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	<title>argumentistas.orgStory | argumentistas.org</title>
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	<description>Associação Portuguesa de Argumentistas e Dramaturgos</description>
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		<title>McKee volta a Portugal</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Oct 2009 11:14:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Ribas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Formação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Robert McKee]]></category>
		<category><![CDATA[Story]]></category>

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		<description><![CDATA[Robert McKee estará de novo em Portugal, no próximo mês de Novembro. Desta vez, falará de género (thriller, comédia e "love story").]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O guru do Argumento, Robert McKee, estar&aacute; de novo em Portugal em Novembro. O autor americano j&aacute; c&aacute; tinha estado no ano passado e a Revista APAD dedicou-lhe um <a href="http://argumentistas.org/2009/03/relatorio-mckee/">relat&oacute;rio</a> da autoria de Manuel Pureza, que esteve l&aacute; presente. Tamb&eacute;m Jorge Palinhos escreveu sobre o <a href="http://argumentistas.org/2009/03/kaufman-vs-mckee/">livro &quot;Story&quot;</a>, da autoria de McKee.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p>ROBERT MCKEE DE NOVO EM PORTUGAL</p>
<p>O mais conhecido e respeitado especialista mundial na &aacute;rea da escrita de argumentos vai estar de novo em Lisboa nos dias 13, 14 e 15 de Novembro, para apresentar os Semin&aacute;rios Genre Thriller, Genre Comedy e Genre Love Story. </p>
<p>O evento decorrer&aacute; em Lisboa, no Teatro Aberto e ter&aacute; a dura&ccedil;&atilde;o de tr&ecirc;s dias.</p>
<p>Condi&ccedil;&otilde;es de pagamento especiais para estudantes, por favor contacte cristina@mixreel.net ou (+351) 916 171 100, queremos ajud&aacute;-lo a estar no Genre Lisboa 2009.</p>
<p>Para mais informa&ccedil;&otilde;es consulte <a href="http://www.mixreel.net">www.mixreel.net</a> ou <a href="http://www.mckeestory.com">www.mckeestory.com</a>, ou pe&ccedil;a informa&ccedil;&otilde;es atrav&eacute;s do e-mail mckee@mixreel.net.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Relatório McKee</title>
		<link>http://argumentistas.org/2009/03/relatorio-mckee/</link>
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		<pubDate>Mon, 16 Mar 2009 23:41:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Ribas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Actual]]></category>
		<category><![CDATA[Dossier]]></category>
		<category><![CDATA[Robert McKee]]></category>
		<category><![CDATA[Story]]></category>

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		<description><![CDATA[O Seminário «Story» de Robert Mckee passou por Portugal em Novembro último. Manuel Pureza esteve lá e conta-nos os bastidores de o mais célebre programa de formação em guionismo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='series_toc'><h3>Índice: Revista#2</h3><ol><li><a href='http://argumentistas.org/2009/03/editorial-revista-apad-2/' title='Editorial &#8211; Dossier APAD 2'>Editorial &#8211; Dossier APAD 2</a></li><li><a href='http://argumentistas.org/2009/03/nuno-artur-silva-sobre-as-pf/' title='Nuno Artur Silva sobre as PF'>Nuno Artur Silva sobre as PF</a></li><li><a href='http://argumentistas.org/2009/03/adriano-luz-sobre-a-casa-da-criacao/' title='Adriano Luz sobre a Casa da Criação'>Adriano Luz sobre a Casa da Criação</a></li><li><a href='http://argumentistas.org/2009/03/nuno-bernardo-sobre-a-beactive/' title='Nuno Bernardo sobre a beActive'>Nuno Bernardo sobre a beActive</a></li><li><a href='http://argumentistas.org/2009/03/empresas-de-guionistas-directorio/' title='Empresas de guionistas &#8211; directório'>Empresas de guionistas &#8211; directório</a></li><li><a href='http://argumentistas.org/2009/03/alexandre-valente-e-o-seu-second-life/' title='Alexandre Valente e o seu &#8220;Second Life&#8221;'>Alexandre Valente e o seu &#8220;Second Life&#8221;</a></li><li>Relatório McKee</li><li><a href='http://argumentistas.org/2009/03/kaufman-vs-mckee/' title='Livros: Kaufman vs. McKee'>Livros: Kaufman vs. McKee</a></li><li><a href='http://argumentistas.org/2009/03/sobre-os-direitos-de-autor-do-argumentista/' title='Sobre os Direitos de Autor do Argumentista'>Sobre os Direitos de Autor do Argumentista</a></li><li><a href='http://argumentistas.org/2009/03/the-day-the-earth-stood-still-analise-comparativa/' title='The Day the Earth Stood Still: Análise Comparativa'>The Day the Earth Stood Still: Análise Comparativa</a></li><li><a href='http://argumentistas.org/2009/03/italiano-para-principiantes/' title='Italiano para Principiantes: uma luminosa lição de simplicidade narrativa'>Italiano para Principiantes: uma luminosa lição de simplicidade narrativa</a></li><li><a href='http://argumentistas.org/2009/03/faust/' title='Faust'>Faust</a></li></ol></div> <hr />
<p>por Manuel Pureza <br />
<span style="font-size: smaller;"><em>(Manuel Pureza &eacute; assistente de realiza&ccedil;&atilde;o e realizador, tendo vencido o Primeiro Pr&eacute;mio de Cinema Universit&aacute;rio no Festival Castelo em Imagens em 2006, presidido por Lauro Ant&oacute;nio, com a curta &quot;Os Conquistadores&quot; e tendo estado presente na primeira edi&ccedil;&atilde;o do MoteLX com a curta &quot;Room/Mate&quot;. &Eacute; actualmente presidente da Uzi Filmes &#8211; associa&ccedil;&atilde;o juvenil de cinema.)</em></span></p>
<p align="justify" style="margin-bottom: 0.14in;" class="western"><img width="339" height="239" alt="mckee" src="http://argumentistas.org/wp-content/uploads/mckee.jpg" title="mckee" class="alignnone size-full wp-image-456" /></p>
<p style="margin-bottom: 0.14in; text-align: left;" class="western">Em Novembro do ano que passou, Robert McKee esteve em Lisboa com o seu famoso semin&aacute;rio <em>Story</em>. Organizado em Portugal pela MixReel, o semin&aacute;rio teve lugar na Escola Superior de Comunica&ccedil;&atilde;o Social de Lisboa, tendo sido precedido por uma curta sess&atilde;o na Fnac.</p>
<p style="margin-bottom: 0.14in; text-align: left;" class="western">Foi, creio, mais do que o mero interesse de profissionais do meio que comp&ocirc;s o audit&oacute;rio onde as sess&otilde;es se realizaram. A fama de Robert McKee e do seu livro s&atilde;o transversais a muitas &aacute;reas e chega aos interessados sob diversas formas (quem n&atilde;o se lembra de Brian Cox a interpret&aacute;-lo em <em>Adaptation</em>?) e isso ficou claro no p&uacute;blico que esteve presente.</p>
<p style="margin-bottom: 0.14in; text-align: left;" class="western">A leitura (ou n&atilde;o) de <em>Story</em> <em>a prior</em>i, teve, por certo, efeitos diferentes entre quem assistiu ao semin&aacute;rio. As reac&ccedil;&otilde;es finais n&atilde;o foram consensuais precisamente por isso. H&aacute; quem tenha visto no semin&aacute;rio uma esp&eacute;cie de &ldquo;encena&ccedil;&atilde;o<em>&rdquo; ipsis verbis </em>das palavras escritas no livro; h&aacute; quem tenha visto nisso um complemento &agrave; medida. De uma maneira ou de outra, Robert McKee &eacute; uma figura incontorn&aacute;vel da escrita de argumento e o seu livro uma boa reflex&atilde;o sobre os modelos aristot&eacute;licos.</p>
<p style="margin-bottom: 0.14in; text-align: left;" class="western">Deixando claro que n&atilde;o apresenta uma f&oacute;rmula com essa sua reflex&atilde;o, mas que antes faz uma esp&eacute;cie de levantamento das formas intr&iacute;nsecas aos v&aacute;rios tipos de narrativas, o autor divide este seu semin&aacute;rio em tr&ecirc;s dias, sendo o primeiro centrado na ideia do &ldquo;escritor e a arte da hist&oacute;ria&rdquo;, come&ccedil;ando com um <em>breakdown</em> do conceito de estrutura, e da maneira como ela varia e responde a circunst&acirc;ncias, personagens, g&eacute;neros e sentidos. A tabela de conte&uacute;dos para este dia oferecia outros pontos de interesse mais abstractos que n&atilde;o foram de todo inclu&iacute;dos na apresenta&ccedil;&atilde;o, ou que de certa maneira ficaram demasiado dilu&iacute;dos num discurso j&aacute; quase mec&acirc;nico e autom&aacute;tico (recorde-se que <em>Story</em> come&ccedil;ou por ser apresentado sobre a forma de semin&aacute;rio em 1983). O segundo dia de semin&aacute;rio aprofundava a no&ccedil;&atilde;o dos elementos da estrutura, como &ldquo;os princ&iacute;pios da constru&ccedil;&atilde;o de uma hist&oacute;ria&rdquo;, sendo salientadas as no&ccedil;&otilde;es: dos tr&ecirc;s actos e sua constru&ccedil;&atilde;o, das cenas, de composi&ccedil;&atilde;o, crise, cl&iacute;max e resolu&ccedil;&atilde;o, e antagonismos. O terceiro dia fechava as no&ccedil;&otilde;es intr&iacute;nsecas &agrave; estrutura, refor&ccedil;ando a ideia de constru&ccedil;&atilde;o da personagem, que vagueia por um mundo de for&ccedil;as em oposi&ccedil;&atilde;o que geram problemas e uma procura de solu&ccedil;&otilde;es. O semin&aacute;rio fechou com a an&aacute;lise cena a cena do filme <em>Casablanca</em>, considerado por McKee como o mais brilhante script alguma vez escrito para a tela, sendo sabido, no entanto, que muitos cr&iacute;ticos apontam o filme como n&atilde;o tendo tido nunca um script pr&eacute;-definido e que tudo era feito numa base de trabalho di&aacute;rio de altera&ccedil;&otilde;es substanciais, como se pode comprovar na sec&ccedil;&atilde;o de <em>trivia</em> do <em>Internet Movie Database</em> (IMDB).</p>
<p style="margin-bottom: 0.14in; text-align: left;" class="western">Estruturado desta forma, o semin&aacute;rio &eacute;, sobretudo, uma oportunidade de reflex&atilde;o conjunta com quem se dedicou, de facto, a uma vida de an&aacute;lise e cogita&ccedil;&atilde;o sobre escrita de argumento. Por um lado essa reflex&atilde;o conjunta sai, para alguns, posta em causa a partir do momento em que se nota um &ldquo;piloto autom&aacute;tico&rdquo; por detr&aacute;s de toda a apresenta&ccedil;&atilde;o dos conte&uacute;dos. A adaptabilidade dos conceitos a exemplos de novos filmes ou a novas reflex&otilde;es sobre a verdadeira contemporaneidade da crise narrativa mundial trariam, por certo, novas reac&ccedil;&otilde;es e conclus&otilde;es a quem faz este semin&aacute;rio. Por outro lado, a oportunidade de ultrapassar a mera leitura destas &ldquo;ideias sobre escrever&rdquo; para uma discuss&atilde;o pr&aacute;tica com algu&eacute;m que &eacute;, sobretudo, inspirador no seu <em>approach</em> &eacute; algo que n&atilde;o s&oacute; se acrescenta ao curriculum e tem o valor que tem, como deixa em quem se contagia com estas coisas, a vontade de escrever.</p>
<p style="margin-bottom: 0.14in; text-align: left;" class="western">Robert McKee, n&atilde;o sendo de todo o g&eacute;nero de pedagogo que aproveita o di&aacute;logo com o aluno ou a interactividade, porque de facto ele &eacute; tal e qual a sua interpreta&ccedil;&atilde;o no filme de Charlie Kaufman (a palavra <em>fuck</em> entrou no discurso variad&iacute;ssimas vezes e os berros autorit&aacute;rios calaram quem tecia coment&aacute;rios), &eacute; um sistematizador nato. O trabalho de restauro e reciclagem feito por ele aos princ&iacute;pios aristot&eacute;licos centra-se na compartimenta&ccedil;&atilde;o de conceitos em linhas orientadoras poss&iacute;veis e n&atilde;o numa matem&aacute;tica estanque, pr&oacute;pria de, por exemplo, Syd Field ou noutra perspectiva Lew Hunter. &Eacute; nesse cen&aacute;rio de possibilidade, de hip&oacute;tese destas formas constru&iacute;do por McKee que toda a sua teoria se desenrola.</p>
<p style="margin-bottom: 0.14in; text-align: left;" class="western">A import&acirc;ncia deste semin&aacute;rio, no meu entender vai muito ao encontro da ideia de <em>empowerment,</em> na perspectiva de contacto directo com um perito e suas teorias. Num cen&aacute;rio em que a n&iacute;vel mundial, as narrativas, segundo consta, est&atilde;o em crise, creio n&atilde;o poder dizer-se que o cinema portugu&ecirc;s, ou as suas hist&oacute;rias, estejam inclu&iacute;dos neste enorme lugar comum. Toda a generaliza&ccedil;&atilde;o &eacute; perigosa, sobretudo numa altura em que &agrave; dicotomia entre o cinema europeu e o americano, come&ccedil;a a acrescentar-se uma enorme e valorosa produ&ccedil;&atilde;o asi&aacute;tica, cada vez mais reconhecida. Enquadramos tamb&eacute;m essa produ&ccedil;&atilde;o em crescendo num cen&aacute;rio de crise? Ou haver&aacute; no Oriente novas hist&oacute;rias? Ou n&atilde;o ser&atilde;o as hist&oacute;rias do Oriente hiper humanas nas sensa&ccedil;&otilde;es que perpassam nas personagens, mas ao mesmo tempo carregadas de elementos visuais novos e ind&iacute;genas? N&atilde;o creio que em Portugal se esteja a um n&iacute;vel de crise. Se um homem n&atilde;o tiver dinheiro e n&atilde;o precisar dele, a crise econ&oacute;mica afecta-o? Mais que pensarmos de antem&atilde;o que nos enquadramos num cen&aacute;rio de decad&ecirc;ncia dos her&oacute;is, ou das hist&oacute;rias, do panorama/cen&aacute;rio em que j&aacute; tudo foi contado, devemos aprender a contar hist&oacute;rias, um dos h&aacute;bitos mais ancestrais da exist&ecirc;ncia humana, mas igualmente um dos mais dif&iacute;ceis. Essa aprendizagem deve ser feita nunca esquecendo que &eacute; na circunst&acirc;ncia em que vivemos, Portugal, s&eacute;culo XXI, que se encontra a novidade para quem n&atilde;o &eacute; de c&aacute;, mas tamb&eacute;m o denominador comum das emo&ccedil;&otilde;es humanas que faz com que quem v&ecirc;, l&ecirc; ou ouve a hist&oacute;ria, possa ter ao mesmo tempo surpresa nos elementos portugueses e identifica&ccedil;&atilde;o com o factor humano que est&aacute; na tela.</p>
<p style="margin-bottom: 0.14in; text-align: left;" class="western">Em Portugal temos, segundo penso, de estar mais pr&oacute;ximos de todas as teorias que, de uma maneira ou de outra, libertaram criadores, deram suporte a escritores, realizadores ou at&eacute; mesmo produtores. A especificidade da escrita para o cinema requer de quem o fa&ccedil;a um conhecimento actual de todo um processo evolutivo do pensar as hist&oacute;rias, partindo de Arist&oacute;teles, passando por Campbell e o seu <em>The Hero With a Thousand Faces</em>, at&eacute; Vogler com <em>The Writer&rsquo;s Journey</em> (de resto sendo este uma reflex&atilde;o sobre o trabalho de Campbell), passando por Mamet, Field e Mckee com <em>Story</em>.</p>
<p style="margin-bottom: 0.14in; text-align: left;" class="western">Conclus&otilde;es &agrave; parte, este semin&aacute;rio, para o bem da consci&ecirc;ncia art&iacute;stica e de <em>craft</em> de cada interessado, devia tomar posi&ccedil;&atilde;o como o primeiro de muitos outros dos mais diversos quadrantes de cria&ccedil;&atilde;o para cinema e n&atilde;o s&oacute;. N&atilde;o podemos ter medo de assumir que &agrave;s vezes, livros como <em>Story</em> s&atilde;o, de facto, bons &ldquo;comprimidos de adrenalina&rdquo;, como o comprova a pr&oacute;pria propaganda de McKee ao enunciar a quantidade de alunos seus (de Kirk Douglas a John Cleese) que vingaram como <em>screenwriters</em>.</p>
 <div class='series_links'><a href='http://argumentistas.org/2009/03/alexandre-valente-e-o-seu-second-life/' title='Alexandre Valente e o seu &#8220;Second Life&#8221;'>Artigo anterior</a> <a href='http://argumentistas.org/2009/03/kaufman-vs-mckee/' title='Livros: Kaufman vs. McKee'>Próximo artigo</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Livros: Kaufman vs. McKee</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Mar 2009 23:40:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Ribas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A bibliografia sobre argumento/guião é extensa, mas alguns títulos são demasiado importantes para não serem lidos. Razão para se iniciar uma análise aos mais importantes livros sobre o assunto. Começamos por «Story», de Robert Mckee.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='series_toc'><h3>Índice: Revista#2</h3><ol><li><a href='http://argumentistas.org/2009/03/editorial-revista-apad-2/' title='Editorial &#8211; Dossier APAD 2'>Editorial &#8211; Dossier APAD 2</a></li><li><a href='http://argumentistas.org/2009/03/nuno-artur-silva-sobre-as-pf/' title='Nuno Artur Silva sobre as PF'>Nuno Artur Silva sobre as PF</a></li><li><a href='http://argumentistas.org/2009/03/adriano-luz-sobre-a-casa-da-criacao/' title='Adriano Luz sobre a Casa da Criação'>Adriano Luz sobre a Casa da Criação</a></li><li><a href='http://argumentistas.org/2009/03/nuno-bernardo-sobre-a-beactive/' title='Nuno Bernardo sobre a beActive'>Nuno Bernardo sobre a beActive</a></li><li><a href='http://argumentistas.org/2009/03/empresas-de-guionistas-directorio/' title='Empresas de guionistas &#8211; directório'>Empresas de guionistas &#8211; directório</a></li><li><a href='http://argumentistas.org/2009/03/alexandre-valente-e-o-seu-second-life/' title='Alexandre Valente e o seu &#8220;Second Life&#8221;'>Alexandre Valente e o seu &#8220;Second Life&#8221;</a></li><li><a href='http://argumentistas.org/2009/03/relatorio-mckee/' title='Relatório McKee'>Relatório McKee</a></li><li>Livros: Kaufman vs. McKee</li><li><a href='http://argumentistas.org/2009/03/sobre-os-direitos-de-autor-do-argumentista/' title='Sobre os Direitos de Autor do Argumentista'>Sobre os Direitos de Autor do Argumentista</a></li><li><a href='http://argumentistas.org/2009/03/the-day-the-earth-stood-still-analise-comparativa/' title='The Day the Earth Stood Still: Análise Comparativa'>The Day the Earth Stood Still: Análise Comparativa</a></li><li><a href='http://argumentistas.org/2009/03/italiano-para-principiantes/' title='Italiano para Principiantes: uma luminosa lição de simplicidade narrativa'>Italiano para Principiantes: uma luminosa lição de simplicidade narrativa</a></li><li><a href='http://argumentistas.org/2009/03/faust/' title='Faust'>Faust</a></li></ol></div> <hr />
<p>
por Jorge Palinhos<em><span style="font-size: smaller;"> <br />
(Al&eacute;m de trabalhar como tradutor e coordenador editorial, Jorge Palinhos publicou tr&ecirc;s pe&ccedil;as de teatro, das quais duas foram premiadas com o Pr&eacute;mio Miguel Rovisco e o Pr&eacute;mio Manuel Deniz-Jacinto. Tem tamb&eacute;m escrito gui&otilde;es para curtas-metragens de cinema de anima&ccedil;&atilde;o e de imagem real, algumas das quais foram j&aacute; produzidas ou est&atilde;o em fase de produ&ccedil;&atilde;o.)</span></em></p>
<p><img width="189" height="285" alt="story" src="http://argumentistas.org/wp-content/uploads/story.jpg" title="story" class="alignnone size-full wp-image-470" /></p>
<p><strong>Story &ndash; Substance, Structure, Style and the Principles of Screenwriting</strong> Robert McKee Regan Books Nova Iorque 1997  <em>Adaptation</em>, ou <em>Inadaptado</em>, em portugu&ecirc;s, escrito por Charlie Kaufman, &eacute; provavelmente um dos filmes mais vistos pelos guionistas do cinema ocidental. Nele retrata-se Charlie Kaufman, um guionista conceituado em busca um sentido pessoal para a adapta&ccedil;&atilde;o de um livro de n&atilde;o-fic&ccedil;&atilde;o sobre orqu&iacute;deas. Charlie tem um irm&atilde;o, Donald Kaufman, que, decidido a enveredar por uma carreira de sucesso como argumentista de Hollywood, frequenta alguns cursos de escrita de argumento, escreve um thriller e consegue de imediato contratos milion&aacute;rios, enquanto Charlie continua a marcar passo no seu esfor&ccedil;o por um hist&oacute;ria original e com significado.  Donald, e Charlie mais tarde, recorrem ao livro e semin&aacute;rio Story, de Robert McKee, interpretado no filme por Brian Cox, e os conselhos deste acabam por garantir o sucesso profissional de Donald e a resolu&ccedil;&atilde;o, mesmo que a contragosto, dos problemas de Charlie.</p>
<p>Se o livro e semin&aacute;rio de Robert McKee eram j&aacute; afamados em Hollywood, a sua cita&ccedil;&atilde;o ficcional em Inadaptado tornou-o culto mundial, sendo hoje McKee o mais influente guru da escrita para audiovisual e Story a obra de refer&ecirc;ncia de muitos guionistas.  Story &eacute; um tomo de mais de 400 p&aacute;ginas preenchidas por uma linguagem l&iacute;mpida e opinativa, que cobre praticamente todos os aspectos da escrita para cinema. Partindo de Arist&oacute;teles, figura tutelar deste g&eacute;nero de livros, McKee defende que a import&acirc;ncia das hist&oacute;rias se deve &agrave; sua capacidade de nos interpelarem eticamente e revelarem caminhos de vida, numa altura em que outras formas de conhecimento, como a filosofia, a ci&ecirc;ncia e a religi&atilde;o se tornaram demasiado esot&eacute;ricas ou vazias para o grande p&uacute;blico. Da&iacute;, entende autor, se explica o enorme incremento da arte narrativa em todo o lado: livros, filmes, teatro, televis&atilde;o, jogos, Internet, etc.  S&oacute; que, insiste McKee, apesar da quantidade, esta arte est&aacute; em decl&iacute;nio devido &agrave; perda de valores sociais comuns e &agrave; perda do craft &ndash; a oficina de contar hist&oacute;rias.</p>
<p>Se nos EUA proliferam cursos de escrita criativa e guionismo, McKee acusa estes cursos de encarem a narrativa do lado de fora, focando aspectos como a linguagem e os c&oacute;digos e esquecendo os princ&iacute;pios intr&iacute;nsecos da narrativa. A narrativa &eacute; 75% de estrutura e 25% do resto, diz o autor, por isso o seu livro assenta baterias na quest&atilde;o estrutural, come&ccedil;ando por apresentar alguma terminologia b&aacute;sica da estrutura narrativa como: estrutura, evento, valores da hist&oacute;ria, cena, beat, sequ&ecirc;ncia e acto; e debru&ccedil;ando-se depois sobre aquilo que McKee designa por tri&acirc;ngulo de enredos.  Este tri&acirc;ngulo tem como v&eacute;rtices tr&ecirc;s concep&ccedil;&otilde;es narrativas: a concep&ccedil;&atilde;o cl&aacute;ssica ou arqui-enredo, a concep&ccedil;&atilde;o minimalista ou mini-enredo e a anti-estrutura ou anti-enredo. A primeira concep&ccedil;&atilde;o, o arqui-enredo, &eacute; descrita como uma hist&oacute;ria de uma personagem que luta contra for&ccedil;as de antagonismo exteriores para conseguir o seu desejo profundo, at&eacute; um final fechado de mudan&ccedil;a absoluta e irrevers&iacute;vel.</p>
<p>A segunda concep&ccedil;&atilde;o, o mini-enredo, consiste numa redu&ccedil;&atilde;o destes princ&iacute;pios &agrave; sua ess&ecirc;ncia, enquanto o anti-enredo, a terceira concep&ccedil;&atilde;o, tenta inverter os princ&iacute;pios cl&aacute;ssicos da narrativa. Se &agrave; partida a tese parece clara, logo adiante, McKee reconhece a exist&ecirc;ncia de mais dois tipos de enredo: o n&atilde;o-enredo (hist&oacute;rias sem progress&atilde;o narrativa ou estudos de personagem) e o multi-enredo (em que a narrativa &eacute; fragmentada em v&aacute;rias narrativas de v&aacute;rias personagens). Para evitar transformar o seu tri&acirc;ngulo num pent&aacute;gono, o autor coloca o n&atilde;o-enredo fora do tri&acirc;ngulo e arruma o multi-enredo num lado entre os v&eacute;rtices arqui-enredo e mini-enredo.  O objectivo desta constru&ccedil;&atilde;o algo artificial &eacute; a defesa da superioridade do enredo cl&aacute;ssico, ou arqui-enredo, sobre os outros. Tal superioridade assentar&aacute; em aspectos mentais &#8211; o arqui-enredo &eacute; o que melhor reproduz a forma como analisamos a nossa pr&oacute;pria experi&ecirc;ncia &#8211; e pragm&aacute;ticos &#8211; est&aacute; subjacente &agrave;s hist&oacute;rias com mais sucesso comercial.</p>
<p>No in&iacute;cio de Inadaptado, o protagonista busca o sentido da adapta&ccedil;&atilde;o do livro The Orchid Thief, mas ap&oacute;s o semin&aacute;rio de McKee, a explora&ccedil;&atilde;o das personagens passa para segundo plano e assistimos ao desenrolar da constru&ccedil;&atilde;o narrativa. Ser&aacute; que passamos de um mini-enredo ou de um n&atilde;o-enredo para um arqui-enredo? N&atilde;o &eacute; f&aacute;cil aplicar na pr&aacute;tica as diferen&ccedil;as entre estas classifica&ccedil;&otilde;es: a partir de que momento &eacute; que um arqui-enredo passa a ser um mini-enredo? E como distinguir um n&atilde;o-enredo de um mini-enredo? Quantas personagens s&atilde;o precisas para fazer um multi-enredo?  A quest&atilde;o de o arqui-enredo ser o enredo cl&aacute;ssico, sendo os outros inven&ccedil;&otilde;es recentes, parece-me d&uacute;bia. Eur&iacute;pides j&aacute; havia no seu tempo virado de pernas para o ar as no&ccedil;&otilde;es de trag&eacute;dia e com&eacute;dia, D. Quixote, considerado o primeiro romance moderno, j&aacute; tinha subvertido as regras do romance e em Hamlet temos o pr&oacute;prio protagonista a protelar ao m&aacute;ximo o conflito dram&aacute;tico que o afecta.</p>
<p>McKee aborda em seguida a quest&atilde;o dos g&eacute;neros. Num cap&iacute;tulo curto, onde consegue abranger nada menos que 25 g&eacute;neros diferentes, com breves caracteriza&ccedil;&otilde;es e exemplos, o autor limita-se a juntar os g&eacute;neros de enredos cl&aacute;ssicos (Policial, Terror, Com&eacute;dia), com varia&ccedil;&otilde;es temporais (Drama Hist&oacute;rico), quest&otilde;es de verosimilhan&ccedil;a (Biografia, Docudrama) e t&eacute;cnica (Anima&ccedil;&atilde;o, Musical), chegando a classificar (de modo pouco abonat&oacute;rio) o Art Film como g&eacute;nero, e admitindo que todos estes g&eacute;neros se misturam e ramificam uns nos outros. Para McKee, o g&eacute;nero tem interesse enquanto quadro de expectativas da audi&ecirc;ncia e estrutura para os guionistas, qual rima e m&eacute;trica da narrativa. Contudo, ao longo do livro o autor d&aacute; poucas pistas sobre o uso do g&eacute;nero para a constru&ccedil;&atilde;o do gui&atilde;o.  Inadaptado come&ccedil;a como um filme sem g&eacute;nero, ou talvez art film, e, ap&oacute;s o semin&aacute;rio de McKee, transforma-se num thriller, seguindo escrupulosamente todas as regras deste g&eacute;nero, tornando-se, por&eacute;m, indistinto de outros filmes similares.</p>
<p>Tendo aberto o caminho para o destino onde queria chegar, McKee lan&ccedil;a-se finalmente naquilo que lhe interessa: a constru&ccedil;&atilde;o do suposto enredo cl&aacute;ssico ou arqui-enredo. Este &eacute; o cora&ccedil;&atilde;o e alma do livro. McKee analisa com profundidade e abrang&ecirc;ncia a estrutura f&iacute;lmica cl&aacute;ssica de Hollywood. Fala da necessidade de ter uma ideia controladora da hist&oacute;ria, da constru&ccedil;&atilde;o do enredo como constru&ccedil;&atilde;o ret&oacute;rica de uma demonstra&ccedil;&atilde;o argumentativa &#8211; ideia proposta por Lajos Egri, mas que McKee n&atilde;o cita -, da aprecia&ccedil;&atilde;o de valores, da progress&atilde;o de argumentos e contra-argumentos at&eacute; &agrave; demonstra&ccedil;&atilde;o final (positiva, negativa ou ir&oacute;nica), do desejo do protagonista como motor da hist&oacute;ria, da empatia entre protagonista e p&uacute;blico, da constru&ccedil;&atilde;o de situa&ccedil;&otilde;es de risco emocionalmente significativas, da constru&ccedil;&atilde;o do incidente inicial, do incremento das complica&ccedil;&otilde;es, da arquitectura dos actos, do ritmo, dos subenredos, da constru&ccedil;&atilde;o das cenas, do texto e subtexto, do cl&iacute;max, dos turning points, da composi&ccedil;&atilde;o, da progress&atilde;o, da ascens&atilde;o, da crise, da resolu&ccedil;&atilde;o, etc., etc.</p>
<p>S&atilde;o cap&iacute;tulos repletos de observa&ccedil;&otilde;es perspicazes sobre constru&ccedil;&atilde;o &#8211; por exemplo: a utiliza&ccedil;&atilde;o de subenredos para retardar o incidente inicial, a necessidade de restringir o n&uacute;mero de cl&iacute;maxes, o cl&iacute;max como imagem-chave de todo o enredo, a distin&ccedil;&atilde;o entre sistemas de imagens internas e externas &ndash; que constituem um dos mais incontorn&aacute;veis estudos recentes sobre estrutura narrativa do cinema cl&aacute;ssico americano. Do cinema cl&aacute;ssico americano, pois Story ignora quase por completo quase todas as experi&ecirc;ncias narrativas recentes, como os pr&oacute;prios filmes de Charlie Kaufman, de Quentin Tarantino, de Christopher Nolan, dos irm&atilde;os Coen, e outras cinematografias, por vezes de tanto sucesso como a americana, como o cinema asi&aacute;tico, o cinema indiano e at&eacute; o cinema europeu.</p>
<p>Em Inadaptado, ap&oacute;s o semin&aacute;rio de McKee, a hist&oacute;ria torna-se num thriller previs&iacute;vel, engenhoso, bem feito, mas sem alma, sem interesse emocional ou personagens cativantes. E &eacute; isso que falta em Story. Fort&iacute;ssimo em estrutura, o livro desleixa claramente a constru&ccedil;&atilde;o das emo&ccedil;&otilde;es e das personagens, que no meu entender s&atilde;o a carne e o sangue das hist&oacute;rias. E por isso Inadaptado, sendo o filme que fez disparar a popularidade do livro e do seu autor, &eacute; tamb&eacute;m a sua principal cr&iacute;tica, ao demonstrar que a estrutura narrativa, a que McKee atribui toda a import&acirc;ncia, pode originar filmes e hist&oacute;rias competentes, mas s&oacute; por si n&atilde;o faz bons filmes e boas hist&oacute;rias.</p>
<p>Story &eacute; um livro altamente recomendado a todos os argumentistas. &Eacute; de tal modo abrangente e perspicaz que &eacute; dif&iacute;cil n&atilde;o retirar dele dicas e ideias preciosas, que ajudar&atilde;o a melhorar bons gui&otilde;es. &Eacute;, no entanto, necess&aacute;rio ter em mente os princ&iacute;pios de que o livro parte, e que estes princ&iacute;pios s&atilde;o, por vezes, question&aacute;veis. Conv&eacute;m ter em aten&ccedil;&atilde;o que o autor incide principalmente no estudo de alguns gui&otilde;es que, independentemente dos seus m&eacute;ritos, nem sempre se podem considerar obras-primas cinematogr&aacute;ficas (Rocky, O Fugitivo, Chinatown, Casablanca). E que os conselhos constantes do livro, podendo ajudar o argumentista no trabalho de constru&ccedil;&atilde;o do enredo, n&atilde;o garantem por si uma boa hist&oacute;ria, continuando a recair nos ombros do guionista a fatia do le&atilde;o de fazer a hist&oacute;ria ser habitada por ideias com sentido, personagens vivas e emo&ccedil;&otilde;es verdadeiras.</p>
<p>Uma &uacute;ltima nota: a curta bibliografia final do livro omite quase todos os estudos recentes sobre guionismo e narrativa, ainda que seja duvidoso que McKee tenha elaborado a sua obra sem consultar trabalhos como os de Lajos Egri, Syd Field, Linda Seger, Christopher Vogler, Yves Lavandier, entre outros. Mesmo que Story supere a bibliografia de muitos destes autores, um pouco de transpar&ecirc;ncia intelectual n&atilde;o teria ficado nada mal.</p>
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		<title>Robert McKee em Portugal</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Aug 2008 08:38:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Ribas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Robert McKee, o mais conhecido e respeitado especialista mundial na área da escrita de argumentos, vai estar em Lisboa nos dias 14, 15 e 16 de Novembro, para apresentar o seu Seminário de escrita Story.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://argumentistas.org/wp-content/uploads/robert_mckee-destaque.jpg"><img width="499" height="401" class="aligncenter size-full wp-image-144" title="robert_mckee-destaque" alt="" src="http://argumentistas.org/wp-content/uploads/robert_mckee-destaque.jpg" /></a></p>
<p>Um dos mais conhecidos &quot;oradores&quot; na arte do argumento estar&aacute; em Novembro em Portugal:</p>
<blockquote><p>ROBERT MCKEE PELA PRIMEIRA VEZ EM PORTUGAL  O mais conhecido e respeitado especialista mundial na &aacute;rea da escrita de argumentos vai estar em Lisboa nos dias 14, 15 e 16 de Novembro, para apresentar o Semin&aacute;rio Story.  O evento decorrer&aacute; em Lisboa, nas instala&ccedil;&otilde;es da Escola Superior de Comunica&ccedil;&atilde;o Social e ter&aacute; a dura&ccedil;&atilde;o de tr&ecirc;s dias.  Robert McKee apresenta regularmente o semin&aacute;rio Story, com audi&ecirc;ncias esgotadas em todo o mundo. De Los Angeles a Tel Aviv, passando por Nova Iorque, Londres, Sydney, Singapura, Istambul, Boston, Paris, Oslo e Roma entre outras cidades do mundo, mais de 45.000 pessoas frequentaram o curso ao longo dos &uacute;ltimos 15 anos.  Atraindo os mais diversos e variados p&uacute;blicos, este semin&aacute;rio realiza-se ao longo de tr&ecirc;s intensos dias e &eacute; uma fonte de conhecimento e inspira&ccedil;&atilde;o &uacute;nicos para profissionais e estudantes ligados &agrave; &aacute;rea, sendo particularmente recomendada a sua frequ&ecirc;ncia a argumentistas, escritores de televis&atilde;o, romancistas, actores, escritores de fic&ccedil;&atilde;o, dramaturgos, produtores e realizadores, estudantes ou apaixonados da s&eacute;tima arte.  O romancista escritor de best-sellers Steve Pressfield disse simplesmente, &quot;McKee n&atilde;o &eacute; s&oacute; o melhor professor de escrita que eu j&aacute; tive, mas o melhor professor de tudo.&quot;  Para mais informa&ccedil;&otilde;es consulte o site <a target="_blank" href="www.mixreel.net">www.mixreel.net</a>, ou utilize o e-mail mckee@mixreel.net</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
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