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	<title>argumentistas.org &#187; estreias</title>
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	<description>Associação Portuguesa de Argumentistas e Dramaturgos</description>
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		<title>Estreia de &#8220;A bela e o paparazzo&#8221;</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Feb 2010 14:59:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Nunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[APAD]]></category>
		<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Associados]]></category>
		<category><![CDATA[A Bela e o Paparazzo]]></category>
		<category><![CDATA[António-Pedro Vasconcelos]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[cinema português]]></category>
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		<category><![CDATA[filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Tiago R. Santos]]></category>

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		<description><![CDATA[Estreou nos cinemas o novo filme realizado por António-Pedro Vasconcelos, com argumento de Tiago R. Santos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estreou nos cinemas o novo filme realizado por Ant&oacute;nio-Pedro Vasconcelos, com argumento de Tiago R. Santos. &quot;A bela e o paparazzo&quot; &eacute; uma com&eacute;dia rom&acirc;ntica, g&eacute;nero pouco explorado em Portugal.</p>
<p><embed allowfullscreen="true" height="350" src="http://rd3.videos.sapo.pt/play?file=http://rd3.videos.sapo.pt/IFz6KFbfhvYd9N13CR61/mov/1" type="application/x-shockwave-flash" width="400"></embed></p>
<p>Refira-se que Tiago R. Santos, o jovem argumentista, &eacute; associado da APAD e faz parte da sua dire&ccedil;&atilde;o atual.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Morrer como um Homem nas salas</title>
		<link>http://argumentistas.org/2009/10/morrer-como-um-homem-nas-salas/</link>
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		<pubDate>Thu, 15 Oct 2009 11:29:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Ribas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[estreias]]></category>
		<category><![CDATA[João Pedro Rodrigues]]></category>

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		<description><![CDATA[Estreia hoje nas salas de cinema portuguesas o novo filme de João Pedro Rodrigues: "Morrer Como um Homem". O filme conta com argumento do realizador e de Rui Catalão e é uma produção da Rosa Filmes.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img style="width: 299px; height: 224px;" src="http://argumentistas.org/wp-content/uploads/morrer_jprodrigues.jpg" alt="morrer_jprodrigues" title="morrer_jprodrigues" class="alignnone size-full wp-image-693" /></p>
<p>Estreia hoje nas salas de cinema portuguesas o novo filme de Jo&atilde;o Pedro Rodrigues: &quot;Morrer Como um Homem&quot;. O filme conta com argumento do realizador e de Rui Catal&atilde;o e &eacute; uma produ&ccedil;&atilde;o da Rosa Filmes.</p>
<p>P&aacute;gina no <a href="http://www.imdb.com/title/tt1424361/">IMDB</a>. Sinopse <a href="http://cinecartaz.publico.clix.pt/filme.asp?id=242046">P&uacute;blico</a>:<br />
<em>Um drama inspirado na hist&oacute;ria ver&iacute;dica de Ruth Bryden (ou Joaquim Cent&uacute;rio de Almeida), um famoso travesti das noites de Lisboa, e do seu companheiro Paulo Oliveira, que viveram como mulher e marido durante nove anos e foram enterrados juntos como dois homens em 1999.<br />
No filme, T&oacute;nia (Fernando Santos) &eacute; uma transformista que se sente a envelhecer e cuja vida est&aacute; a perder o &quot;glamour&quot;. Pressionada por Ros&aacute;rio (Alexander David), o seu namorado mais jovem, a optar pela cirurgia de mudan&ccedil;a de sexo, Tonia percebe que, independentemente da decis&atilde;o tomada, nunca poder&aacute; ser totalmente verdadeira consigo mesma. Em grande conflito interior, Tonia e Ros&aacute;rio fazem uma viagem m&iacute;stica que lhes marcar&aacute; um encontro com Maria Bakker (Gon&ccedil;alo Ferreira De Almeida). Esse encontro vai ser uma viragem completa nas suas vidas.<br />
Um retrato tr&aacute;gico do quotidiano de um travesti, devastado entre viver como uma mulher ou morrer como um homem&#8230;</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>&#8220;100 Volta&#8221; estreia nas salas portuguesas</title>
		<link>http://argumentistas.org/2009/03/100-volta-estreia-nas-salas-portuguesas/</link>
		<comments>http://argumentistas.org/2009/03/100-volta-estreia-nas-salas-portuguesas/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 19 Mar 2009 10:26:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Nunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
		<category><![CDATA[100 Volta]]></category>
		<category><![CDATA[estreias]]></category>

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		<description><![CDATA["100 Volta" é mais um filme português que chega às salas esta quinta feira.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Outro filme portugu&ecirc;s estreia esta quinta-feira nas salas. &Eacute; &quot;100 Volta&quot;, um filme sem guionista (pelo menos n&atilde;o est&aacute; identificado <a href="http://www.100volta.com/index2.html">no site</a>) mas em cuja rodagem se beberam 2163 minis e se comeram 430 pizzas. Segundo a sua sinopse:</p>
<blockquote>
<p>Z&eacute; Galinha, agente federal undercover, investiga Aduzer, um dos grandes chefes do crime organizado mundial. Ao aceitar uma encomenda de 32 carros,com destino ao Brasil e Israel, Z&eacute; galinha come&ccedil;a a perder a no&ccedil;&atilde;o dos padr&otilde;es estabelecidos pela lei. No meio da investiga&ccedil;&atilde;o, Z&eacute; Galinha rouba acidentalmente o carro do chefe da m&aacute;fia russa, Dimitri Kruchev, com um programa de acesso &agrave; rede inform&aacute;tica mundial, no seu interior. Sousa e Meireles, agentes da Pol&iacute;cia Judici&aacute;ria, investigam os russos,e envolvem-se todos em persegui&ccedil;&otilde;es de carros a alta velocidade, num jogo perigoso e fren&eacute;tico.</p>
<p>100volta um filme cheio de ac&ccedil;&atilde;o, adrenalina, e humor!</p>
</blockquote>
<p><img alt="" src="http://argumentistas.org/wp-content/uploads/100volta-cartaz.jpg" /></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Estreia de &#8220;A Corte do Norte&#8221;</title>
		<link>http://argumentistas.org/2009/03/estreia-de-a-corte-do-norte/</link>
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		<pubDate>Wed, 18 Mar 2009 22:44:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Nunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
		<category><![CDATA[A Corte do Norte]]></category>
		<category><![CDATA[Agustina Bessa-Luís]]></category>
		<category><![CDATA[estreias]]></category>
		<category><![CDATA[João Botelho]]></category>
		<category><![CDATA[José Álvaro Morais]]></category>

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		<description><![CDATA["A Corte do Norte" é um filme escrito e realizado por João Botelho a partir de um romance de Agustina, e chega às salas nesta quinta-feira.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estreia dia 19 de Mar&ccedil;o o filme &quot;A Corte do Norte&quot;, uma obra escrita por Jo&atilde;o Botelho a partir de uma adapta&ccedil;&atilde;o de Jos&eacute; &Aacute;lvaro Morais do romance de Agustina Bessa-Lu&iacute;s, e realizada pelo pr&oacute;prio Jo&atilde;o Botelho. Segundo o Di&aacute;rio de Not&iacute;cias:</p>
<blockquote>
<p>A Corte do Norte conta a hist&oacute;ria de Em&iacute;lia de Sousa, ali&aacute;s Rosalina de Sousa, ali&aacute;s a baronesa de Madalena do Mar, ali&aacute;s a &quot;Boal de Cheiro&quot;, ali&aacute;s &quot;a cabrita&quot;. Ela foi prostituta aos 15 anos num bordel de luxo da Lisboa do s&eacute;culo XIX, depois transformada em grande actriz por Almeida Garrett, depois mulher do rico propriet&aacute;rio madeirense Gaspar Ramos e aristocrata por casamento com este, confundida com a imperatriz Sissi, da &Aacute;ustria, durante a estadia desta na Madeira, e ainda protagonista de um mist&eacute;rio que se prolongou por quatro gera&ccedil;&otilde;es, &quot;num puzzle extraordin&aacute;rio&quot;, segundo escreve o realizador na nota inten&ccedil;&otilde;es da fita.<br />
(&#8230;)<br />
Na referida Nota de Inten&ccedil;&otilde;es, Jo&atilde;o Botelho conta que o projecto de adapta&ccedil;&atilde;o cinematogr&aacute;fica de A Corte do Norte era de Jos&eacute; &Aacute;lvaro Morais, que morreu em 2004 , e ao qual o filme &eacute; dedicado. O realizador de Peixe-Lua chegou mesmo a fazer um primeiro tratamento de 30 p&aacute;ginas do romance de Agustina, mas n&atilde;o conseguiu levar o trabalho avante.</p>
</blockquote>
<p>O filme poder&aacute; ser visto em 8 salas do pa&iacute;s.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img width="150" height="200" alt="" src="http://argumentistas.org/wp-content/uploads/corte_norte_cartaz.jpg" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img src="file:///Users/joaonunes/Desktop/corte_norte_cartaz.jpg" alt="" /></p>
<p><object width="500" height="405"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/PGL3vUbeu00&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999&amp;border=1" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed width="500" height="405" src="http://www.youtube.com/v/PGL3vUbeu00&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999&amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>&#8220;Amália&#8221; chega hoje às salas</title>
		<link>http://argumentistas.org/2008/12/amalia-chega-hoje-as-salas/</link>
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		<pubDate>Thu, 04 Dec 2008 13:32:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Ribas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Amália]]></category>
		<category><![CDATA[estreias]]></category>

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		<description><![CDATA[O filme sobre Amália chega às salas de cinema.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Chega hoje &agrave;s salas de cinema em Portugal, o muito aguardado biopic sobre Am&aacute;lia Rodrigues: &quot;Am&aacute;lia, o Filme&quot;. O projecto &eacute; realizado por Carlos Coelho Silva (&quot;O Crime do Padre Amaro&quot;), numa produ&ccedil;&atilde;o da Valentim de Carvalho Filmes.</p>
<p>Na edi&ccedil;&atilde;o de Outubro da Revista da APAD <a href="http://argumentistas.org/2008/10/pedro-marta-santos-ainda-nao-somos-uma-profissao-somos-uma-perturbacao-neurotica/">entrevistamos o guionista, Pedro Marta Santos</a>, que nos falou um pouco sobre o projecto. Esta &eacute; uma das suas respostas:</p>
<p><em><strong>APAD</strong><strong> &#8211; Sentiu o peso da responsabilidade ao escrever um gui&atilde;o sobre uma figura nacional?</strong></em><br />
<em>PMS &#8211; Senti, provavelmente como um argumentista grego sentiria ao escrever um gui&atilde;o sobre Maria Callas. Como diria o Alvin Sargent ( guionista de seis dos melhores filmes norte-americanos dos &uacute;ltimos 40 anos &ndash; &ldquo;&rdquo;Straight Time&rdquo;, &ldquo;Julia&rdquo;, Bobby Deerfield&rdquo;, &ldquo;Paper Moon&rdquo;, &ldquo;I Walk the Line&rdquo; e &ldquo;Stalking Moon&rdquo; &ndash; e autor dum filmezinho oculto chamado &ldquo;Homem-Aranha 2&rdquo;), &ldquo;com o grande poder vem a grande responsabilidade&rdquo;.</em> <em>O potencial poder comunicativo de um filme sobre Am&aacute;lia &eacute; imenso, mas a responsabilidade &eacute; ainda maior.</em></p>
<p>Este &eacute; o site oficial: <a href="http://www.amaliathemovie.com">http://www.amaliathemovie.com/</a></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>&#8220;Arte de roubar&#8221; chega às salas</title>
		<link>http://argumentistas.org/2008/11/arte-de-roubar-chega-as-salas/</link>
		<comments>http://argumentistas.org/2008/11/arte-de-roubar-chega-as-salas/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 07 Nov 2008 17:23:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Nunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cinema português]]></category>
		<category><![CDATA[estreias]]></category>

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		<description><![CDATA["Arte de roubar", um filme com argumento do sócio da APAD João Quadros e Roberto Santiago, baseado num argumento original de João Quadros, e realização de Leonel Vieira, chegou às salas portuguesas..]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.artederoubar.com/">&quot;Arte de roubar&quot;</a>, um filme com argumento do s&oacute;cio da APAD Jo&atilde;o Quadros e Roberto Santiago, baseado num argumento original de Jo&atilde;o Quadros (Naturezas Mortas), e realiza&ccedil;&atilde;o de Leonel Vieira, chegou &agrave;s salas portuguesas.</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/NEreftQtQzA&amp;hl=en&amp;fs=1" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/NEreftQtQzA&amp;hl=en&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>De artigo no &quot;Di&aacute;rio de Not&iacute;cias&quot;<sup>1</sup></p>
<p>&quot;<em>Um portugu&ecirc;s e um espanhol: Chico da Silva e Fuentes. S&atilde;o como dois cavaleiros, mas em vez de cavalos t&ecirc;m um Buick antigo e em vez do deserto movem-se nas lez&iacute;rias ribatejanas. Nas palavras do realizador Leonel Vieira, as duas personagens principais de A Arte de Roubar s&atilde;o &quot;dois bons malandros&quot;. Ou seja, &quot;s&atilde;o malfeitores mas com bom fundo, n&atilde;o querem fazer mal a ningu&eacute;m</em>&quot;.</p>
<ol class="footnotes"><li id="footnote_0_377" class="footnote"><a href="http://dn.sapo.pt/2008/11/06/artes/a_arte_roubar_comedia_negra_dois_bon.html">Di&aacute;rio de Not&iacute;cias de 6/11/2008</a>, artigo de Maria Jo&atilde;o Caetano </li></ol>]]></content:encoded>
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		<title>&#8220;Entre os dedos&#8221; chega às salas de cinema</title>
		<link>http://argumentistas.org/2008/10/entre-os-dedos-chega-as-salas-de-cinema/</link>
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		<pubDate>Sun, 26 Oct 2008 17:33:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Nunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cinema português]]></category>
		<category><![CDATA[Entre os dedos]]></category>
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		<category><![CDATA[Frederico Serra]]></category>
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		<category><![CDATA[Tiago Guedes]]></category>

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		<description><![CDATA["Entre os dedos", o filme mais recente escrito por Rodrigo Guedes de Carvalho e realizado pela dupla Tiago Guedes e Frederico Serra, chegou às salas de cinema.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.imdb.com/title/tt1111895/">&quot;Entre os dedos&quot;</a>, o filme mais recente escrito por Rodrigo Guedes de Carvalho e realizado pela dupla Tiago Guedes e Frederico Serra, chegou &agrave;s salas de cinema.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><object height="344" width="425"><param value="http://www.youtube.com/v/Cgx6IrbTsmo&amp;hl=en&amp;fs=1" name="movie" /><param value="true" name="allowFullScreen" /><embed height="344" width="425" allowfullscreen="true" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/Cgx6IrbTsmo&amp;hl=en&amp;fs=1"></embed></object></p>
<p>A cr&iacute;tica no <a href="http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/be6879852f78c0b87eda29.html">Sapo Not&iacute;cias</a>:</p>
<p style="margin-left: 40px;">Cinema: &quot;Entre os dedos&quot;, a vida a preto e branco por Tiago Guedes e Frederico Serra<br />
21 de Outubro de 2008</p>
<p style="margin-left: 40px;">Lisboa, 21 Out (Lusa) &#8211; A dupla de realizadores Tiago Guedes e Frederico Serra estreia quinta-feira o filme &quot;Entre os dedos&quot;, um drama sobre a luta pela sobreviv&ecirc;ncia e a falta de di&aacute;logo numa fam&iacute;lia em colapso emocional.</p>
<p style="margin-left: 40px;">Depois do filme de terror &quot;Coisa Ruim&quot; (2006), os dois realizadores mudaram radicalmente de registo e fizeram &quot;Entre os dedos&quot;, filmado a preto e branco, e com o argumento novamente entregue ao jornalista e escritor Rodrigo Guedes de Carvalho.</p>
<p style="margin-left: 40px;">&quot;Entre os dedos&quot; conta a hist&oacute;ria de uma fam&iacute;lia portuguesa, com Filipe Duarte e Isabel nos principais pap&eacute;is, que v&ecirc; os la&ccedil;os familiares e afectivos quebrarem-se por causa de uma agonia financeira.</p>
<p style="margin-left: 40px;">H&aacute; ainda um pai (Lu&iacute;s Filipe Rocha), agarrado ao passado militar no Ultramar, e uma irm&atilde; (Lav&iacute;nia Moreira), elo familiar e &acirc;ncora de um doente terminal (Gon&ccedil;alo Waddington).</p>
<p style="margin-left: 40px;">&quot;O que n&oacute;s quisemos explorar no filme foi sempre a incomunicabilidade das pessoas e a maneira como, na luta di&aacute;ria pela sobreviv&ecirc;ncia, temos cada vez menos tempo de conseguimos parar para pensar e comunicar uns com os outros&quot;, afirmou o realizador Tiago Guedes em entrevista &agrave; ag&ecirc;ncia Lusa.</p>
<p style="margin-left: 40px;">O projecto de &quot;Entre os dedos&quot; nasceu pouco depois da estreia de &quot;Coisa Ruim&quot;, com os dois realizadores a desafiarem Rodrigo Guedes de Carvalho a fazer um argumento cuja permissa principal seria o trabalho de actores.</p>
<p style="margin-left: 40px;">&quot;Quer&iacute;amos fazer um filme de actores com cenas fortes e o nosso prop&oacute;sito era fazer uma experimenta&ccedil;&atilde;o grande do ponto de vista do processo&quot;, sublinhou o realizador.</p>
<p style="margin-left: 40px;">&quot;Entre os dedos&quot; &eacute; um filme a preto e branco, tem cambiantes de um registo documental, mas com algum pudor emocional em rela&ccedil;&atilde;o aos actores.</p>
<p style="margin-left: 40px;">&quot;N&oacute;s fomos para a rodagem com o prop&oacute;sito de dar uma liberdade total aos actores, ou seja, n&atilde;o lhes foi pedida uma repeti&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o lhes foi pedido para estarem da forma que n&oacute;s quis&eacute;ssemos. Fomos n&oacute;s que nos adapt&aacute;mos ao que os actores emocionalmente levavam para a cena&quot;, recordou Tiago Guedes.</p>
<p style="margin-left: 40px;">Do elenco destacam-se ainda as interpreta&ccedil;&otilde;es de Fernanda Lapa, Paula S&aacute; Nogueira, Jo&atilde;o Pedro Vaz e Eunice Mu&ntilde;oz.</p>
<p style="margin-left: 40px;">O local onde a hist&oacute;ria se passa n&atilde;o &eacute; expl&iacute;cito, mas percebe-se que a realidade, descolorida e deprimente, &quot;&eacute; nitidamente portuguesa e do Portugal de hoje&quot;.</p>
<p style="margin-left: 40px;">O filme n&atilde;o nasceu a preto e branco, mas Tiago Guedes disse que a partir de certa altura do processo do filme foi imposs&iacute;vel pensar na hist&oacute;ria noutros tons.</p>
<p style="margin-left: 40px;">&quot;Quer&iacute;amos criar uma certa homogeneidade entre todos os personagens e todo o tom do filme. O preto e branco ajuda tamb&eacute;m na crueza que quer&iacute;amos impor ao pr&oacute;prio ritmo e ao tom do filme&quot;, disse.</p>
<p style="margin-left: 40px;">&quot;E depois houve uma necessidade muito grande de, ao estarmos a falar de um realismo que nos invade constantemente pelas televis&otilde;es e que nos &eacute; muito pr&oacute;ximo, mostrar desde o primeiro momento que isto &eacute; um filme&#8230; houve necessidade de mostrar que era cinema desde o primeiro &#8216;frame&#8217;&quot;, refor&ccedil;ou.</p>
<p style="margin-left: 40px;">&quot;Entre os dedos&quot;, t&iacute;tulo escolhido por Rodrigo Guedes de Carvalho, irm&atilde;o de Tiago Guedes, &eacute; afinal sobre &quot;aquilo que nos escapa, que nos foge e n&atilde;o conseguimos segurar&quot;, disse o realizador.<br />
&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>&#8220;Mal Nascida&#8221;, o novo filme de João Canijo</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Oct 2008 15:25:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Ribas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O novo filme de João Canijo, com argumento do realizador e de Celine Pouillon, «Mal Nascida", acaba de estrear nas salas de cinema portuguesas. O filme chega a Portugal com mais de um ano de atraso, depois da presença no festival de Veneza em 2007.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img width="300" height="208" alt="" src="http://mostra.uol.com.br/31/images/filmes/120.jpg" title="Mal Nascida" class="alignleft" /></p>
<p>O novo filme de Jo&atilde;o Canijo, com argumento do realizador e de <a href="http://www.imdb.com/name/nm0693553/" linkindex="82" set="yes">Celine Pouillon</a>, &laquo;Mal Nascida&quot;, acaba de estrear nas salas de cinema portuguesas. O filme chega a Portugal com mais de um ano de atraso, depois da presen&ccedil;a no festival de Veneza em 2007.</p>
<p>A sinopse do filme dispon&iacute;vel no <a target="_blank" href="http://www.clapfilmes.pt/malnascida/">site oficial</a> &eacute;:</p>
<p>&quot;L&uacute;cia &eacute; uma mal nascida, uma mal amada &eacute; a eterna vi&uacute;va do seu pai. Um grito antes de ser um corpo, enlouquecida, maltratada e humilhada, sobrevive enlutada com a lembran&ccedil;a do crime e da trai&ccedil;&atilde;o da m&atilde;e, grita a sua dor inconsol&aacute;vel para n&atilde;o dar descanso nem paz aos assassinos do pai. Vive na esperan&ccedil;a desesperada do regresso do irm&atilde;o para cumprir a promessa de vingar o sangue do pai.&quot;  O filme adapta o Mito de Electra a uma aldeia do Portugal profundo e &eacute; o segundo filme de uma trilogia inacabada (o primeiro fora &laquo;Noite Escura&raquo;). Mas a melhor forma de entender este projecto &eacute; ler as palavras do pr&oacute;prio realizador na sua nota de inten&ccedil;&otilde;es:<em> &laquo;A grosseria resulta do esfor&ccedil;o e da impossibilidade de dar forma a um fundo visceral sem forma.&raquo; &laquo;O pior na grosseria, n&atilde;o &eacute; a ru&iacute;na da forma, mas a arrog&acirc;ncia em julgar-se forma : viol&ecirc;ncia caracter&iacute;stica do burgesso.&raquo; Jos&eacute; Gil</em>  <em>&laquo;Portugal &eacute; um pa&iacute;s de brandos costumes.&raquo; Afirma&ccedil;&atilde;o falsa, porque n&atilde;o h&aacute; nada de brando nos costumes da prov&iacute;ncia profunda dos crimes mesquinhos. Nesse mundo distante e dissimulado reina o s&oacute;rdido e a viol&ecirc;ncia bo&ccedil;al. E &eacute; nesse mundo escondido de viol&ecirc;ncia e situa&ccedil;&otilde;es limite que &eacute; revisitado o mito de Electra, o confronto de uma filha com a m&atilde;e que foi incapaz de a amar.</em>  <em>Uma m&atilde;e que d&aacute; a vida devia dar ao mesmo tempo o amor incondicional, uma m&atilde;e devia dar a ilus&atilde;o do amor absoluto. Se &eacute; a m&atilde;e a trair a confian&ccedil;a no amor o ressentimento torna-se desmedido, s&oacute; resta o rancor que cresce na espera da vingan&ccedil;a, o rancor e o desejo de vingan&ccedil;a tornam-se necessidades de sobreviv&ecirc;ncia. Jo&atilde;o Canijo</em></p>
<p>O trailer est&aacute; dispon&iacute;vel <a target="_blank" href="http://videos.sapo.pt/ggiyYYpAZDQIJDOnmFBZ">aqui</a>, bem como uma <a target="_blank" href="http://videos.sapo.pt/YyufqqeBQEIOSA3V37zu">entrevista</a> ao realizador.</p>
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		<title>&#8220;Terra Sonâmbula&#8221; em estreia</title>
		<link>http://argumentistas.org/2008/05/filmes-portugueses-em-estreia-2/</link>
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		<pubDate>Thu, 08 May 2008 09:16:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Ribas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[estreias]]></category>
		<category><![CDATA[Teresa Prata]]></category>
		<category><![CDATA[Terra Sonâmbula]]></category>
		<category><![CDATA[trailer]]></category>

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		<description><![CDATA[Terra Sonâmbula, um filme de Teresa Prata, estreia em 2 salas em Lisboa. O argumento é da realizadora a partir do romance homónimo de Mia Couto.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Terra Son&acirc;mbula</strong>, um filme de Teresa Prata, estreia em 2 salas em Lisboa. O argumento &eacute; da realizadora a partir do romance hom&oacute;nimo de Mia Couto.</p>
<p>Sinopse <a href="http://cinecartaz.publico.pt/filme.asp?id=198883">P&uacute;blico</a>: Adapta&ccedil;&atilde;o do livro hom&oacute;nimo de Mia Couto e estreia na realiza&ccedil;&atilde;o de Teresa Prata, &eacute; a hist&oacute;ria de Muidinga, no in&Atilde;&iacute;cio da d&eacute;cada de 90, em que os efeitos da Guerra Civil ainda se fazem sentir, mesmo tendo ela chegado ao fim. Muidinga n&atilde;o se lembra do passado e foi encontrado pelo velho Tahir, que &eacute; um po&ccedil;oo de hist&oacute;rias e que o trata como um filho. Um dia, Muidinga encontra ao lado de um cad&aacute;ver um di&aacute;rio. No manuscrito, l&ecirc; a hist&oacute;ria de uma mulher que procura o filho e &agrave;  medida que continua a ler a hist&oacute;ria do filho daquela mulher come&ccedil;a a cruzar-se com a sua pr&oacute;pria viv&ecirc;ncia. &Eacute; a&iacute;&shy; que Muidinga decide procur&aacute;-la, numa viagem marcada pelo imagin&aacute;rio fant&aacute;stico de Mia Couto.</p>
<p><embed width="400" height="322" src="http://rd3.videos.sapo.pt/play?file=http://rd3.videos.sapo.pt/WUunNJvf4Vk1yQlczyMt/mov/1" type="application/x-shockwave-flash"></embed></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Estreia de &#8220;A Ilha dos Escravos&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 08 May 2008 09:10:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Ribas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[A Ilha dos escravos]]></category>
		<category><![CDATA[António Torrado]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[estreias]]></category>
		<category><![CDATA[Francisco Manso]]></category>
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		<description><![CDATA[A Ilha dos Escravos, um filme de Francisco Manso, estreia em 2 Salas em Lisboa, 1 no Porto e 1 em Sintra. O argumento é do escritor António Torrado.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A Ilha dos Escravos</strong>, um filme de Francisco Manso, estreia em 2 Salas em Lisboa, 1 no Porto e 1 em Sintra. O argumento &eacute; do escritor Ant&oacute;nio Torrado.</p>
<p>Site Oficial <a href="http://www.ilhadosescravos.com/">aqui</a>.</p>
<p>Sinopse P&uacute;blico: No s&eacute;culo XIX, durante uma revolta de miguelistas exilados em Cabo Verde, desenvolve-se um tri&acirc;ngulo amoroso entre a filha de um fazendeiro, um escravo e um oficial miguelista. Um grupo de oficiais, desterrado no arquip&eacute;lago, devido &agrave;  derrota dos partid&aacute;rios do infante D. Miguel no confronto portugu&ecirc;s, instiga um levantamento de tropas na Cidade da Praia. Os rebeldes, contrariando as suas pr&oacute;prias convic&ccedil;&otilde;es antiliberais, tentam aliciar para o seu lado a popula&ccedil;&atilde;o de escravos, &agrave;  falta de outros meios humanos para atingirem os seus objectivos. Conspira&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tico-militar por um lado, insurrei&ccedil;&atilde;o de escravos por outro, a ilha transformar-se-&aacute; num barril de p&oacute;lvora. O argumento de &quot;A Ilha dos Escravos&quot; foi escrito por Ant&oacute;nio Torrado, inspirado no romance &quot;O Escravo&quot;, escrito em 1856 pelo portugu&ecirc;s Evaristo de Almeida, desterrado em Cabo Verde.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><embed width="400" height="322" type="application/x-shockwave-flash" src="http://rd3.videos.sapo.pt/play?file=http://rd3.videos.sapo.pt/PHKR04QnFzB9BqCs03fi/mov/1"></embed></p>
<p>&nbsp;</p>
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