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	<title>argumentistas.orgcinema português | argumentistas.org</title>
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	<description>Associação Portuguesa de Argumentistas e Dramaturgos</description>
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		<title>Aniki Bóbó regressa às salas</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Dec 2010 16:10:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Nunes</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cinema português]]></category>
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		<description><![CDATA[Dia 8 de Dezembro teremos oportunidade de assistir de novo, em cópia digital restaurada, ao primeiro filme do realizador Manuel de Oliveira, Aniki Bóbó.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://argumentistas.org/wp-content/uploads/aniki-bobo-imagem1.jpg"><img alt="" class="alignnone size-full wp-image-922" height="290" src="http://argumentistas.org/wp-content/uploads/aniki-bobo-imagem1.jpg" title="aniki bobo imagem" width="640" /></a></p>
<p>Dia 8 de Dezembro teremos oportunidade de assistir de novo, em c&oacute;pia digital restaurada, ao primeiro filme do realizador Manuel de Oliveira, <em>Aniki B&oacute;b&oacute;</em>.</p>
<p>O filme, produzido por Ant&oacute;nio Lopes Ribeiro (o &quot;Ribeirinho&quot;), uma das figuras mais importantes do cinema portugu&ecirc;s, &eacute; uma obra pioneira do neo-realismo nacional. Ao contr&aacute;rio do que diz a ficha <a href="http://cinecartaz.publico.clix.pt/filme.asp?id=18260">divulgada aqui</a> o argumento foi escrito por Manuel de Oliveira (conforme se pode verificar <a href="http://www.youtube.com/watch?v=9EFlEnvX_ms">aqui</a>), inspirado num poema de Jo&atilde;o Rodrigues de Freitas, com di&aacute;logos adicionais de&nbsp; Nascimento Fernandes, Ant&oacute;nio Lopes Ribeiro e Manuel Matos, e versos de Alberto Serpa.</p>
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		<title>Estreia de filme &#8220;Duas Mulheres&#8221;</title>
		<link>http://argumentistas.org/2010/06/estreia-de-filme-duas-mulheres/</link>
		<comments>http://argumentistas.org/2010/06/estreia-de-filme-duas-mulheres/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 25 Jun 2010 16:10:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Nunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[cinema português]]></category>
		<category><![CDATA[estreia]]></category>

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		<description><![CDATA[Estreou o filme "Duas Mulheres", uma produção da Costa do Castelo Filmes com realização de João Mário Grilo. O argumento é de Rui Cardoso Martins e Tereza Coelho.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estreou o filme &quot;Duas Mulheres&quot;, uma produ&ccedil;&atilde;o da Costa do Castelo Filmes com realiza&ccedil;&atilde;o de Jo&atilde;o M&aacute;rio Grilo. O argumento &eacute; de&nbsp;Rui Cardoso Martins e Tereza Coelho. <a href="http://www.duasmulheres.costacastelo.pt/">Mais informa&ccedil;&otilde;es no site</a>.</p>
<p><object height="225" width="400"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="movie" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=12112665&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=&amp;fullscreen=1" /><embed allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" height="225" src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=12112665&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=&amp;fullscreen=1" type="application/x-shockwave-flash" width="400"></embed></object></p>
<p><a href="http://vimeo.com/12112665">TRAILER &#8211; DUAS MULHERES</a> de&nbsp;<a href="http://vimeo.com/user3576259">Costa Castelo</a> em&nbsp;<a href="http://vimeo.com">Vimeo</a>.</p>
<p>Do &quot;Di&aacute;rio de Not&iacute;cias&quot;:</p>
<blockquote>
<p>&quot;Duas mulheres&quot; conta a hist&oacute;ria de Joana (Beatriz Batarda), psiquiatra de 40 anos, casada com Paulo (Virg&iacute;lio Castelo), executivo de uma empresa financeira, que trai o marido com outra mulher, M&oacute;nica (D&eacute;bora Monteiro).</p>
</blockquote>
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		<title>Estreia de &#8220;A bela e o paparazzo&#8221;</title>
		<link>http://argumentistas.org/2010/02/estreia-de-a-bela-e-o-paparazzo/</link>
		<comments>http://argumentistas.org/2010/02/estreia-de-a-bela-e-o-paparazzo/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 05 Feb 2010 14:59:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Nunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
		<category><![CDATA[APAD]]></category>
		<category><![CDATA[Associados]]></category>
		<category><![CDATA[A Bela e o Paparazzo]]></category>
		<category><![CDATA[António-Pedro Vasconcelos]]></category>
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		<category><![CDATA[cinema português]]></category>
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		<category><![CDATA[filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Tiago R. Santos]]></category>

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		<description><![CDATA[Estreou nos cinemas o novo filme realizado por António-Pedro Vasconcelos, com argumento de Tiago R. Santos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estreou nos cinemas o novo filme realizado por Ant&oacute;nio-Pedro Vasconcelos, com argumento de Tiago R. Santos. &quot;A bela e o paparazzo&quot; &eacute; uma com&eacute;dia rom&acirc;ntica, g&eacute;nero pouco explorado em Portugal.</p>
<p><embed allowfullscreen="true" height="350" src="http://rd3.videos.sapo.pt/play?file=http://rd3.videos.sapo.pt/IFz6KFbfhvYd9N13CR61/mov/1" type="application/x-shockwave-flash" width="400"></embed></p>
<p>Refira-se que Tiago R. Santos, o jovem argumentista, &eacute; associado da APAD e faz parte da sua dire&ccedil;&atilde;o atual.</p>
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		<title>Estreia hoje &#8220;Os Sorrisos do Destino&#8221;</title>
		<link>http://argumentistas.org/2009/11/estreia-hoje-os-sorrisos-do-destino/</link>
		<comments>http://argumentistas.org/2009/11/estreia-hoje-os-sorrisos-do-destino/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 10:59:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Ribas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cinema português]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Lopes]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo Filipe Monteiro]]></category>

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		<description><![CDATA[Estreia-se hoje, nas salas de cinema portuguesas, o filme "Os Sorrisos do Destino", realizado por Fernando Lopes e escrito pelo argumentista Paulo Filipe Monteiro.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img alt="sorrisos_poster" class="alignnone size-full wp-image-711" height="355" src="http://argumentistas.org/wp-content/uploads/sorrisos_poster.jpg" title="sorrisos_poster" width="248" /></p>
<p>Estreia-se hoje, nas salas de cinema portuguesas, o filme &quot;Os Sorrisos do Destino&quot;, realizado por Fernando Lopes e escrito pelo argumentista Paulo Filipe Monteiro.</p>
<p>A <a href="http://drama.argumentistas.org/">Drama . revista de cinema e teatro</a> publicou, no seu primeiro n&uacute;mero, uma entrevista com Paulo Filipe Monteiro, onde o autor nos relata a experi&ecirc;ncia de escrita deste projecto:<br />
	<em>&quot;O Fernando Lopes falou-me num filme &agrave; Billy Wilder. Eu contrapus-lhe logo o Lubitsch, que &eacute; um dos meus favoritos e que ali&aacute;s foi mentor do Wilder. Mas n&atilde;o tem nada a ver: esse era outro tempo, uma atmosfera muito pr&oacute;pria, que n&atilde;o conseguimos reconstituir hoje, na Lisboa do s&eacute;culo XXI e na escrita contempor&acirc;nea. O que pode ter mais gra&ccedil;a neste nosso retomar de um velho tema &eacute; ser um tri&acirc;ngulo entre personagens de uma certa idade. Eu preferia que tivessem mesmo 60 anos, mas enfim, na altura do casting, o glamour, o desejo de glamour, p&ocirc;-los nos cinquenta.&quot;</em> (a entrevista completa pode ser lida em <a href="http://drama.argumentistas.org/">http://drama.argumentistas.org/</a>)</p>
<p>Sinopse do filme:<br />
	&quot;Carlos &eacute; um famoso jornalista de 55 anos.<br />
	A sua esposa, Ada, &eacute;, ao contr&aacute;rio do marido, uma mulher com uma vida social agitada, alegre e sedutora.<br />
	Certo dia, Carlos apanha acidentalmente uma mensagem no telem&oacute;vel de Ada. Um novo mundo revela-se diante dos seus olhos quando descobre que a sua esposa tem outro homem.<br />
	Com a ajuda de um amigo, descobre esse universo de amores virtuais e adult&eacute;rios electr&oacute;nicos&hellip;&quot;</p>
<p>Site oficial: <a href="http://www.ossorrisosdodestino.com/">http://www.ossorrisosdodestino.com/</a></p>
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		<title>Alexandre Valente e o seu &#8220;Second Life&#8221;</title>
		<link>http://argumentistas.org/2009/03/alexandre-valente-e-o-seu-second-life/</link>
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		<pubDate>Mon, 16 Mar 2009 23:43:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Ribas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Actual]]></category>
		<category><![CDATA[Dossier]]></category>
		<category><![CDATA[alexandre valente]]></category>
		<category><![CDATA[cinema português]]></category>
		<category><![CDATA[second life]]></category>

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		<description><![CDATA[Entrevista com Alexandre Valente, realizador de «Second Life» a pretexto da estreia comercial do filme. Uma conversa sobre o cinema da Utopia Filmes e do seu modelo para o cinema português.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='series_toc'><h3>Índice: Revista#2</h3><ol><li><a href='http://argumentistas.org/2009/03/editorial-revista-apad-2/' title='Editorial &#8211; Dossier APAD 2'>Editorial &#8211; Dossier APAD 2</a></li><li><a href='http://argumentistas.org/2009/03/nuno-artur-silva-sobre-as-pf/' title='Nuno Artur Silva sobre as PF'>Nuno Artur Silva sobre as PF</a></li><li><a href='http://argumentistas.org/2009/03/adriano-luz-sobre-a-casa-da-criacao/' title='Adriano Luz sobre a Casa da Criação'>Adriano Luz sobre a Casa da Criação</a></li><li><a href='http://argumentistas.org/2009/03/nuno-bernardo-sobre-a-beactive/' title='Nuno Bernardo sobre a beActive'>Nuno Bernardo sobre a beActive</a></li><li><a href='http://argumentistas.org/2009/03/empresas-de-guionistas-directorio/' title='Empresas de guionistas &#8211; directório'>Empresas de guionistas &#8211; directório</a></li><li>Alexandre Valente e o seu &#8220;Second Life&#8221;</li><li><a href='http://argumentistas.org/2009/03/relatorio-mckee/' title='Relatório McKee'>Relatório McKee</a></li><li><a href='http://argumentistas.org/2009/03/kaufman-vs-mckee/' title='Livros: Kaufman vs. McKee'>Livros: Kaufman vs. McKee</a></li><li><a href='http://argumentistas.org/2009/03/sobre-os-direitos-de-autor-do-argumentista/' title='Sobre os Direitos de Autor do Argumentista'>Sobre os Direitos de Autor do Argumentista</a></li><li><a href='http://argumentistas.org/2009/03/the-day-the-earth-stood-still-analise-comparativa/' title='The Day the Earth Stood Still: Análise Comparativa'>The Day the Earth Stood Still: Análise Comparativa</a></li><li><a href='http://argumentistas.org/2009/03/italiano-para-principiantes/' title='Italiano para Principiantes: uma luminosa lição de simplicidade narrativa'>Italiano para Principiantes: uma luminosa lição de simplicidade narrativa</a></li><li><a href='http://argumentistas.org/2009/03/faust/' title='Faust'>Faust</a></li></ol></div> <hr />
<p>
<em>No final de Janeiro, esteou nas salas &laquo;Second Life&raquo;, um projecto da Utopia Filmes e do produtor Alexandre Valente. Depois de &laquo;Corrup&ccedil;&atilde;o&raquo; e de &laquo;O Crime de Padre Amaro&raquo;, Alexandre Valente resolveu assumir o comando da realiza&ccedil;&atilde;o. Pretexto suficiente para uma entrevista onde se fala dos ingredientes mais significativos do filme.</em></p>
<p><img width="363" height="243" alt="alexandrevalente" src="http://argumentistas.org/wp-content/uploads/alexandrevalente.jpg" title="alexandrevalente" class="alignnone size-full wp-image-452" /></p>
<p><strong>APAD &#8211; De que trata o filme?</strong> Alexandre Valente &#8211; O filme &eacute; uma reflex&atilde;o de vida, trata sobre a consci&ecirc;ncia das nossas decis&otilde;es sobre o nosso destino nesta viagem de vida que deve ser vivida com felicidade.</p>
<p><strong>APAD &#8211; Quando surgiu a id&eacute;ia? Em que medida este &eacute; um projeto autobiogr&aacute;fico?</strong> AV &#8211; A ideia surgiu em 14 de Dezembro de 2007 e foi escrita uma scaletta por mim em apenas uma noite, resultado de 40 anos em espera. Autobiogr&aacute;fico sim, espero que abrangente a todos n&oacute;s.</p>
<p><strong>APAD &#8211; Apesar de ser um projeto pessoal esta hist&oacute;ria tem alguns dos ingredientes que fizeram os anteriores sucessos da Utopia Filmes. Quais s&atilde;o esses ingredientes para se conseguir bons n&uacute;meros de bilheteira?</strong> AV &#8211; Os ingredientes nos filmes s&atilde;o t&atilde;o necess&aacute;rios quanto os actores, os t&eacute;cnicos, as c&acirc;maras, o som. N&atilde;o se podem nunca separar da ambi&ccedil;&atilde;o de um projecto. Quanto a mim os ingredientes &eacute; estar atento &agrave;quilo que o p&uacute;blico quer&#8230; O p&uacute;blico tem!</p>
<p><strong>APAD &#8211; Como foi o processo de escrita? Houve v&aacute;rias vers&otilde;es e v&aacute;rias reescritas? Em que medida a hist&oacute;ria inicial se transformou numa hist&oacute;ria diferente, e porqu&ecirc;?</strong> AV &#8211; O processo de escrita foi muito saud&aacute;vel: todo motorizado por mim e aberto a todos os meus colaboradores e amigos que quiseram apreciar, participar, dentro da estrutura que eu tinha idealizado. A hist&oacute;ria &eacute; diferente logo pela estrutura que eu tinha pensado no inicio.</p>
<p><strong>APAD &#8211; Em que medida &eacute; que os actores e a rodagem mudaram a vers&atilde;o final do gui&atilde;o? Respeitaram escrupulosamente o texto ou foram introduzindo mudan&ccedil;as de acordo com as oportunidades? Em que medida &eacute; que o final cut &eacute; diferente da ultima vers&atilde;o do gui&atilde;o?</strong> AV &#8211; Como &eacute; sabido o argumento &eacute; sempre alvo de um processo de destrui&ccedil;&atilde;o desde o momento em que passa do papel para o processo industrial de fazer um filme, seja em que fase se considerar, desde a prepara&ccedil;&atilde;o onde os d&eacute;cores e os actores apresentados e ou disponiveis, mudam desde logo o script; depois na rodagem onde cada um dos actores interpreta o personagem que construiu, a ilumina&ccedil;&atilde;o e as condicionantes de toda uma rodagem nos obrigam a tomar decis&otilde;es de improviso sobre o mesmo script, at&eacute; ao momento em que nos deparamos com todo o script subdividido em cenas v&aacute;rias na mesa de montagem, que nos convida a testar possibilidades e a tomar decis&otilde;es que por vezes nem por sombra, se aproximam do argumento inicial. Tudo isto fruto de uma liberdade criativa que qualquer ser inteligente deve experimentar. O caso particular do Second Life &eacute; um exemplo vivo dessa destrui&ccedil;&atilde;o do argumento original, pois mudei, troquei, fiz e refiz tudo em todas as fases para chegar ao actual alinhamento final onde tudo faz sentido hoje e nem por sombras estava espelhado no argumento incial nem t&atilde;o pouco no de inicio de filmagens.</p>
<p><strong>APAD &#8211; Como foi para o produtor Alexandre Valente estar do outro lado da barricada, a escrever e a realizar? Foi dif&iacute;cil conciliar os diferentes papeis?</strong> AV &#8211; Sempre me considerei um realizador, autor, em todos os projectos que fiz, mas na sombra. A produ&ccedil;&atilde;o por ser o sector mais abrangente e de maior responsabilidade de um filme, sempre me fez sentir realizado por poder contribuir com as exig&ecirc;ncias t&eacute;cnicas bem como artisticas que um filme carece, pelo que o sabor provado nesta experi&ecirc;ncia n&atilde;o foi diferente nem novidade. Tive apenas de cuidar muito bem da separa&ccedil;&atilde;o de fun&ccedil;&otilde;es no que ao aspecto financeiro se obriga num filme onde se mistura as fun&ccedil;&otilde;es. Por isso sempre respeitei o or&ccedil;amento que a gest&atilde;o financeira me disponibilizou e dentro do qual criei as melhores solu&ccedil;&otilde;es sem nunca ultrapassar o mesmo.</p>
<p><strong>APAD &#8211; O Second Life teve v&aacute;rios realizadores com diferentes experi&ecirc;ncias. Como foi o processo da realiza&ccedil;&atilde;o? Cada um estava focado em diferentes aspectos do filme? Como foi a gest&atilde;o desta equipa?</strong> AV &#8211; N&atilde;o teve v&aacute;rios, teve um consultor sem o qual o filme n&atilde;o seria o que &eacute;, e deve muito a esse mesmo consultor experiente sem o qual n&atilde;o ter&iacute;amos este filme que d&aacute; pelo nome de Nicolau Breyner. Teve um realizador t&eacute;cnico que com ele desenhei a rodagem e a decoupage do filme em termos de cobertura de ac&ccedil;&atilde;o de nome Miguel Gaud&ecirc;ncio, e teve a d&aacute;diva celestial de ter o melhor realizador de todos a quem se deve o grande m&eacute;rito deste filme, chamado de Bernardo Sassetti pois sem d&uacute;vida alguma foi com a sua contribui&ccedil;&atilde;o que o filme &eacute; o filme que &eacute; hoje. Por &uacute;ltimo teve-me a mim seja nos d&eacute;cores, na direc&ccedil;&atilde;o dos actores, da pl&aacute;stica e da montagem final conjuntamente com a acumula&ccedil;&atilde;o de todos os outros trabalhos necess&aacute;rios a um filme, atr&aacute;s referidos.</p>
<p><strong>APAD &#8211; Alguns actores como Luis Figo e Jos&eacute; Carlos Malato s&atilde;o figuras publicas mas t&ecirc;m pouca experi&ecirc;ncia de representa&ccedil;&atilde;o. Como foi trabalhar com eles num outro papel? </strong>AV &#8211; Foi genial e o filme fala por si nesse campo.</p>
<p><strong>APAD &#8211; Como surgiu a id&eacute;ia de ter um protagonista estrangeiro como?</strong> AV &#8211; Sendo que a Utopia &eacute; uma empresa afirmada e reconhecida em Portugal, &eacute; chegada a hora de alcan&ccedil;ar novos mercados pelo que s&oacute; com ingredientes como este se poder&aacute; desenhar o caminho para os alcan&ccedil;ar.</p>
<p><strong>APAD &#8211; Como conseguiram conciliar personagens a falarem portugu&ecirc;s e ingl&ecirc;s na hist&oacute;ria?</strong> AV &#8211; E tamb&eacute;m Italiano&#8230; Tudo isso foi conciliado desde a escrita do argumento ao acompanhemento di&aacute;rio de coach com os actores.</p>
<p><strong>APAD &#8211; Este &eacute; um dos primeiros projectos a ser financiado pelo FICA. Como foi o processo de atribui&ccedil;&atilde;o do fundo? Quais as virtudes que um filme ou uma produtora tem de ter para concorrer a este fundo? </strong> AV &#8211; No caso da Utopia onde o investimento do FICA &eacute; indirecto, ou seja n&atilde;o &eacute; atribuido aos projectos mas sim &agrave;s decis&otilde;es da produtora, a grande vantagem &eacute; a de alavancar projectos que sem esta mais valia n&atilde;o poderiam ser realizados em tempo.</p>
<p><strong>APAD &#8211; A Utopia Filmes caracteriza-se cada vez mais pela realiza&ccedil;&atilde;o de filmes de produtor, na melhor tradi&ccedil;&atilde;o americana.</strong> AV &#8211; N&atilde;o sei se isso &eacute; um elogio mas seja como seja, acho o modelo Americano &eacute; j&aacute; bastante experimentado em sucesso pelo que n&atilde;o perco tempo a desenhar nenhum outro quando este tem provas dadas. Apenas adapto &agrave; minha realidade.</p>
<p><strong>APAD &#8211; Achas que esta &eacute; uma forma de trabalhar que faltava em Portugal?</strong> AV &#8211; Portugal est&aacute; cilindrado em tabus e f&oacute;rmulas que deve obrigatoriamente acompanhar as novas tend&ecirc;ncias e formas de trabalhar.</p>
<p><strong>APAD &#8211; Qual achas que deve ser o teu papel enquanto produtor?</strong> AV &#8211; Aquele que me fizer sentir bem com a vida e com os projectos que eu decidir produzir.</p>
 <div class='series_links'><a href='http://argumentistas.org/2009/03/empresas-de-guionistas-directorio/' title='Empresas de guionistas &#8211; directório'>Artigo anterior</a> <a href='http://argumentistas.org/2009/03/relatorio-mckee/' title='Relatório McKee'>Próximo artigo</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>&#8220;Arte de roubar&#8221; chega às salas</title>
		<link>http://argumentistas.org/2008/11/arte-de-roubar-chega-as-salas/</link>
		<comments>http://argumentistas.org/2008/11/arte-de-roubar-chega-as-salas/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 07 Nov 2008 17:23:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Nunes</dc:creator>
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		<category><![CDATA[cinema português]]></category>
		<category><![CDATA[estreias]]></category>

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		<description><![CDATA["Arte de roubar", um filme com argumento do sócio da APAD João Quadros e Roberto Santiago, baseado num argumento original de João Quadros, e realização de Leonel Vieira, chegou às salas portuguesas..]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.artederoubar.com/">&quot;Arte de roubar&quot;</a>, um filme com argumento do s&oacute;cio da APAD Jo&atilde;o Quadros e Roberto Santiago, baseado num argumento original de Jo&atilde;o Quadros (Naturezas Mortas), e realiza&ccedil;&atilde;o de Leonel Vieira, chegou &agrave;s salas portuguesas.</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/NEreftQtQzA&amp;hl=en&amp;fs=1" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/NEreftQtQzA&amp;hl=en&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>De artigo no &quot;Di&aacute;rio de Not&iacute;cias&quot;<sup><a href="http://argumentistas.org/2008/11/arte-de-roubar-chega-as-salas/#footnote_0_377" id="identifier_0_377" class="footnote-link footnote-identifier-link" title="Di&amp;aacute;rio de Not&amp;iacute;cias de 6/11/2008, artigo de Maria Jo&amp;atilde;o Caetano ">1</a></sup></p>
<p>&quot;<em>Um portugu&ecirc;s e um espanhol: Chico da Silva e Fuentes. S&atilde;o como dois cavaleiros, mas em vez de cavalos t&ecirc;m um Buick antigo e em vez do deserto movem-se nas lez&iacute;rias ribatejanas. Nas palavras do realizador Leonel Vieira, as duas personagens principais de A Arte de Roubar s&atilde;o &quot;dois bons malandros&quot;. Ou seja, &quot;s&atilde;o malfeitores mas com bom fundo, n&atilde;o querem fazer mal a ningu&eacute;m</em>&quot;.</p>
<ol class="footnotes"><li id="footnote_0_377" class="footnote"><a href="http://dn.sapo.pt/2008/11/06/artes/a_arte_roubar_comedia_negra_dois_bon.html">Di&aacute;rio de Not&iacute;cias de 6/11/2008</a>, artigo de Maria Jo&atilde;o Caetano </li></ol>]]></content:encoded>
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		<title>&#8220;Entre os dedos&#8221; chega às salas de cinema</title>
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		<pubDate>Sun, 26 Oct 2008 17:33:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Nunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cinema português]]></category>
		<category><![CDATA[Entre os dedos]]></category>
		<category><![CDATA[estreias]]></category>
		<category><![CDATA[Frederico Serra]]></category>
		<category><![CDATA[Rodrigo Guedes de Carvalho]]></category>
		<category><![CDATA[Tiago Guedes]]></category>

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		<description><![CDATA["Entre os dedos", o filme mais recente escrito por Rodrigo Guedes de Carvalho e realizado pela dupla Tiago Guedes e Frederico Serra, chegou às salas de cinema.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.imdb.com/title/tt1111895/">&quot;Entre os dedos&quot;</a>, o filme mais recente escrito por Rodrigo Guedes de Carvalho e realizado pela dupla Tiago Guedes e Frederico Serra, chegou &agrave;s salas de cinema.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><object height="344" width="425"><param value="http://www.youtube.com/v/Cgx6IrbTsmo&amp;hl=en&amp;fs=1" name="movie" /><param value="true" name="allowFullScreen" /><embed height="344" width="425" allowfullscreen="true" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/Cgx6IrbTsmo&amp;hl=en&amp;fs=1"></embed></object></p>
<p>A cr&iacute;tica no <a href="http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/be6879852f78c0b87eda29.html">Sapo Not&iacute;cias</a>:</p>
<p style="margin-left: 40px;">Cinema: &quot;Entre os dedos&quot;, a vida a preto e branco por Tiago Guedes e Frederico Serra<br />
21 de Outubro de 2008</p>
<p style="margin-left: 40px;">Lisboa, 21 Out (Lusa) &#8211; A dupla de realizadores Tiago Guedes e Frederico Serra estreia quinta-feira o filme &quot;Entre os dedos&quot;, um drama sobre a luta pela sobreviv&ecirc;ncia e a falta de di&aacute;logo numa fam&iacute;lia em colapso emocional.</p>
<p style="margin-left: 40px;">Depois do filme de terror &quot;Coisa Ruim&quot; (2006), os dois realizadores mudaram radicalmente de registo e fizeram &quot;Entre os dedos&quot;, filmado a preto e branco, e com o argumento novamente entregue ao jornalista e escritor Rodrigo Guedes de Carvalho.</p>
<p style="margin-left: 40px;">&quot;Entre os dedos&quot; conta a hist&oacute;ria de uma fam&iacute;lia portuguesa, com Filipe Duarte e Isabel nos principais pap&eacute;is, que v&ecirc; os la&ccedil;os familiares e afectivos quebrarem-se por causa de uma agonia financeira.</p>
<p style="margin-left: 40px;">H&aacute; ainda um pai (Lu&iacute;s Filipe Rocha), agarrado ao passado militar no Ultramar, e uma irm&atilde; (Lav&iacute;nia Moreira), elo familiar e &acirc;ncora de um doente terminal (Gon&ccedil;alo Waddington).</p>
<p style="margin-left: 40px;">&quot;O que n&oacute;s quisemos explorar no filme foi sempre a incomunicabilidade das pessoas e a maneira como, na luta di&aacute;ria pela sobreviv&ecirc;ncia, temos cada vez menos tempo de conseguimos parar para pensar e comunicar uns com os outros&quot;, afirmou o realizador Tiago Guedes em entrevista &agrave; ag&ecirc;ncia Lusa.</p>
<p style="margin-left: 40px;">O projecto de &quot;Entre os dedos&quot; nasceu pouco depois da estreia de &quot;Coisa Ruim&quot;, com os dois realizadores a desafiarem Rodrigo Guedes de Carvalho a fazer um argumento cuja permissa principal seria o trabalho de actores.</p>
<p style="margin-left: 40px;">&quot;Quer&iacute;amos fazer um filme de actores com cenas fortes e o nosso prop&oacute;sito era fazer uma experimenta&ccedil;&atilde;o grande do ponto de vista do processo&quot;, sublinhou o realizador.</p>
<p style="margin-left: 40px;">&quot;Entre os dedos&quot; &eacute; um filme a preto e branco, tem cambiantes de um registo documental, mas com algum pudor emocional em rela&ccedil;&atilde;o aos actores.</p>
<p style="margin-left: 40px;">&quot;N&oacute;s fomos para a rodagem com o prop&oacute;sito de dar uma liberdade total aos actores, ou seja, n&atilde;o lhes foi pedida uma repeti&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o lhes foi pedido para estarem da forma que n&oacute;s quis&eacute;ssemos. Fomos n&oacute;s que nos adapt&aacute;mos ao que os actores emocionalmente levavam para a cena&quot;, recordou Tiago Guedes.</p>
<p style="margin-left: 40px;">Do elenco destacam-se ainda as interpreta&ccedil;&otilde;es de Fernanda Lapa, Paula S&aacute; Nogueira, Jo&atilde;o Pedro Vaz e Eunice Mu&ntilde;oz.</p>
<p style="margin-left: 40px;">O local onde a hist&oacute;ria se passa n&atilde;o &eacute; expl&iacute;cito, mas percebe-se que a realidade, descolorida e deprimente, &quot;&eacute; nitidamente portuguesa e do Portugal de hoje&quot;.</p>
<p style="margin-left: 40px;">O filme n&atilde;o nasceu a preto e branco, mas Tiago Guedes disse que a partir de certa altura do processo do filme foi imposs&iacute;vel pensar na hist&oacute;ria noutros tons.</p>
<p style="margin-left: 40px;">&quot;Quer&iacute;amos criar uma certa homogeneidade entre todos os personagens e todo o tom do filme. O preto e branco ajuda tamb&eacute;m na crueza que quer&iacute;amos impor ao pr&oacute;prio ritmo e ao tom do filme&quot;, disse.</p>
<p style="margin-left: 40px;">&quot;E depois houve uma necessidade muito grande de, ao estarmos a falar de um realismo que nos invade constantemente pelas televis&otilde;es e que nos &eacute; muito pr&oacute;ximo, mostrar desde o primeiro momento que isto &eacute; um filme&#8230; houve necessidade de mostrar que era cinema desde o primeiro &#8216;frame&#8217;&quot;, refor&ccedil;ou.</p>
<p style="margin-left: 40px;">&quot;Entre os dedos&quot;, t&iacute;tulo escolhido por Rodrigo Guedes de Carvalho, irm&atilde;o de Tiago Guedes, &eacute; afinal sobre &quot;aquilo que nos escapa, que nos foge e n&atilde;o conseguimos segurar&quot;, disse o realizador.<br />
&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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