de Artes da Imagem da ESMAE) : ENTRADA GRATUITA </div>
<div><i>The purpose of this talk is to propose a non-formulaic model that can be used as a set of guidelines during script development for short fiction films. Unlike sequential models, which focus on a series of steps a story is presumed to pass through as it unfolds, the present approach is based on the view that short film storytelling can best be described in terms of opposing properties that balance one another in a dynamic interplay. Seven forms of interplay or balance will be proposed, each illustrated by a short film.</i> </div>
<p>
	<b>Sess&atilde;o de Pitching</b><br />
	com Richard Raskin<br />
	4 de Novembro : 15h-18h : Vila do Conde : Teatro Municipal<br />
	<i>com 6 projetos a escolher</i><br />
	(+info sobre como participar nesta sess&atilde;o aqui: <a href="http://estaleiro.curtas.pt/campus/noticias?id=43">http://estaleiro.curtas.pt/campus/noticias?id=43</a>)</p>
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		</item>
		<item>
		<title>DRAMA n.º 4 // Chamada para Artigos</title>
		<link>http://argumentistas.org/2011/07/drama-n-%c2%ba-4-chamada-para-artigos/</link>
		<comments>http://argumentistas.org/2011/07/drama-n-%c2%ba-4-chamada-para-artigos/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 29 Jul 2011 20:08:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Ribas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Drama]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://argumentistas.org/?p=1039</guid>
		<description><![CDATA[<div class="mbl notesBlogText clearfix">
<div>
<p>A DRAMA vai lan&#231;a o seu n&#250;mero 4 e est&#225; &#224; procura de textos! Ver os n&#250;meros anteriores aqui: http://drama.argumentistas.org/</p>
<p><strong>1. Tema: Dramaturgia Contempor&#226;nea</strong></p>
<p>(Editor convidado: Jorge Palinhos)</p>
<p>Porqu&#234;?</p>
<p>A escrita para teatro atravessa um momento de redefini&#231;&#227;o de fronteiras. H&#225; novos caminhos que s&#227;o rasgados e exploram-se novas formas de escrever para o palco e para fora dele. Para muitos dramaturgos, Arist&#243;teles j&#225; n&#227;o basta e por isso se derrubam as barreiras entre teatro, cinema, performance, instala&#231;&#227;o, poesia, ensaio, documento e narrativa, na busca de novas ideias, novas hist&#243;rias, novas personagens e de uma nova dramaturgia que fa&#231;a sentido na sociedade hipermediatizada e hiperespectacularizada de hoje.</p>
</p></div>
</div>
<p><a href="http://argumentistas.org/2011/07/drama-n-%c2%ba-4-chamada-para-artigos/" class="more-link">Read more on DRAMA n.º 4 // Chamada para Artigos&#8230;</a></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="mbl notesBlogText clearfix">
<div>
<p>A DRAMA vai lan&ccedil;a o seu n&uacute;mero 4 e est&aacute; &agrave; procura de textos! Ver os n&uacute;meros anteriores aqui: http://drama.argumentistas.org/</p>
<p><strong>1. Tema: Dramaturgia Contempor&acirc;nea</strong></p>
<p>(Editor convidado: Jorge Palinhos)</p>
<p>Porqu&ecirc;?</p>
<p>A escrita para teatro atravessa um momento de redefini&ccedil;&atilde;o de fronteiras. H&aacute; novos caminhos que s&atilde;o rasgados e exploram-se novas formas de escrever para o palco e para fora dele. Para muitos dramaturgos, Arist&oacute;teles j&aacute; n&atilde;o basta e por isso se derrubam as barreiras entre teatro, cinema, performance, instala&ccedil;&atilde;o, poesia, ensaio, documento e narrativa, na busca de novas ideias, novas hist&oacute;rias, novas personagens e de uma nova dramaturgia que fa&ccedil;a sentido na sociedade hipermediatizada e hiperespectacularizada de hoje.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Como?</p>
<p>Nesse sentido, a DRAMA pretende fazer uma edi&ccedil;&atilde;o-panorama sobre a <strong>dramaturgia</strong> <strong>contempor&acirc;na</strong>. Gostar&iacute;amos <strong>tamb&eacute;m</strong> de ver abordados os seguintes temas:</p>
<p>. estudos de caso de dramaturgos contempor&acirc;neos</p>
<p>. an&aacute;lise &agrave; situa&ccedil;&atilde;o portuguesa</p>
<p>. abordagem de escolas/tend&ecirc;ncias internacionais</p>
<p>. novas abordagens c&eacute;nicas</p>
<p>. forma&ccedil;&atilde;o e promo&ccedil;&atilde;o de novos dramaturgos</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os textos devem ter entre o 5000-7500 caracteres (com espa&ccedil;os). Vamos tamb&eacute;m come&ccedil;ar a usar as regras no novo acordo ortogr&aacute;fico (cada autor pode optar por n&atilde;o usar essas regras).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>2.Para al&eacute;m do tema</strong></p>
<p>- Livros (resenha cr&iacute;tica sobre algum livro sobre gui&atilde;o/dramaturgia)</p>
<p>- Opini&atilde;o (textos de an&aacute;lise pessoal sobre a actualidade do guionismo e da dramaturgia)</p>
<p>- An&aacute;lise/Cinema (textos cr&iacute;ticos sobre filmes espec&iacute;ficos; poder&atilde;o ser sobre filmes actuais ou sobre filmes cl&aacute;ssicos; textos sobre a obra de alguns &quot;autores&quot; do ponto de vista da escrita dram&aacute;tica)</p>
<p>- An&aacute;lise/TV (texto de an&aacute;lise ou estudos de caso da televis&atilde;o contempor&acirc;nea)</p>
<p>- An&aacute;lise/Teatro (texto de an&aacute;lise de pe&ccedil;a ou espect&aacute;culo dramaturgicamente relevante) <strong> </strong></p>
<p><strong>&nbsp;</strong></p>
<p><strong>Datas</strong>:</p>
<p>Entrega final dos textos a 30 de Setembro. (Mas gostar&iacute;amos de ver manifesta&ccedil;&otilde;es de interesse em colaborar quanto antes).</p>
<p>Novembro 2011 &#8211; lan&ccedil;amento da revista.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Agradecemos todas as propostas. Envie-nos um email para: drama@argumentistas.org.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A <strong>DRAMA</strong> &eacute; uma revista publicada pela <strong>APAD</strong> &#8211; Associa&ccedil;&atilde;o Portuguesa de Argumentistas e Dramaturgos; Editores: Daniel Ribas e Pedro Flores.</p>
</p></div>
</div>
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		</item>
		<item>
		<title>Curso de Verão de guionismo na Universidade Nova</title>
		<link>http://argumentistas.org/2011/06/curso-de-verao-de-guionismo-na-universidade-nova/</link>
		<comments>http://argumentistas.org/2011/06/curso-de-verao-de-guionismo-na-universidade-nova/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 03 Jun 2011 15:44:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Nunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Formação]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://argumentistas.org/?p=1034</guid>
		<description><![CDATA[O guionista Paulo Filipe Monteiro vai lecionar mais um curso de verão de guionismo na Universidade Nova de Lisboa. O prazo de inscrição sem multa termina em 17 de Junho.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O guionista Paulo Filipe Monteiro vai lecionar mais um curso de ver&atilde;o de guionismo na Universidade Nova de Lisboa. O prazo de inscri&ccedil;&atilde;o sem multa termina em 17 de Junho.</p>
<p>Aqui ficam as informa&ccedil;&otilde;es fornecidas pela organiza&ccedil;&atilde;o:</p>
<h3>Curso de Escrita para Cinema e Televis&atilde;o</h3>
<p><strong>Na Escola de Ver&atilde;o da Universidade Nova de Lisboa (Av. de Berna)</strong></p>
<p>	link: <a href="http://verao.fcsh.unl.pt/cursos/escrita-para-cinema-e-televisao">http://verao.fcsh.unl.pt/cursos/escrita-para-cinema-e-televisao</a></p>
<p>	DATAS: 18 a 21, e 25 a 28 de Julho, das 18H00 &agrave;s 21H00</p>
<p>	Inscri&ccedil;&otilde;es (sem multa): at&eacute; 17 de Junho<br />
	&nbsp;</p>
<table border="1" cellpadding="1" cellspacing="1" style="width: 510px; ">
<caption>Pre&ccedil;os</caption>
<tbody>
<tr>
<td>Pre&ccedil;o (&euro;)</td>
<td><span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 0px; -webkit-border-vertical-spacing: 0px;"><br />
				</span></td>
<td>&nbsp;</td>
<td>&nbsp;</td>
</tr>
<tr>
<td>&nbsp;</td>
<td><meta charset="utf-8" /><span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 0px; -webkit-border-vertical-spacing: 0px; ">P&uacute;blico em geral</span></td>
<td><meta charset="utf-8" /><span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 0px; -webkit-border-vertical-spacing: 0px; ">Estudantes*</span></td>
<td><meta charset="utf-8" /><span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 0px; -webkit-border-vertical-spacing: 0px; ">Antigos alunos**</span></td>
</tr>
<tr>
<td><meta charset="utf-8" /><span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 0px; -webkit-border-vertical-spacing: 0px; ">Inscri&ccedil;&atilde;o</span></td>
<td>120</td>
<td>85</td>
<td>95</td>
</tr>
<tr>
<td><meta charset="utf-8" /><span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 0px; -webkit-border-vertical-spacing: 0px; ">Avalia&ccedil;&atilde;o (facultativa)<br />
				</span></td>
<td>20</td>
<td>15</td>
<td>15</td>
</tr>
<tr>
<td><meta charset="utf-8" /><span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 0px; -webkit-border-vertical-spacing: 0px; ">Suplemento de inscri&ccedil;&atilde;o tardia<br />
				</span></td>
<td>20</td>
<td>20</td>
<td>20</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><em>* De qualquer grau e estabelecimento de ensino<br />
	** Da FCSH, incluindo alunos das anteriores edi&ccedil;&otilde;es da EV<br />
	</em></p>
<p><strong>Programa:</strong></p>
<p>Ajudar quem quer escrever para cinema ou televis&atilde;o a encontrar a sua pr&oacute;pria voz, fornecendo, em vez de f&oacute;rmulas, experi&ecirc;ncias, exemplos, ferramentas de trabalho e coment&aacute;rios cr&iacute;ticos.</p>
<p>	O cinema e a televis&atilde;o s&atilde;o formas de comunica&ccedil;&atilde;o contempor&acirc;neas, que no nosso s&eacute;culo tiveram de inventar a sua linguagem. Neste curso breve e predominantemente pr&aacute;tico estuda-se como se tem definido e transformado a escrita pr&oacute;pria de textos destinados a serem filmados. Trata-se de um g&eacute;nero que s&oacute; pode ser compreendido por rela&ccedil;&atilde;o com a narra&ccedil;&atilde;o e o drama. Para compreender a narra&ccedil;&atilde;o dram&aacute;tica dos gui&otilde;es, trabalham-se as teorias cl&aacute;ssicas da narra&ccedil;&atilde;o, as estrat&eacute;gias narrativas de v&aacute;rios tipos de filmes, as personagens, as cenas, os di&aacute;logos e t&eacute;cnicas espec&iacute;ficas de manipula&ccedil;&atilde;o do espa&ccedil;o e do tempo. Tudo isto ser&aacute; desenvolvido a partir das sinopses previamente enviadas pelos participantes.</p>
<p><strong>Aten&ccedil;&atilde;o</strong>: At&eacute; ao dia 17 de Junho, os interessados neste curso devem enviar para o e-mail pfm@sapo.pt uma p&aacute;gina com sinopse original de um filme de fic&ccedil;&atilde;o. (N&atilde;o &eacute; de um document&aacute;rio, nem de um filme j&aacute; feito, &eacute; de uma fic&ccedil;&atilde;o imaginada pelo candidato, com princ&iacute;pio meio e fim). N&atilde;o ser&aacute; aceite mais de uma p&aacute;gina, com cerca de 2800 caracteres. A selec&ccedil;&atilde;o dos participantes ser&aacute; feita com base nessas sinopses.</p>
<p>Credita&ccedil;&atilde;o (para professores do Ensino B&aacute;sico e Secund&aacute;rio dos grupos):<br />
	Forma&ccedil;&atilde;o Geral: Todos <br />
	Forma&ccedil;&atilde;o Adequada: Professores dos Grupos 200, 210, 220, 240, 300 e 600</p>
<p>	<em>Paulo Filipe Monteiro &eacute; doutorado em Ci&ecirc;ncias da Comunica&ccedil;&atilde;o (especialidade de Cinema) pela Universidade Nova de Lisboa. Fez as provas de agrega&ccedil;&atilde;o em 2003. Especializou-se em guionismo em Fran&ccedil;a, It&aacute;lia e Estados Unidos. Tem dado cursos de escrita para cinema e televis&atilde;o em v&aacute;rias institui&ccedil;&otilde;es (com destaque para o semin&aacute;rio que regeu na Funda&ccedil;&atilde;o Calouste Gulbenkian de Abril a Junho de 1997). Tem tamb&eacute;m supervisionado gui&otilde;es em encontros em Portugal, Irlanda, Esc&oacute;cia e Alemanha. Foi v&aacute;rios anos Presidente da Associa&ccedil;&atilde;o Portuguesa de Argumentistas e Dramaturgos e fundador da Federation of European Scriptwriters.</p>
<p>	Escreveu a pe&ccedil;a de teatro &Aacute;rea de Risco (estreada em 1999 na Funda&ccedil;&atilde;o Calouste Gulbenkian) e a s&eacute;rie de televis&atilde;o A Vi&uacute;va do Enforcado, realizada por Walter Avancini. Escreveu j&aacute; sete longas-metragens: com Jo&atilde;o M&aacute;rio Grilo, O Fim do Mundo, Os Olhos da &Aacute;sia, Longe da Vista, 451 Forte (realizados por Jo&atilde;o M&aacute;rio Grilo), As Contas do Morto (realizado por Rita Nunes) e A Hora da Morte (realizado por Jos&eacute; Nascimento); em 2009, escreveu Os Sorrisos do Destino, de Fernando Lopes, estreado em 2010.</p>
<p>	Realizou o filme de 25 minutos Amor Cego, 2010. Tem 25 anos de trabalho como actor e encenador.</em></p>
<p>	Curr&iacute;culo pormenorizado (mas s&oacute; at&eacute; 2007) em <a href="http://www.pfm.com.pt">www.pfm.com.pt</a></p>
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		<title>Para acabar de vez com a cultura</title>
		<link>http://argumentistas.org/2011/05/para-acabar-de-vez-com-a-cultura/</link>
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		<pubDate>Fri, 13 May 2011 15:11:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Nunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Associados]]></category>
		<category><![CDATA[Opiniões]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[políticas]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>

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		<description><![CDATA[Rui Neto Pereira, fundador da APAD e presidente do seu concelho fiscal, publica um artigo de opinião sobre o papel da cultura na transformação necessária do país.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><meta charset="utf-8" /><em><strong>Rui Neto Pereira<br />
	</strong>&eacute; Diretor Geral do Bode Expiat&oacute;rio, Fundador e Presidente do Conselho Fiscal da APAD<br />
	</em></p>
<p><span class="Apple-style-span" style="font-size: 12px; font-weight: normal; ">Imaginem a Alemanha em 1944: um pa&iacute;s completamente destru&iacute;do; popula&ccedil;&atilde;o ativa dizimada; sociedade dividida; fam&iacute;lias trucidadas; crian&ccedil;as traumatizadas; vi&uacute;vas desesperadas; sem infraestruturas; sem apoio externo; odiados em todo o mundo; sem cr&eacute;dito; com tr&ecirc;s pot&ecirc;ncias estrangeiras a gerir o seu territ&oacute;rio num clima de vingan&ccedil;as; a economia completamente destru&iacute;da. Se isto n&atilde;o &eacute; o Inferno, anda l&aacute; muito perto.</span><meta charset="utf-8" /></p>
<p>Apenas vinte anos depois, a Alemanha tinha recuperado do duro golpe, reorganizou o pa&iacute;s, recuperou a economia e, melhor ainda, recolocou o PIB a um n&iacute;vel normal como se n&atilde;o tivesse havido o buraco nas contas provocado pela II Guerra Mundial. Com o Jap&atilde;o foi mais ou menos o mesmo. N&oacute;s estamos quase h&aacute; quarenta anos a tentar construir um pa&iacute;s verdadeiramente moderno. Como &eacute; que eles conseguiram?</p>
<p>A resposta &eacute; t&atilde;o simples que se torna desarmante: porque os alem&atilde;es trabalharam para isso; recuperaram o pa&iacute;s; recuperaram o prest&iacute;gio; voltaram a exportar em for&ccedil;a; e s&atilde;o h&aacute; muitos anos o motor da Europa. O segredo da Alemanha &eacute; o povo alem&atilde;o.</p>
<h3>O segredo de Portugal &eacute; o povo portugu&ecirc;s</h3>
<p>Da mesma maneira, o segredo de Portugal &eacute; o povo portugu&ecirc;s. Ali&aacute;s Portugal n&atilde;o tem problemas. Quem tem problemas s&atilde;o os portugueses. Ou seja: eu; voc&ecirc;; a pessoa que est&aacute; sentada ao seu lado; o senhor que est&aacute; na praia a gozar (com) o atestado m&eacute;dico. Se queremos resolver os nossos problemas, temos que mudar os portugueses. J&aacute; tent&aacute;mos mand&aacute;-los para a Alemanha, mas n&atilde;o resultou. &Eacute; preciso tentar algo mais: precisamos de transformar os portugueses em alem&atilde;es.</p>
<p>	Numa altura de semifal&ecirc;ncia do pa&iacute;s, num quadro de quase rotura social, em que somos for&ccedil;ados a pedir ajuda externa porque n&atilde;o fomos capazes de resolver os nossos problemas (a interven&ccedil;&atilde;o do FMI n&atilde;o &eacute; econ&oacute;mica, &eacute; pol&iacute;tica), o que prop&otilde;em os nossos principais partidos?</p>
<p>Apresentam muitas medidas legislativas, o que &eacute; normal, alguma reorganiza&ccedil;&atilde;o do Estado, o que pode ser bom, algum esp&iacute;rito de poupan&ccedil;a, que carece de verifica&ccedil;&atilde;o. E com tudo isto esperamos ter um Estado mais magrinho, mais eficiente, o que &eacute; &oacute;timo. Mas o problema n&atilde;o &eacute; o povo portugu&ecirc;s?</p>
<p>Como &eacute; que se mudam os portugueses? Os nossos governantes gostariam de o fazer por decreto, mas esse expediente tamb&eacute;m j&aacute; foi tentado. H&aacute;-de haver outra maneira de transformar os portugueses em alem&atilde;es.</p>
<p>H&aacute; muitos anos que nos dizem que o segredo est&aacute; na escola. A fazer f&eacute; nisso mandamos os nossos filhos para a escola. Mas ao fim de alguns anos, eles continuam portugueses. Vamos l&aacute; falar com os professores, que por acaso s&atilde;o portugueses, e eles dizem que isso n&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel porque os pais s&atilde;o portugueses. E n&atilde;o &eacute; que t&ecirc;m raz&atilde;o? Ent&atilde;o a quem nos podemos queixar? Ao Governo, claro, afinal eles mandam nos portugueses. Se formos perguntar ao primeiro-ministro porque n&atilde;o somos alem&atilde;es, ele responde-nos de forma muito portuguesa que temos toda a raz&atilde;o e para n&atilde;o nos preocuparmos porque ele est&aacute; a preparar um pacote de medidas que incluem um pedido de ajuda &agrave; Uni&atilde;o.</p>
<p>	Na era dos computadores, qualquer crian&ccedil;a, mesmo portuguesa, sabe que l&aacute; dentro &eacute; o software que faz as coisas acontecerem. E que existe um sistema operativo, que &eacute; como a nossa forma de pensar, e existem as aplica&ccedil;&otilde;es que s&atilde;o o nosso conhecimento em cada &aacute;rea. Como os alem&atilde;es s&atilde;o bons em tecnologia talvez a inform&aacute;tica nos salve.</p>
<h3>O sistema operativo dos pa&iacute;ses &eacute; a cultura</h3>
<p>Na Sociedade do Conhecimento, o sistema operativo dos pa&iacute;ses &eacute; a cultura. N&atilde;o, n&atilde;o &eacute; essa Cultura, n&atilde;o deixem de ler j&aacute; o texto. Para bem da nossa rela&ccedil;&atilde;o de escriv&atilde;o/leitor conv&eacute;m esclarecer uma pequena grande confus&atilde;o: a Cultura &eacute; tudo o que est&aacute; ligado &agrave; atividade e exist&ecirc;ncia humana. O que n&atilde;o &eacute; Cultura &eacute; Natureza (embora a pr&oacute;pria Natureza tamb&eacute;m tenha a sua cultura). Dentro da Cultura existe um pequeno espa&ccedil;o mas muito importante que s&atilde;o as Artes. Quando falamos em cultura portuguesa estamos a referir-nos &agrave; m&uacute;sica da Am&aacute;lia, aos livros do Saramago, ou aos quadros do Cargaleiro (que na verdade s&atilde;o as Artes), mas tamb&eacute;m ao cozido &agrave; portuguesa, &agrave; moda, &agrave; c&eacute;lebre pontualidade, &agrave;s anedotas dos alentejanos, &agrave; forma como gozamos feriados que n&atilde;o fazemos a m&iacute;nima ideia para que servem ou &agrave; rela&ccedil;&atilde;o com o trabalho dos portugueses, tamb&eacute;m conhecida por cultura empresarial. Se o acordo ortogr&aacute;fico estivesse atualizado, o nosso Minist&eacute;rio da Cultura deveria chamar-se Minist&eacute;rio das Artes.</p>
<p>No grande ba&uacute; das Artes cabe aquilo que de melhor existe na atividade material e imaterial dos povos. Pode assumir a forma convencional de um livro ou pode ser um poema num blogue banal. A Arte &eacute; muito importante para a Cultura, e ao mesmo tempo para todos n&oacute;s, porque &eacute; &ndash; ou deveria ser &#8211; a componente mais din&acirc;mica da sociedade, &eacute; o farol que aponta novos caminhos, que influencia e ajuda &agrave; mudan&ccedil;a da sociedade.</p>
<p>Porque &eacute; que as pessoas v&atilde;o &agrave; &Oacute;pera? Bem, porque lhes ofereceram os bilhetes ou porque gostam &ndash; e a frui&ccedil;&atilde;o &eacute; muito importante na Arte &ndash;. Mas socialmente as pessoas saem mais enriquecidas quando os espectadores do Teatro S&atilde;o Carlos, do Cinema King ou do Teatro da Comuna experienciam vanguarda, tendo acesso a novas linguagens, novas abordagens ou novas t&eacute;cnicas; ou quando assistem a obras que fazem um retrato de n&oacute;s mesmos enquanto pessoas ou grupos, para nos vermos espelhados no ecr&atilde;, ironizados no palco ou simbolizados na tela. Esta aprendizagem &eacute; extremamente importante para nos alargar a esfera de conhecimento, para nos ajudar a construir mais op&ccedil;&otilde;es, para nos enriquecer com outros pontos de vista, para nos manter despertos para esta fant&aacute;stica aventura que &eacute; a vida. Como nenhuma outra manifesta&ccedil;&atilde;o humana, a Arte prepara-nos para a mudan&ccedil;a, e s&oacute; por isso merece toda a nossa aten&ccedil;&atilde;o. Com a Arte, grosso modo, a vanguarda d&aacute;-nos o futuro e a reflex&atilde;o d&aacute;-nos o passado e o presente.</p>
<p>	E o que prop&otilde;e os nossos principais partidos para mudar a cultura portuguesa, logo os portugueses? Querem comprar submarinos! Querem construir mon&oacute;litos est&aacute;ticos e conservadores, que serve para tudo menos para o que s&atilde;o precisos. O PSD pretende &lsquo;concluir a rede de bibliotecas iniciada em 1986&rsquo;. O mundo est&aacute; a sair do papel, est&aacute; a haver uma revolu&ccedil;&atilde;o digital que permite criar e ter acesso ao conhecimento de forma f&aacute;cil e muito barata, e o pr&oacute;ximo governo quer gastar milh&otilde;es em bibliotecas que poder&atilde;o n&atilde;o ter futuro. O que vai acontecer &agrave; literatura com a banaliza&ccedil;&atilde;o dos tablets? A produ&ccedil;&atilde;o liter&aacute;ria ser&aacute; a mesma? Ir&aacute; acontecer &agrave; edi&ccedil;&atilde;o livreira o mesmo que aconteceu &agrave; edi&ccedil;&atilde;o musical? E a leitura ser&aacute; a mesma? Ou ser&aacute; que est&atilde;o a pensar transformar as bibliotecas em centros de Conhecimento, espa&ccedil;os din&acirc;micos com conte&uacute;dos atraentes e estrat&eacute;gias bem definidas e s&oacute;lidas para mudar os portugueses? Sobre isso nem uma palavra, pelo que ficamos com as Bibliotecas como dep&oacute;sito de livros. Parece que a ideia &eacute; evitar a heresia de o Cavaco ter uma obra inacabada. O PS vai mais longe. Vai t&atilde;o longe que n&atilde;o sabemos bem onde ir&aacute;. O PS &lsquo;promover&aacute;&rsquo;, &lsquo;apoiar&aacute;&rsquo;, &lsquo;defender&aacute;&rsquo;. Tudo vai ser maior e grandioso. Ou seja, com o dinheiro que temos &lsquo;na mesma tudo ficar&aacute;&rsquo;.</p>
<h3>O problema dos &quot;bons alunos&quot;</h3>
<p>N&atilde;o estamos a falar de alimentar marginais e subs&iacute;dio-dependentes. Estamos a falar de um projeto nacional ambicioso que se destina a converter os portugueses em alem&atilde;es. E isso n&atilde;o vai l&aacute; com Queijo da Serra. Nesta fase do campeonato do nosso desenvolvimento, o pa&iacute;s n&atilde;o se safa mais com a hist&oacute;ria do bom aluno. O &lsquo;bom aluno portugu&ecirc;s&rsquo; fica para a Hist&oacute;ria como o pa&iacute;s que faz tudo o que lhe mandam, mas quando o professor se distrai come&ccedil;a a copiar pelos outros, a inventar atestados m&eacute;dicos, a simular desculpas para ter dispensa de exame. O &lsquo;bom aluno&rsquo; faz o que lhe mandam, revelando toda a ess&ecirc;ncia do seu esp&iacute;rito cat&oacute;lico centen&aacute;rio. O problema &eacute; que quando os professores v&atilde;o embora n&atilde;o fica ningu&eacute;m para lhe dizer o que &eacute; preciso fazer. Que fique claro: Portugal t&ecirc;m um problema financeiro, porque tem um problema econ&oacute;mico, porque tem um problema de produ&ccedil;&atilde;o (econ&oacute;mica, social, familiar, etc), porque tem um problema cultural.</p>
<p>	Esque&ccedil;am as estat&iacute;sticas. O pa&iacute;s vive deprimido com os rankings do nosso descontentamento. O objetivo nacional n&ordm;1 deve ser: acabar com a maledic&ecirc;ncia. Se o fizermos iremos recuperar uma avalia&ccedil;&atilde;o correta da realidade, desenvolveremos a nossa autoestima, pode ser que deixemos de inventar desculpas para nos desresponsabilizarmos, e pode ser que voltemos a acreditar.</p>
<p>Uma vis&atilde;o pol&iacute;tica moderna e inteligente poderia ajudar-nos a subir mais depressa alguns degraus do nosso desenvolvimento. O que poderia come&ccedil;ar com a extin&ccedil;&atilde;o do Minist&eacute;rio das Artes e impor o Minist&eacute;rio do Conhecimento, onde ficariam agrupadas as &aacute;reas da Educa&ccedil;&atilde;o, do Ensino Superior, da Ci&ecirc;ncia, da Cultura, do Patrim&oacute;nio e da Comunica&ccedil;&atilde;o Social.</p>
<p>Em Portugal existe a ideia peregrina de que as crian&ccedil;as v&atilde;o para a escola, sacam o canudo e ficam doutores para a vida toda. Essa &eacute; a maior pervers&atilde;o, o mais erro da nossa cultura. O Conhecimento dos profissionais e dos cidad&atilde;os &eacute; uma obriga&ccedil;&atilde;o para sempre. A escola d&aacute;-nos uma base mental para continuarmos a aprender. Mas a grande aprendizagem da vida &eacute; feita nas empresas e nas organiza&ccedil;&otilde;es, no contacto direto com a realidade, mas tamb&eacute;m nos media que nos entra pela casa dentro.</p>
<h3>Se eu fosse alem&atilde;o&#8230;</h3>
<p>Se eu fosse alem&atilde;o, come&ccedil;aria por pedir um canal de televis&atilde;o nacional para mudar os portugueses. Ou ser&aacute; que podemos confiar na responsabilidade, no sentido de equil&iacute;brio e de bom senso dos operadores privados? <br />
	Propor a privatiza&ccedil;&atilde;o de um canal da RTP para poupar uns milh&otilde;es no or&ccedil;amento, como faz o PSD, mas &eacute; um erro para o desenvolvimento. Da mesma forma que manter este status quo em que os debates pol&iacute;ticos &ndash; e j&aacute; representam uma grande evolu&ccedil;&atilde;o em rela&ccedil;&atilde;o a um passado recente &ndash; s&atilde;o a raz&atilde;o de ser do servi&ccedil;o p&uacute;blico, como parece propor o PS, &eacute; outro erro.<br />
	O enorme poder comunicacional da televis&atilde;o deve ser usado para influenciar as pessoas, para mudar os comportamentos, para estimular as virtudes e a energia de um povo. As pessoas n&atilde;o s&atilde;o bunkers inexpugn&aacute;veis, elas pensam e reagem em fun&ccedil;&atilde;o do caldo de cultura em que est&atilde;o imersas. Para um Governo que sabe o que quer, a televis&atilde;o n&atilde;o &eacute; uma amea&ccedil;a, &eacute; uma oportunidade.</p>
<p>Os nossos governantes e os programadores dos canais p&uacute;blicos t&ecirc;m como atenuante o facto de n&atilde;o haver uma discuss&atilde;o profunda a este n&iacute;vel em Portugal. Para al&eacute;m dos f&oacute;runs de circunst&acirc;ncia com as suas propostas redondas, n&atilde;o existe uma doutrina ambiciosa, uma estrat&eacute;gia corajosa ou um pensamento inovador construtivo. &Eacute; muito ir&oacute;nico que na era da internet, ningu&eacute;m sabe o que pensar das tecnologias que dominam as nossas vidas.</p>
<p>&Eacute; um assunto que merece muita discuss&atilde;o que n&atilde;o cabe agora aqui, mas queria deixar algumas ideias: precisamos de um canal de cariz populista com todos os conte&uacute;dos que o povo gosta &ndash; reality show, contest show, telenovelas, etc &ndash; para ter audi&ecirc;ncias, mas com conte&uacute;dos, personagens, situa&ccedil;&otilde;es que direta ou indiretamente ajudam as pessoas a evoluir; por outro precisamos de outro canal que comunique com as elites, com um discurso diferente, mais profundo, que d&ecirc; a informa&ccedil;&atilde;o racional e emocional que os decisores e os respons&aacute;veis precisam. N&atilde;o &eacute; a anarquia com sabor a restos da atual RTP2, &eacute; uma estrat&eacute;gia de desenvolvimento humano assente em conte&uacute;dos televisivos, por isso necessariamente apelativos.</p>
<h3>Os artistas s&atilde;o os respons&aacute;veis pela arte que se produz em Portugal</h3>
<p>E que pol&iacute;tica para as Artes? A mais importante de todas &eacute; dizer que os artistas s&atilde;o os principais respons&aacute;veis pela Arte que se produz em Portugal. Claro que existem sectores que, pela sua complexidade t&eacute;cnica ou pela escassez de p&uacute;blicos, exigem uma grande presen&ccedil;a do Estado. E quando o Estado sai de cena&#8230; cai o pano. Mas &eacute; importante abandonarmos uma cultura de desresponsabiliza&ccedil;&atilde;o para evoluirmos para uma cultura de responsabilidade social. E isso quer dizer que ningu&eacute;m deve ter a pretens&atilde;o de dizer a um artista que obra ele deve fazer. Mas temos a obriga&ccedil;&atilde;o de perguntar aos artistas, e sobretudo &agrave;queles que s&atilde;o apoiados pelo Estado, qual &eacute; o seu contributo para a Arte tendo em considera&ccedil;&atilde;o a realidade em que vivemos.</p>
<p>Como &eacute; que valorizamos esse &lsquo;contributo&rsquo;? Aqui chegamos &agrave;s grandes decis&otilde;es. &Eacute; consensual dizer que o valor mais importante da Arte &eacute; a sua diversidade. Um dos grandes problemas da Arte em Portugal &eacute; que andamos muitas vezes a fazer o mesmo filme, a escrever o mesmo livro. Mudam as personagens, mas o olhar &eacute; o mesmo.</p>
<p>Mais complicado, mas mais urgente, &eacute; dizer tamb&eacute;m que as pol&iacute;ticas e at&eacute; o nosso ju&iacute;zo das obras de arte devem privilegiar a vanguarda e a reflex&atilde;o. Devemos reconhecer a busca incessante e incans&aacute;vel de novas est&eacute;ticas e novos conceitos assim como a forma demolidora como descobrimos atrav&eacute;s de uma obra uma parte de n&oacute;s mesmos. Quando um j&uacute;ri analisa centenas de gui&otilde;es ou quando um comiss&aacute;rio aposta num artista para a exposi&ccedil;&atilde;o de Ver&atilde;o, tem que fazer escolhas. Muitas vezes escolhem o mais f&aacute;cil: o nome que vagueia pela imprensa; a obra que colecionou mais pr&eacute;mios. &Eacute; f&aacute;cil justificar a escolha. Mas conv&eacute;m nunca esquecer que desde que Marcel Duchamps exp&ocirc;s um urinol numa galeria, a Arte &eacute; uma ideia. E isso j&aacute; foi em 1919.</p>
<p>As pol&iacute;ticas de cultura devem ter ainda outra dimens&atilde;o. Faz parte da cultura portuguesa que os p&uacute;blicos n&atilde;o gostam dos artistas s&eacute;rios, na mesma propor&ccedil;&atilde;o que os artistas s&eacute;rios n&atilde;o gostam dos p&uacute;blicos. Os jornais est&atilde;o repletos de afirma&ccedil;&otilde;es infelizes neste sentido. Uns n&atilde;o se consideram merecedores da aten&ccedil;&atilde;o dos outros. Esta desaven&ccedil;a civilizacional &eacute; na verdade pobreza cultural.</p>
<p>&Eacute; imperioso que a Arte comunique mais com o Pa&iacute;s. A Arte deve sentir-se desejada (pelos p&uacute;blicos), mas como qualquer mulher inteligentemente bonita sabe tamb&eacute;m precisa de se insinuar (aos p&uacute;blicos). <br />
	&Eacute; para isso que vale a pena meter debaixo do mesmo chap&eacute;u a Educa&ccedil;&atilde;o, a Ci&ecirc;ncia e a Cultura. &Eacute; aqui que vale a pena apostar tudo. &Eacute; este interface que os meios de servi&ccedil;o p&uacute;blico devem liderar, criando pontos de contacto em que a Economia e a Arte se possam cruzar, tra&ccedil;ar caminhos e fazer casamentos de proveito m&uacute;tuo. Na Sociedade do Conhecimento empres&aacute;rios e artistas est&atilde;o condenados a trabalhar em conjunto. S&oacute; um exemplo que faz realmente a diferen&ccedil;a: todos os cientistas e artistas apoiados pelo Estado devem ser obrigados a fazer exposi&ccedil;&otilde;es, palestras ou workshops em todo o tipo de escolas.</p>
<p>Muito mais h&aacute; para dizer. Para j&aacute; esque&ccedil;am a ideia aberrante de querermos ser todos alem&atilde;es. Conv&eacute;m nunca esquecer que a maior parte deles passa o ano a poupar para vir passar f&eacute;rias a Portugal.<b><i><br />
	</i></b></p>
<p><meta charset="utf-8" /><em>Para mais discuss&atilde;o, vai ao meu <a href="http://www.facebook.com/rui.n.pereira">facebook</a> e entra no grupo <a href="http://www.facebook.com/home.php?sk=group_201434239893345">Para acabar de vez com a Cultura</a></em></p>
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		<title>Solidariedade com a dramaturga Margarida Fonseca Santos</title>
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		<pubDate>Tue, 10 May 2011 09:45:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Ribas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
		<category><![CDATA[APAD]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A APAD – Associação Portuguesa de Argumentistas e Dramaturgos, enquanto entidade representativa dos autores nacionais de televisão, cinema e teatro, vem por este meio manifestar a sua solidariedade com a escritora e dramaturga Margarida Fonseca Santos, no processo que lhe foi movido pelo seu trabalho de adaptação teatral da obra "A Filha Rebelde", de José Pedro Castanheira e Valdemar Cruz, produzida em 2007 pelo Teatro Nacional D. Maria II.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A APAD &ndash; Associa&ccedil;&atilde;o Portuguesa de Argumentistas e Dramaturgos, enquanto entidade representativa dos autores nacionais de televis&atilde;o, cinema e teatro, vem por este meio manifestar a sua solidariedade com a escritora e dramaturga Margarida Fonseca Santos, no processo que lhe foi movido pelo seu trabalho de adapta&ccedil;&atilde;o teatral da obra &quot;A Filha&nbsp;Rebelde&quot;, de Jos&eacute; Pedro Castanheira e Valdemar Cruz, produzida em 2007 pelo Teatro Nacional D. Maria II.</p>
<p>Dado que o trabalho realizado pela dramaturga &eacute; de natureza ficcional,&nbsp;e que&nbsp;esse facto &eacute; do conhecimento p&uacute;blico de quem contacta com a obra teatral, representada ou editada,&nbsp;n&atilde;o&nbsp;nos parece razo&aacute;vel pensar que a livre express&atilde;o criativa possa&nbsp;ser tida como um&nbsp;crime de difama&ccedil;&atilde;o ou de ofensa.</p>
<p>&nbsp;A liberdade criativa e de express&atilde;o &eacute; mais do que um direito; &eacute; um pilar fundamental de uma sociedade saud&aacute;vel, e uma medida precisa do seu desenvolvimento.&nbsp; Confiamos na capacidade do nosso sistema judicial para saber proteger este bem simultaneamente t&atilde;o fr&aacute;gil e precioso.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Solidariedade com o argumentista Rui Sinel de Cordes</title>
		<link>http://argumentistas.org/2011/04/solidariedade-com-o-argumentista-rui-sinel-de-cordes/</link>
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		<pubDate>Fri, 15 Apr 2011 16:33:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Nunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
		<category><![CDATA[APAD]]></category>
		<category><![CDATA[direitos]]></category>
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		<description><![CDATA[A liberdade criativa e de expressão é mais do que um direito; é um pilar fundamental de uma sociedade saudável, e uma medida precisa do seu desenvolvimento.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A APAD &#8211; Associa&ccedil;&atilde;o Portuguesa de Argumentistas e Dramaturgos, enquanto entidade representativa dos autores nacionais de televis&atilde;o, cinema e teatro, vem por este meio manifestar a sua solidariedade com o argumentista e humorista Rui Sinel de Cordes face &agrave; decis&atilde;o da Entidade Reguladora da Comunica&ccedil;&atilde;o de processar um canal televisivo por conta de um programa da sua autoria.</p>
<p>	A liberdade criativa e de express&atilde;o &eacute; mais do que um direito; &eacute; um pilar fundamental de uma sociedade saud&aacute;vel, e uma medida precisa do seu desenvolvimento. A escrita de humor coloca-se por op&ccedil;&atilde;o nas fronteiras dessa liberdade, precisamente onde &eacute; mais dif&iacute;cil e necess&aacute;rio defend&ecirc;-la. Confiamos na capacidade do nosso sistema judicial para saber proteger este bem simultaneamente t&atilde;o fr&aacute;gil e precioso.</p>
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		<title>DRAMA 3 já está online</title>
		<link>http://argumentistas.org/2011/03/drama-3-ja-esta-online/</link>
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		<pubDate>Tue, 01 Mar 2011 10:33:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Ribas</dc:creator>
				<category><![CDATA[APAD]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[curta-metragem]]></category>
		<category><![CDATA[Drama]]></category>

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		<description><![CDATA[O tema deste número é a Curta-Metragem e conta com entrevistas ao especialista americano Richard Raskin, ao teórico britânico Paul Wells e a um dos directores do Curtas de Vila do Conde, Miguel Dias. Visite e consulte a revista: http://drama.argumentistas.org]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://argumentistas.org/wp-content/uploads/drama3.jpg"><img alt="" class="alignnone size-full wp-image-1012" height="107" src="http://argumentistas.org/wp-content/uploads/drama3.jpg" title="drama3" width="165" /></a></p>
<p>O n.&ordm; 3 da Revista DRAMA <b>encontra-se j&aacute; online</b>! </p>
<p>	O tema deste n&uacute;mero &eacute; a <b>Curta-Metragem</b> e conta com entrevistas ao especialista americano <b>Richard Raskin</b>, ao te&oacute;rico brit&acirc;nico<b> Paul Wells</b> e a um dos directores do Curtas de Vila do Conde,<b> Miguel Dias</b>. </p>
<p>	Na sec&ccedil;&atilde;o tem&aacute;tica contamos ainda com textos de Jo&atilde;o Nunes, Gon&ccedil;alo Galv&atilde;o Teles e Carlos Concei&ccedil;&atilde;o bem como artigos sobre as curtas-metragens de Davis Lynch e Pedro Costa (entre muitos outros). </p>
<p>	Neste n&uacute;mero damos particular destaque ao italiano <b>Tonino Guerra</b>, argumentista ass&iacute;duo colaborador de Fellini, Antonioni e Tarkovsky atrav&eacute;s de uma biografia do autor e da transcri&ccedil;&atilde;o de uma das suas &uacute;ltimas masterclasses.&nbsp; </p>
<p>	Al&eacute;m disso, a revista apresenta as rubricas de Cr&iacute;tica, Livros e Festivais, bem como sec&ccedil;&atilde;o Actual onde entrevistamos o realizador de um dos filmes brasileiros mais premiados dos &uacute;ltimos anos &#8211; <b>Marcos Jorge</b> (realizador de &quot;Est&ocirc;mago) e <b>Tiago Rodrigues</b>, dramaturgo, encenador e argumentista da s&eacute;rie da RTP &quot;Noite Sangrenta&quot;.</p>
<p>	Visite e consulte a revista: <a href="http://drama.argumentistas.org/" target="_blank">http://drama.argumentistas.org</a></p>
<p>A Revista DRAMA &eacute; uma publica&ccedil;&atilde;o da APAD &#8211; Associa&ccedil;&atilde;o Portuguesa de Argumentistas e Dramaturgos.</p>
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		<title>Lançamento do número 3 da DRAMA</title>
		<link>http://argumentistas.org/2011/02/lancamento-do-numero-3-da-drama/</link>
		<comments>http://argumentistas.org/2011/02/lancamento-do-numero-3-da-drama/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 22 Feb 2011 17:31:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Ribas</dc:creator>
				<category><![CDATA[APAD]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Drama]]></category>

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		<description><![CDATA[O número 3 da DRAMA será lançado no próximo dia 26 de Fevereiro, às 17h, na Casa da Animação, no Porto. O evento contará com a projecção de curtas-metragens e um debate final sobre o tema.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://argumentistas.org/wp-content/uploads/drama3.jpg"><img alt="" class="alignnone size-full wp-image-1012" height="107" src="http://argumentistas.org/wp-content/uploads/drama3.jpg" title="drama3" width="165" /></a></p>
<p>A APAD convida-o a assistir ao <span>lan&ccedil;amento</span> do n&uacute;mero 3 da revista <b>DRAMA</b> &#8211; revista de cinema e teatro. O evento ter&aacute; lugar na <b>Casa da Anima&ccedil;&atilde;o</b>, no Porto, no dia <b>26 de Fevereiro</b> &agrave;s <b>17 horas</b>, numa iniciativa conjunta da APAD e do Cineclube do Porto. </p>
<p>	Esta sess&atilde;o de lan&ccedil;amento ter&aacute; a projec&ccedil;&atilde;o de <b>tr&ecirc;s curtas-metragen</b>s: <font size="2"><font face="trebuchet ms,sans-serif"><br />
	</font></font>&quot;A Felicidade&quot; de Jorge Silva Melo<br />
	&quot;Paisagem Urbana com Rapariga e Avi&atilde;o&quot; de Jo&atilde;o Figueiras<br />
	&quot;Senhor X&quot; de Gon&ccedil;alo Galv&atilde;o Teles.</p>
<p>	Depois da projec&ccedil;&atilde;o, seguir-se-&aacute; um <b>debate</b> que contar&aacute; com a participa&ccedil;&atilde;o de Miguel Dias (Director do Curtas de Vila do Conde &#8211; Festival Internacional de Cinema), Rodrigo Areias (Realizador e Programador de Guimar&atilde;es 2012) e Gon&ccedil;alo Galv&atilde;o Teles (Realizador e Argumentista).</p>
<p>	O tema do n&uacute;mero 3 da <b>DRAMA</b> &eacute; a <b>Curta-Metragem</b>, e conta com entrevistas a Richard Raskin, Paul Wells, Miguel Dias, Tiago Rodrigues e Marcos Jorge; textos de Jo&atilde;o Nunes, Carlos Concei&ccedil;&atilde;o e Paulo Cunha (entre muitos outros); e um destaque ao argumentista italiano Tonino Guerra. A DRAMA &eacute; uma revista online de cinema e teatro publicada pela APAD &#8211; Associa&ccedil;&atilde;o Portuguesa de Argumentistas e Dramaturgos. (Em anexo segue a capa do N&uacute;mero 3).</p>
<div>Venha conhecer a DRAMA no dia 26 de Fevereiro ou visite, a partir dessa data, no site <a href="http://drama.argumentistas.org/" target="_blank">http://<span>drama</span>.argumentistas.<wbr>org/</wbr></a></p>
<div>
<p>		(A sess&atilde;o de lan&ccedil;amento da DRAMA tem o apoio da Casa da Anima&ccedil;&atilde;o e da Ag&ecirc;ncia da Curta Metragem.)</p></div>
</div>
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