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	<title>argumentistas.orgteatro | argumentistas.org</title>
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	<description>Associação Portuguesa de Argumentistas e Dramaturgos</description>
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		<title>Dia dos Prodígios: do romance ao palco, a adaptação e a dramaturgia</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Oct 2010 17:34:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Nunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
		<category><![CDATA[APAD]]></category>
		<category><![CDATA[Associados]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[divulgação]]></category>
		<category><![CDATA[Formação]]></category>
		<category><![CDATA[teatro]]></category>

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		<description><![CDATA[No dia 27 de Novembro a romancista Lídia Jorge vai analisar no Teatro da Trindade o processo de transposição do romance "Dia dos Prodígios" para o teatro.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>No dia 27 de Novembro, pelas 18h30, no Teatro da Trindade, a romancista L&iacute;dia Jorge vai estar com Cucha Carvalheiro, Paulo Roberto N&oacute;brega Serra e Ant&oacute;nio Carlos Cortez para analisar o processo de transposi&ccedil;&atilde;o do romance &quot;Dia dos Prod&iacute;gios&quot; para o teatro. A sess&atilde;o repete-se no dia 3 de Novembro, pelas 15h00, desta vez apenas com Cucha Carvalheiro.</p>
<p>Nas palavras da organiza&ccedil;&atilde;o, as duas sess&otilde;es destinam-se a &quot;<em>dramaturgos, dramaturgistas, estudantes de dramaturgia, literatura e p&uacute;blico em geral, interessados em conhecer os processos de cria&ccedil;&atilde;o do espect&aacute;culo.</em>&quot;</p>
<p>Pode contactar a bilheteira pelo telefone 213420000 ou bilheteira.trindade@inatel.pt</p>
<p><a href="http://argumentistas.org/wp-content/uploads/dia-dos-prodígios.jpg"><img alt="" class="alignnone size-full wp-image-842" height="2800" src="http://argumentistas.org/wp-content/uploads/dia-dos-prodígios.jpg" title="dia dos prodígios" width="650" /></a></p>
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		<title>Oficina de Escrita para Teatro</title>
		<link>http://argumentistas.org/2010/09/oficina-de-escrita-para-teatro/</link>
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		<pubDate>Tue, 14 Sep 2010 11:33:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Nunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Formação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Oportunidades]]></category>
		<category><![CDATA[Cursos]]></category>
		<category><![CDATA[oficinas]]></category>
		<category><![CDATA[teatro]]></category>
		<category><![CDATA[workshops]]></category>

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		<description><![CDATA[Virgilio Almeida, sócio da APAD e membro de uma das primeiras direcções da associação, coordena uma Oficina de Escrita para Teatro associada ao espectáculo Absurdos Contemporâneos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>OFICINA DE ESCRITA PARA TEATRO</strong><br />
	associada ao espect&aacute;culo ABSURDOS CONTEMPOR&Acirc;NEOS</p>
<p>	<strong>DATAS</strong><br />
	4 a 15 de Outubro de 2010</p>
<p>	<strong>HOR&Aacute;RI</strong>O<br />
	19:00-21:00 horas</p>
<p>	<strong>HORAS</strong><br />
	Total: 22 horas</p>
<p>	<strong>LOCAL</strong><br />
	Teatro da Trindade, Lisboa.</p>
<p>	<strong>VAGAS</strong><br />
	30 participantes.<br />
	(m&iacute;nimo 10 )</p>
<p>	<strong>OBJECTIVOS</strong><br />
	Introduzir e/ou refor&ccedil;ar as compet&ecirc;ncias dos formandos sobre as v&aacute;rias etapas do processo de escrita de pe&ccedil;as de teatro de curta dura&ccedil;&atilde;o, desde o desenvolvimento da ideia e caracteriza&ccedil;&atilde;o das personagens, &agrave; adequa&ccedil;&atilde;o da estrutura do texto dram&aacute;tico ao enredo, &agrave; manipula&ccedil;&atilde;o do Tempo, Espa&ccedil;o e Causalidade e &agrave; adequa&ccedil;&atilde;o dos di&aacute;logos &agrave;s personagens e &agrave; atmosfera da pe&ccedil;a.</p>
<p>	<strong>METODOLOGIA</strong><br />
	Prop&otilde;e-se a an&aacute;lise e a discuss&atilde;o das metodologias de escrita das 9 pe&ccedil;as de 10 minutos usadas por 9 autores do espect&aacute;culo ABSURDOS CONTEMPOR&Acirc;NEOS. Para tal, os participantes ter&atilde;o sess&otilde;es de 2 horas com cada autor, e assistir&atilde;o a duas sess&otilde;es do espect&aacute;culos nos dois &uacute;ltimos dias da oficina (14 e 15 de Outubro), de modo a avaliarem o processo de cria&ccedil;&atilde;o deste singular espect&aacute;culo teatral, desde a escrita das pe&ccedil;as &agrave; proposta final apresentada ao espectador. Ap&oacute;s os espect&aacute;culos, a encenadora Teresa Sobral, o m&uacute;sico Eduardo Raon, o cen&oacute;grafo Stiga e os actores do elenco dos ABSURDOS CONTEMPOR&Acirc;NEOS estar&atilde;o dispon&iacute;veis durante 1 hora para discutir as abordagens que fizeram &agrave;s v&aacute;rias pe&ccedil;as.</p>
<p>O autor Virg&iacute;lio Almeida, associado da Qatrelcolectivo, funcionar&aacute; como facilitador do processo de ensino/aprendizagem e de elo de liga&ccedil;&atilde;o entre as v&aacute;rias sess&otilde;es.</p>
<p>	<strong>FORMADORES</strong><br />
	Nove autores dos ABSURDOS CONTEMPOR&Acirc;NEOS: Abel Neves, Ana Paula Gon&ccedil;alves, Carlos Gomes, Carlota Gon&ccedil;alves, H&eacute;lia Correia, Jacinto Lucas Pires, Miguel Castro Caldas, Ondjaki e Virg&iacute;lio Almeida.</p>
<p>	<strong>CONVIDADOS</strong><br />
	A encenadora Teresa Sobral; os actores Carla Bolito, Carlos Ant&oacute;nio, Dora Bernardo, Ivo Alexandre e Jo&atilde;o Saboga; o m&uacute;sico Eduardo Raon e o cen&oacute;grafo Stiga.</p>
<p>	<strong>ADMISS&Atilde;O</strong><br />
	Dramaturgos, estudantes universit&aacute;rios, profissionais das artes performativas e de &aacute;reas art&iacute;sticas afins, e pessoas interessadas em desenvolver projectos na &aacute;rea da escrita teatral.</p>
<p>	<strong>CERTIFICA&Ccedil;&Atilde;O</strong><br />
	Os participantes receber&atilde;o um certificado de participa&ccedil;&atilde;o emitido pela Qatrelcolectivo, Associa&ccedil;&atilde;o Cultural.</p>
<p>	<strong>INSCRI&Ccedil;&Atilde;O</strong><br />
	Os interessados, poder&atilde;o fazer uma pr&eacute;-inscri&ccedil;&atilde;o telef&oacute;nica atrav&eacute;s dos seguintes n&uacute;meros telef&oacute;nicos:<br />
	933471352 ou 918636908 (Qatrelcolectivo)<br />
	e dever&atilde;o fazer o pagamento da oficina na bilheteira do Teatro da Trindade.</p>
<p>
	<strong>PRE&Ccedil;O</strong><br />
	Geral: 90 &euro;<br />
	Estudantes: 70 &euro;<br />
	S&oacute;cios da Funda&ccedil;&atilde;o INATEL: 54&euro;</p>
<p>	<strong>INFORMA&Ccedil;&Otilde;ES ADICIONAIS</strong><br />
	TM: 933471352 ou 918636908 (Qatrelcolectivo) ou 927982834 (Teatro da Trindade)<br />
	producao.qatrel@gmail.com<br />
	http://sites.google.com/site/qatrel/Home<br />
	jpnogueira@inatel.pt</p>
<p>
	<strong>SOBRE OS FORMADORES:<br />
	</strong> <strong>Abel Neves <br />
	</strong>Dramaturgo, poeta e romancista, com vasta obra publicada em Portugal e colabora&ccedil;&otilde;es no estrangeiro. Para teatro escreveu: AMADIS; TOURO; TERRA; AMO-TE; ATL&Acirc;NTICO, FINISTERRAE; ARBOR MATER; LOBO-WOLF; EL GRINGO; INTER-RAIL; AL&Eacute;M AS ESTRELAS S&Atilde;O A NOSSA CASA; SUPERNOVA; F&Eacute;NIX E KOTA-KOTA; A CAMINHO DO OESTE; AMOR-PERFEITO; OLHANDO O C&Eacute;U ESTOU EM TODOS OS S&Eacute;CULOS; ESTE OESTE &Eacute;DEN; PROVAVELMENTE UMA PESSOA; NUNCA ESTIVE EM BAGDAD; MADRESSILVA; QARIB&Oacute;; UBELHAS-MUTANTES E TRANSUMANTES; VULC&Atilde;O; QUERIDO CHE; O PARA&Iacute;SO &Agrave; ESPERA. &Eacute; tamb&eacute;m autor de ALGURES entre a resposta e a interroga&ccedil;&atilde;o, reflex&otilde;es em volta do teatro.</p>
<p>	<strong>Carlos Gomes | Ana Paula Gon&ccedil;alves | Carlota Gon&ccedil;alves</strong><br />
	An.Carl-Go &#8211; grupo de trabalho constitu&iacute;do por Carlos Gomes, Ana Paula Gon&ccedil;alves e Carlota Gon&ccedil;alves, vocacionado para a escrita de textos dram&aacute;ticos/teatrais e argumentos para cinema e televis&atilde;o. No &acirc;mbito de desenvolvimento de novas dramaturgias, destacam-se: ESCADAS TORTAS SEM CORRIM&Atilde;O, 2001 (apoiado no concurso a projectos de actividade teatral de car&aacute;cter profissional, IPAE, 2000); CLUBE DE GELO, 2002 (apoiado no concurso a projectos de actividade teatral de car&aacute;cter profissional, IPAE, 2001); PESQUISA AMOK, 2003 (acolhido pelo Centro de Artes de Lisboa); CATARATAS, 2005-09 e CLANDESTINOS, 2007-09.</p>
<p>	<strong>H&eacute;lia Correia<br />
	</strong>Licenciada em Filologia Rom&acirc;nica. Professora de Portugu&ecirc;s do Ensino Secund&aacute;rio. &Eacute; como ficcionista que &eacute; reconhecida como uma das revela&ccedil;&otilde;es da literatura portuguesa da gera&ccedil;&atilde;o de 80. A novela MONTEDEMO, encenada pelo Bando, d&aacute;-lhe notoriedade. Destaque ainda para os romances CASA ETERNA E SOMA e, na poesia, O SEPARAR DAS &Aacute;GUAS, O N&Uacute;MERO DOS VIVOS e A PEQUENA MORTE/ESSE ETERNO CONTO. Para teatro escreveu PERDI&Ccedil;&Atilde;O, levada &agrave; cena pela Comuna (1993) e FLORBELA (1991) encenada pelo Maizum. Recebeu em 2002 o pr&eacute;mio PEN 2001, atribu&iacute;do a obras de fic&ccedil;&atilde;o, pela sua obra LILLIAS FRASER.</p>
<p>	<strong>Jacinto Lucas Pires<br />
	</strong>Estudou Direito na Universidade Cat&oacute;lica de Lisboa e Cinema na New York Film Academy. Trabalha como dramaturgo e cineasta. Em Portugal, as suas pe&ccedil;as foram encenadas por Manuel Wiborg, Ricardo Pais, Marcos Barbosa e Jo&atilde;o Brites.Est&aacute; traduzido em franc&ecirc;s, espanhol, ingl&ecirc;s, noruegu&ecirc;s, alem&atilde;o, italiano e b&uacute;lgaro. SILENCIADOR, a sua &uacute;ltima pe&ccedil;a, vir&aacute; &agrave; Culturgest, em Junho 2010, encenada por Marcos Barbosa. Escreveu e realizou duas curtas-metragens: CINEMAAMOR (1999) &ndash; Pr&eacute;mio Cine-clube no Festival de Cinema Luso-Brasileiro de Santa Maria da Feira &ndash; e B.D. (2004). Escreve regularmente em jornais e revistas; tem uma cr&oacute;nica sobre futebol no JORNAL DE NOT&Iacute;CIAS e um blogue: www.chanatas.blogspot.com.</p>
<p>	<strong>Miguel Castro Caldas<br />
	</strong>Licenciado em L&iacute;nguas e Literaturas Modernas. Escreveu QUERES CRESCER E DEPOIS N&Atilde;O CABES NA BANHEIRA, AS SETE ILHAS DE LISBOA, A MONTANHA TAMB&Eacute;M QUEM, O HOMEM DO P&Eacute; DIREITO, O HOMEM DA PICARETA, NUNCA TERRA, JAVAS, &Eacute; BOM BOIAR NA BANHEIRA, LEVANTAR A MESA, COMIDA, E AGORA BAIXOU O SOL, CASAS, REPARTI&Ccedil;&Atilde;O, A MORTE TEM DE VIR, ESTAMOS AQUI PORQUE N&Atilde;O PODEMOS VOLTAR e N&Oacute;S NUMA CORDA. Traduziu Ali Smith, Harold Pinter, Reinaldo Arenas, Samuel Beckett e Senel Paz.Trabalhou com Bruno Bravo, Cristina Carvalhal, Franzisca Aarflot, Francisco Fraz&atilde;o, Gon&ccedil;alo Amorim, Gon&ccedil;alo Waddington, Jesper Halle, Jorge Silva Melo e Teresa Sobral. Est&aacute; editado na editora &Acirc;mbar, Primeiros Sintomas e na colec&ccedil;&atilde;o Livrinhos de Teatro dos Artistas Unidos/Cotovia. Recebeu uma Men&ccedil;&atilde;o Honrosa pela Associa&ccedil;&atilde;o Portuguesa dos Cr&iacute;ticos de Teatro pelo trabalho desenvolvido em 2005.</p>
<p>	<strong>Ondjaki</strong><br />
	Nasceu em Luanda, em 1977. Prosador e poeta. Tamb&eacute;m escreve para teatro e cinema e<br />
	co-realizou o document&aacute;rio OXAL&Aacute; CRES&Ccedil;AM PITANGAS &ndash; HIST&Oacute;RIAS DE LUANDA. Os seus livros est&atilde;o traduzidos em 8 l&iacute;nguas. ACTU SANGU&Iacute;NEU (poesia); BOM DIA CAMARADAS (romance); MOMENTOS DE AQUI (contos); O ASSOBIADOR (novela); H&Aacute; PRENDISAJENS COM O X&Atilde;O (poesia); QUANTAS MADRUGADAS TEM A NOITE (romance); YNARI: A MENINA DAS CINCO TRAN&Ccedil;AS (infantil); E SE AMANH&Atilde; O MEDO (contos); OS DA MINHA RUA (est&oacute;rias); AV&Oacute;DEZANOVE E O SEGREDO DO SOVI&Eacute;TICO (romance); O LE&Atilde;O E O COELHO SALTIT&Atilde;O (infantil); MATERIAIS PARA A CONFEC&Ccedil;&Atilde;O DE UM ESPANADOR DE TRISTEZAS (poesia); OS VIVOS, O MORTO E O PEIXE-FRITO (teatro); O VOO DO GOLFINHO (infantil).</p>
<p>	<strong>Virg&iacute;lio Almeida<br />
	</strong>Para teatro escreveu B.B. BESTAS BESTIAIS, enc. Jos&eacute; Neves; MENINO COSMOS, enc. Teresa Sobral; FUI &Agrave;S COMPRAS, enc. Carlos Gomes e Carlota Gon&ccedil;alves; NOS CABELOS DA LOUCURA, enc. Lu&iacute;s Castro; ELEFANTES NO JARDIM, enc. Teresa Sobral; FRANCISCO, enc. Paulo Ferreira. &Eacute; autor dos argumentos de 11 filmes de anima&ccedil;&atilde;o, 3 s&eacute;ries e 2 especiais TV. Estes filmes foram seleccionados para 60 festivais onde receberam 42 pr&eacute;mios, 5 men&ccedil;&otilde;es honrosas e 2 nomea&ccedil;&otilde;es para o Cartoon d&rsquo;Or (Melhor Curta-metragem de Anima&ccedil;&atilde;o Europeia) com A SUSPEITA, real. Jos&eacute; Miguel Ribeiro e C&Acirc;NDIDO, real. Zepe. Tem 4 livros publicados e recebeu 3 pr&eacute;mios liter&aacute;rios.</p>
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		<item>
		<title>1.ª Mostra Anual de Dramaturgia</title>
		<link>http://argumentistas.org/2009/04/1%c2%aa-mostra-anual-de-dramaturgia/</link>
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		<pubDate>Mon, 20 Apr 2009 22:08:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Ribas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[dramaturgia]]></category>
		<category><![CDATA[fazer a festa]]></category>
		<category><![CDATA[teatro]]></category>

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		<description><![CDATA[Programa detalhado na 1.ª Mostra Anual de Dramaturgia, incluído no Fazer a Festa. Maia, 27 de Abril a 01 de Maio.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Leituras encenadas integradas no Festival Fazer a Festa 2009.</p>
<p>Organiza&ccedil;&atilde;o: Teatro Art&#8217;Imagem</p>
<p>Quinta da Caverneira, Maia &#8211; 19h</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Segunda-feira, 27 de Abril<b> &#8211; Testa-de-Ferro</b>, de Jorge Palinhos</p>
<p>Direc&ccedil;&atilde;o: Valdemar Santos</p>
<p><b>&nbsp;</b></p>
<p>Ter&ccedil;a-feira, 28 de Abril -<b> A Irris&atilde;o das Flores</b>, de Rui Pina Coelho</p>
<p>Direc&ccedil;&atilde;o: S&iacute;lvia Correia</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quarta-feira, 29 de Abril<b> &#8211; Ida e Volta</b>, de Tiago Rodrigues</p>
<p>Direc&ccedil;&atilde;o: Ricardo Correia</p>
<p><b>&nbsp;</b></p>
<p>Quinta-feira, 30 de Abril -<b> Uma Carta a Cassandra</b>, de Pedro Eiras</p>
<p>Direc&ccedil;&atilde;o: Armando Pinho</p>
<p><b>&nbsp;</b></p>
<p>Sexta-feira, 1 de Maio<b> &ndash; A Minha Mulher</b>, de Jos&eacute; Maria Vieira Mendes</p>
<p>Direc&ccedil;&atilde;o: Fernando Moreira</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Perfil: Neil Labute &#8211; matem o dramaturgo</title>
		<link>http://argumentistas.org/2008/10/perfil-neil-labute-matem-o-dramaturgo/</link>
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		<pubDate>Sat, 11 Oct 2008 17:01:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Nunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dossier]]></category>
		<category><![CDATA[Perfil]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Neil Labute]]></category>
		<category><![CDATA[teatro]]></category>

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		<description><![CDATA[Neil Labute é um dos dramaturgos e cineastas mais relevantes e provocadores da actualidade. Jorge Palinhos traça o seu perfil.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='series_toc'><h3>Índice: Revista#1</h3><ol><li><a href='http://argumentistas.org/2008/10/pedro-marta-santos-ainda-nao-somos-uma-profissao-somos-uma-perturbacao-neurotica/' title='Pedro Marta Santos: ainda não somos uma profissão, somos uma perturbação neurótica'>Pedro Marta Santos: ainda não somos uma profissão, somos uma perturbação neurótica</a></li><li><a href='http://argumentistas.org/2008/10/nuno-markl-a-comedia-e-um-organismo-vivo/' title='Nuno Markl: a comédia é um organismo vivo'>Nuno Markl: a comédia é um organismo vivo</a></li><li><a href='http://argumentistas.org/2008/10/rui-vilhena-e-preciso-criar-historias-com-que-as-pessoas-possam-se-identificar/' title='Rui Vilhena: é preciso criar histórias com que as pessoas possam se identificar'>Rui Vilhena: é preciso criar histórias com que as pessoas possam se identificar</a></li><li><a href='http://argumentistas.org/2008/10/antonio-ferreira-um-guiao-e-como-uma-lista-de-compras/' title='António Ferreira: um guião é como uma lista de compras'>António Ferreira: um guião é como uma lista de compras</a></li><li><a href='http://argumentistas.org/2008/10/tiago-santos-como-ganhar-a-vida-numa-profissao-que-nao-existe/' title='Tiago Santos: como ganhar a vida numa profissão que não existe'>Tiago Santos: como ganhar a vida numa profissão que não existe</a></li><li><a href='http://argumentistas.org/2008/10/jorge-vaz-nande-devemos-sempre-olhar-para-a-nigeria/' title='Jorge Vaz Nande: devemos sempre olhar para a Nigéria'>Jorge Vaz Nande: devemos sempre olhar para a Nigéria</a></li><li>Perfil: Neil Labute &#8211; matem o dramaturgo</li><li><a href='http://argumentistas.org/2008/10/dexter-o-mundo-ao-contrario/' title='Dexter: o mundo ao contrário'>Dexter: o mundo ao contrário</a></li><li><a href='http://argumentistas.org/2008/10/my-blueberry-nights-o-neon-da-paixao/' title='My Blueberry Nights: o néon da paixão'>My Blueberry Nights: o néon da paixão</a></li><li><a href='http://argumentistas.org/2008/10/sex-and-the-city-teorias-e-conspiracoes-sobre-a-comedia-romantica/' title='Sex and the City: teorias e conspirações sobre a comédia romântica'>Sex and the City: teorias e conspirações sobre a comédia romântica</a></li><li><a href='http://argumentistas.org/2008/10/the-servant-parasitas-da-alma/' title='The Servant: parasitas da alma'>The Servant: parasitas da alma</a></li></ol></div> <p><i>por Jorge Palinhos</i><sup><a href="http://argumentistas.org/2008/10/perfil-neil-labute-matem-o-dramaturgo/#footnote_0_236" id="identifier_0_236" class="footnote-link footnote-identifier-link" title="Al&amp;eacute;m de trabalhar como tradutor e coordenador editorial, Jorge Palinhos publicou tr&amp;ecirc;s pe&amp;ccedil;as de teatro, das quais duas foram premiadas com o Pr&amp;eacute;mio Miguel Rovisco e o Pr&amp;eacute;mio Manuel Deniz-Jacinto. Tem tamb&amp;eacute;m escrito gui&amp;otilde;es para curtas-metragens de cinema de anima&amp;ccedil;&amp;atilde;o e de imagem real, algumas das quais foram j&amp;aacute; produzidas ou est&amp;atilde;o em fase de produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o.">1</a></sup></p>
<h2><b>Matem o dramaturgo</b></h2>
<p>Um perfil de Neil Labute</p>
<p>Qualquer artigo sobre Neil LaBute sofre da recorr&ecirc;ncia de um campo sem&acirc;ntico espec&iacute;fico. Provocador, mal&eacute;volo, &ldquo;the meanest man in Hollywood&rdquo;, &ldquo;bad boy&rdquo;, irreverente, politicamente incorrecto, etc., s&atilde;o palavras que surgem em quase todos os perfis, biografias, entrevistas ou refer&ecirc;ncias a este dramaturgo, guionista, encenador e realizador norte-americano. Palavras que ter&atilde;o atingido o seu cl&iacute;max justamente na primeira pe&ccedil;a que levou ao palco: Filthy Talk for Troubled Times &#8211; em que um espectador abandonou a sala aos gritos de &ldquo;Matem o dramaturgo&rdquo;.E, contudo, as suas pe&ccedil;as de teatro s&atilde;o encenadas em todo o mundo &ndash; como, recentemente A Gorda (Fat Pig) no Teatro Villaret &ndash; e Labute &eacute; frequentemente convidado para encenar as suas pr&oacute;prias pe&ccedil;as por algumas das mais prestigiadas companhias americanas e inglesas, como a Steppenwolf Theatre Company, o Almeida Theatre, o MCC Theater e o Ambassador Theatre Group.</p>
<p><a href="http://argumentistas.org/wp-content/uploads/in-the-company-of-men-rev1-foto.jpg"><img width="500" height="400" class="aligncenter size-full wp-image-243" title="in-the-company-of-men-rev1-foto" alt="" src="http://argumentistas.org/wp-content/uploads/in-the-company-of-men-rev1-foto.jpg" /></a></p>
<p>Foi como argumentista e realizador que saltou para a ribalta: a sua primeira obra cinematogr&aacute;fica, In the Company of Men, conquistou o galard&atilde;o de melhor realizador do primeiro Festival de Sundance; a sua com&eacute;dia Nurse Betty recebeu o pr&eacute;mio de melhor argumento e foi nomeado para a Palma de Ouro em Cannes, tendo a sua protagonista, Renn&eacute;e Zellweger, recebido o Globo de Ouro de Melhor Interpreta&ccedil;&atilde;o. LaBute foi tamb&eacute;m respons&aacute;vel pela realiza&ccedil;&atilde;o de Possess&atilde;o, uma adapta&ccedil;&atilde;o do romance hom&oacute;nimo de A.S. Byatt, com Aaron Eckhart e Gwyneth Paltrow, entre outros, e um remake algo falhado de The Wicker Man.</p>
<p>Nascido em 1963 em Detroit, no seio de uma fam&iacute;lia oper&aacute;ria, LaBute era o mais novo de tr&ecirc;s irm&atilde;os, tendo a tempestuosa rela&ccedil;&atilde;o dos seus pais inspirado a sua obra In a Dark Dark House. O seu primeiro contacto com o teatro foi ainda no ensino secund&aacute;rio, onde come&ccedil;ou a participar nos grupos de teatro escolar como actor e em que escrevia pe&ccedil;as que depois apresentava aos professores sob pseud&oacute;nimo na esperan&ccedil;a de que estes quisessem encen&aacute;-las.</p>
<p>Uma bolsa de estudo levou-o &agrave; Universidade Brigham Young, no Utah, onde conheceria o seu c&uacute;mplice de longa data, Aaron Eckhart, e se converteria &agrave; Igreja dos Santos dos &Uacute;ltimos Dias, embora, mais tarde, a sua pe&ccedil;a Bash: Latter-Day Plays, onde se apresentam m&oacute;rmones devotos a terem v&aacute;rias atitudes muito duvidosas, tenha levantado pol&eacute;mica no seio da sua igreja e levado ao seu afastamento. Posteriormente estudou Dramaturgia na Universidade de Nova Iorque, mas, mais uma vez, a sua atitude provocadora gerou inimizades e controv&eacute;rsias.</p>
<p>Em 1997, com o dinheiro da indemniza&ccedil;&atilde;o que dois amigos tinham recebido por um acidente, aventura-se no seu primeiro filme. Com 25 000 d&oacute;lares filmou In The Company of Men, sobre dois homens que se vingam das suas frustra&ccedil;&otilde;es amorosas numa mulher surda. Com a pel&iacute;cula mais barata, fazendo a rodagem em locais gratuitos e com actores volunt&aacute;rios consegue filmar todas as sequ&ecirc;ncias antes de ficar sem dinheiro e sem pel&iacute;cula. O filme &eacute; enviado ainda sem montagem para o Festival de Sundance e &eacute; aceite, o que permite a Labute obter financiamento adicional para acabar a montagem e distribuir o filme, que acaba por ser premiado naquele festival, entre aplausos, pol&eacute;micas, acusa&ccedil;&otilde;es de misoginia e elogios de feminismo.</p>
<p>Corpulento, moreno, de &oacute;culos graduados e um ar eternamente cansado, n&atilde;o &eacute; preciso perspic&aacute;cia para ver de onde surgem tantos textos pol&eacute;micos e personagens d&uacute;bias. Cordial e prest&aacute;vel, &eacute; f&aacute;cil detectar o sentido de humor acutilante que atenua uma honestidade e um prazer quase infantil de provocar o interlocutor. Neil Labute escreve hist&oacute;rias sobre pessoas normais que n&atilde;o conseguem esconder os seus piores impulsos, e essas hist&oacute;rias muitas vezes s&atilde;o inspiradas nas suas pr&oacute;prias experi&ecirc;ncias. Como em A Gorda, uma das suas obras mais recentes, onde um homem se envergonha de manter uma rela&ccedil;&atilde;o com uma mulher particularmente volumosa, e que foi escrita ap&oacute;s uma tentativa de dieta falhada por parte do autor.</p>
<p>Agora, a sua obra mais recente, Reasons to be Pretty, est&aacute; em estreia na ultra-comercial Broadway. Neil Labute parece algo preocupado com a reac&ccedil;&atilde;o do p&uacute;blico &agrave; ferocidade da sua escrita e das suas personagens. Mas parece pouco prov&aacute;vel que este novo p&uacute;blico concretize o que o espectador da sua primeira pe&ccedil;a n&atilde;o teve pejo em proclamar.</p>
<p><b>Filmes que escreveu</b><br />
- In the Company of Men (1997)<br />
- Your Friends &amp; Neighbors (1998)<br />
- Tumble (2000)<br />
- The Shape of Things (2003)</p>
<p><b>Pe&ccedil;as de Teatro que escreveu</b><br />
- Filthy Talk For Troubled Times (1992)<br />
- In the Company of Men (1992)<br />
- Bash: Latter-Day Plays (1999)<br />
- The Shape of Things (2001)<br />
- The Distance From Here (2002)<br />
- The Mercy Seat (2002)<br />
- Autobahn (2003)<br />
- Fat Pig (2004)<br />
- This Is How It Goes (2005)<br />
- Some Girl(s) (2005)<br />
- Wrecks (2005)<br />
- In A Dark Dark House (2007)<br />
- Reasons to be pretty (2008)</p>
<p><b>Alguns links recomendados</b><br />
- <a href="http://movies.yahoo.com/movie/contributor/1800022566" mce_href="http://movies.yahoo.com/movie/contributor/1800022566" target="_blank">Perfil no Yahoo Movies</a><br />
- <a href="http://www.imdb.com/name/nm0001438/" mce_href="http://www.imdb.com/name/nm0001438/" target="_blank">P&aacute;gina no IMDB</a><br />
- <a href="http://www.salon.com/aug97/entertainment/labute970801.html" mce_href="http://www.salon.com/aug97/entertainment/labute970801.html" target="_blank">Entrevista na revista Salon</a><br />
- <a href="http://www.bombsite.com/issues/83/articles/2560" mce_href="http://www.bombsite.com/issues/83/articles/2560" target="_blank">Entrevista na revista Bomb</a><br />
- <a href="http://www.guardian.co.uk/world/2008/jan/15/usa.theatre" mce_href="http://www.guardian.co.uk/world/2008/jan/15/usa.theatre" target="_blank">Artigo de Neil LaBute sobre o teatro americano</a><br />
- <a href="http://www.guardian.co.uk/stage/2008/may/13/theatre.culture" mce_href="http://www.guardian.co.uk/stage/2008/may/13/theatre.culture">Artigo de Neil LaBute sobre os t&iacute;tulos das suas obras</a></p>
<ol class="footnotes"><li id="footnote_0_236" class="footnote">Al&eacute;m de trabalhar como tradutor e coordenador editorial, Jorge Palinhos publicou tr&ecirc;s pe&ccedil;as de teatro, das quais duas foram premiadas com o Pr&eacute;mio Miguel Rovisco e o Pr&eacute;mio Manuel Deniz-Jacinto. Tem tamb&eacute;m escrito gui&otilde;es para curtas-metragens de cinema de anima&ccedil;&atilde;o e de imagem real, algumas das quais foram j&aacute; produzidas ou est&atilde;o em fase de produ&ccedil;&atilde;o.</li></ol> <div class='series_links'><a href='http://argumentistas.org/2008/10/jorge-vaz-nande-devemos-sempre-olhar-para-a-nigeria/' title='Jorge Vaz Nande: devemos sempre olhar para a Nigéria'>Artigo anterior</a> <a href='http://argumentistas.org/2008/10/dexter-o-mundo-ao-contrario/' title='Dexter: o mundo ao contrário'>Próximo artigo</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>The Servant: parasitas da alma</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Oct 2008 16:59:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Nunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise]]></category>
		<category><![CDATA[Dossier]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Harold Pinter]]></category>
		<category><![CDATA[Joseph Losey]]></category>
		<category><![CDATA[teatro]]></category>
		<category><![CDATA[The Servant]]></category>

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		<description><![CDATA["O Criado" ("The Servant") é um clássico que não perdeu intensidade e força com o passar dos anos. Pedro Flores escalpeliza os mecanismos dramáticos que ainda o tornam actual.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='series_toc'><h3>Índice: Revista#1</h3><ol><li><a href='http://argumentistas.org/2008/10/pedro-marta-santos-ainda-nao-somos-uma-profissao-somos-uma-perturbacao-neurotica/' title='Pedro Marta Santos: ainda não somos uma profissão, somos uma perturbação neurótica'>Pedro Marta Santos: ainda não somos uma profissão, somos uma perturbação neurótica</a></li><li><a href='http://argumentistas.org/2008/10/nuno-markl-a-comedia-e-um-organismo-vivo/' title='Nuno Markl: a comédia é um organismo vivo'>Nuno Markl: a comédia é um organismo vivo</a></li><li><a href='http://argumentistas.org/2008/10/rui-vilhena-e-preciso-criar-historias-com-que-as-pessoas-possam-se-identificar/' title='Rui Vilhena: é preciso criar histórias com que as pessoas possam se identificar'>Rui Vilhena: é preciso criar histórias com que as pessoas possam se identificar</a></li><li><a href='http://argumentistas.org/2008/10/antonio-ferreira-um-guiao-e-como-uma-lista-de-compras/' title='António Ferreira: um guião é como uma lista de compras'>António Ferreira: um guião é como uma lista de compras</a></li><li><a href='http://argumentistas.org/2008/10/tiago-santos-como-ganhar-a-vida-numa-profissao-que-nao-existe/' title='Tiago Santos: como ganhar a vida numa profissão que não existe'>Tiago Santos: como ganhar a vida numa profissão que não existe</a></li><li><a href='http://argumentistas.org/2008/10/jorge-vaz-nande-devemos-sempre-olhar-para-a-nigeria/' title='Jorge Vaz Nande: devemos sempre olhar para a Nigéria'>Jorge Vaz Nande: devemos sempre olhar para a Nigéria</a></li><li><a href='http://argumentistas.org/2008/10/perfil-neil-labute-matem-o-dramaturgo/' title='Perfil: Neil Labute &#8211; matem o dramaturgo'>Perfil: Neil Labute &#8211; matem o dramaturgo</a></li><li><a href='http://argumentistas.org/2008/10/dexter-o-mundo-ao-contrario/' title='Dexter: o mundo ao contrário'>Dexter: o mundo ao contrário</a></li><li><a href='http://argumentistas.org/2008/10/my-blueberry-nights-o-neon-da-paixao/' title='My Blueberry Nights: o néon da paixão'>My Blueberry Nights: o néon da paixão</a></li><li><a href='http://argumentistas.org/2008/10/sex-and-the-city-teorias-e-conspiracoes-sobre-a-comedia-romantica/' title='Sex and the City: teorias e conspirações sobre a comédia romântica'>Sex and the City: teorias e conspirações sobre a comédia romântica</a></li><li>The Servant: parasitas da alma</li></ol></div> <p><i>por Pedro Flores</i></p>
<p><a href="http://argumentistas.org/wp-content/uploads/the-servant-rev1-foto1.jpg"><img width="500" height="400" class="aligncenter size-full wp-image-287" title="the-servant-rev1-foto1" alt="" src="http://argumentistas.org/wp-content/uploads/the-servant-rev1-foto1.jpg" /></a></p>
<p><b>Parasitas da Alma</b></p>
<p>Sobre &laquo;The Servant&raquo;, de Joseph Losey e <a set="yes" linkindex="95" href="http://www.imdb.com/name/nm0056217/">Harold Pinter</a><br />
<i><br />
</i></p>
<p>Reza a lenda que Joseph Losey foi ver The Caretaker em cena e impressionado com o talento do jovem Harold Pinter lhe escreveu a dar os parab&eacute;ns. Dias mais tarde, o dramaturgo respondeu-lhe a agradecer a gentileza e a pedir trabalho. Foi assim, do acidental encontro entre um g&eacute;nio da palavra e um mestre da realiza&ccedil;&atilde;o que surgiu The Servant, uma das obras-primas do cinema brit&acirc;nico. Adaptada ao grande ecr&atilde; a partir de um conto de Robin Maugham, o filme descreve os labirintos da rela&ccedil;&atilde;o entre um jovem aristocrata ingl&ecirc;s &ndash; Tony (James Fox) e o seu criado Barrett (Dirk Bogarde).</p>
<p>Tony &eacute; um fidalgo do s&eacute;culo vinte que regressa de um pa&iacute;s africano para se estabelecer em Londres. Qual diletante ocioso, ele ocupa os dias a passear com a sua noiva Susan (Wendy Craig) e a projectar construir tr&ecirc;s cidades de raiz no meio da selva amaz&oacute;nica. Para lhe cuidar das tarefas dom&eacute;sticas, Tony contrata Barrett, um criado para todo o servi&ccedil;o, daqueles que espalham classe e antecipam os desejos do seu senhor. Barrett tem boas maneiras e sabe cozinhar, opina sobre a decora&ccedil;&atilde;o da casa, traz o pequeno almo&ccedil;o &agrave; cama, e demolha os p&eacute;s do patr&atilde;o em &aacute;gua quente. Mais do que apenas um criado, Barrett &eacute; uma esp&eacute;cie de m&atilde;e ausente, a ama seca de um adulto ing&eacute;nuo, incapaz e mimado. &Eacute; o nascimento desta rela&ccedil;&atilde;o e o eclodir do tri&acirc;ngulo Barrett &#8211; Tony &#8211; Susan que ocupam o primeiro acto deste filme.</p>
<p>Na verdade, cedo constatamos que Susan n&atilde;o partilha da admira&ccedil;&atilde;o de Tony pelo criado. Porque raz&atilde;o? Porque Barrett, mesmo quando n&atilde;o solicitado, est&aacute; sempre &agrave; espreita, atr&aacute;s de cada porta, de espanador na m&atilde;o pronto a servir. Susan sabe -ou pressente- que Barrett rapidamente adquiriu influ&ecirc;ncia sobre o patr&atilde;o e que ter&aacute; de competir com ele pelo controle sobre Tony. A rivalidade cresce em surdina, Susan faz a vida negra ao criado e acaba por pedir ao noivo que o despe&ccedil;a. Por&eacute;m, com o seu pat&eacute;tico orgulho colonialista Tony defende sempre o seu Barrett: &ldquo;He may be a servant, but he is still an human being.&rdquo;</p>
<p>Este antagonismo entre Susan e Barrett traduz-se visualmente na luta pelo dom&iacute;nio da casa. No cinema, como na vida, a casa &eacute; tradicionalmente caracterizada como um territ&oacute;rio feminino. Por&eacute;m, neste filme ela est&aacute; habitada por dois homens e a entrada a uma mulher parece vedada: &ldquo;The thought of some woman running aroung the house and telling me what to do, rather puts me off!&rdquo;. Susan sabe-o &#8211; ou pressente-o &#8211; e por isso procura chamar a si todas as decis&otilde;es dom&eacute;sticas, contra a vontade de Barrett. Esta &eacute; tamb&eacute;m uma batalha de egos, por isso, quando Susan e Barrett disputam ferozmente o lugar de uma jarra de flores, o que eles decidem &eacute; quem realmente det&eacute;m o poder naquele territ&oacute;rio. De igual forma, ao mesmo tempo que Barrett vai ganhando ascendente sobre Tony os seus dom&iacute;nios na casa v&atilde;o-se expandindo: inicialmente confinado &agrave; cozinha, o criado come&ccedil;a a usar a casa de banho do patr&atilde;o at&eacute; que termina a dormir com outra pessoa na sua cama.</p>
<p>Porque h&aacute; um quarto vago na casa, o que permite a entrada em cena de um novo elemento. Sob o pretexto de precisar de apoio nas lides dom&eacute;sticas, Barret convence Tony a contratar uma criada &#8211; Vera (Sarah Miles) &#8211; apresentada ao patr&atilde;o como sua respeit&aacute;vel irm&atilde; mas na verdade sua namorada. Ao contr&aacute;rio de Barrett, que mostra cultura e usa de gestos educados, Vera &eacute; apenas mais uma parola que chega &agrave; cidade. Por&eacute;m, exibindo uma sensualidade que falta a Susan, o seu aparecimento despoleta o desejo de Tony, e desequilibra ainda mais a rela&ccedil;&atilde;o de for&ccedil;as a favor de Barrett. Deste modo, &agrave; partida para o segundo acto, o filme apresenta uma estrutura em quadril&aacute;tero que inclui v&aacute;rios tri&acirc;ngulos: Barrett &#8211; Tony &#8211; Susan; Tony &ndash; Vera &ndash; Barret; e Vera &ndash; Tony &ndash; Susan. &Eacute; em torno destes tr&ecirc;s tri&acirc;ngulos e das suas din&acirc;micas de amor, ci&uacute;me e poder que a ac&ccedil;&atilde;o dram&aacute;tica se vai desenrolar.</p>
<p>Como vimos, estas quatro personagens pertencem a dois universos sociais antag&oacute;nicos &ndash; a aristocracia e o povo &ndash; que se encontram nesta casa e colidem dramaticamente. O que est&aacute; em causa &eacute; muitas vezes a educa&ccedil;&atilde;o, as virtudes, o sangue: &eacute; portanto ainda uma quest&atilde;o de classe. Nesse sentido, The Servant serve tamb&eacute;m como retrato de uma aristocracia decadente e de uma estrutura social brit&acirc;nica em muta&ccedil;&atilde;o mas ainda extremamente hierarquizada. Poder-se-ia pensar que estamos perante o t&iacute;pico filme brit&acirc;nico de cr&iacute;tica ao establishment e louvor das classes desfavorecidas, na linha de um &ldquo;kitchen sink drama&rdquo; ou do realismo social de Ken Loach. Por&eacute;m, neste filme ambas as personagens do povo surgem com tra&ccedil;os pouco apraz&iacute;veis: Vera &eacute; caracterizada como tonta e vulgar, e Barrett como uma pessoa falsa, grosseira e manipuladora &ndash; os ant&iacute;podas de um working class hero. Quer dizer, The Servant prefere a caracteriza&ccedil;&atilde;o realista do indiv&iacute;duo &agrave; idealiza&ccedil;&atilde;o da luta de classes. Este n&atilde;o &eacute; um tempo para her&oacute;is, nem nas classes mais desfavorecidas.</p>
<p>Na verdade, o que realmente interessa a Pinter &eacute; o estudo da linguagem das rela&ccedil;&otilde;es, dos jogos em que os humanos se envolvem. Em particular, dos jogos de poder, esses que determinam a supremacia de um humano sobre outro e que se escondem em cada gesto ou palavra nossa. Quem fica de p&eacute; e quem fica sentado, quem fala em primeiro ou &uacute;ltimo lugar, quem olha em picado ou em contra-picado, n&atilde;o s&atilde;o quest&otilde;es de pormenor em The Servant: &eacute; a ess&ecirc;ncia do filme. &Eacute; para mostrar o seu poder que Barrett trata a namorada como um cachorro, chama por ela ao assobio e d&aacute;-lhe palmadas no lombo. &Eacute; para usufruir de supremacia que Tony se coloca no topo da escadaria quando joga &agrave; bola com Barrett. &Eacute; para sublinhar o seu dom&iacute;nio que Susan esbofeteia Barrett na cara. Quer dizer, a cada encontro de personagens jogam-se bra&ccedil;os-de-ferro imprevis&iacute;veis, e &eacute; essa indetermina&ccedil;&atilde;o que confere dinamismo &agrave;s cenas e &agrave; hist&oacute;ria.</p>
<p><a href="http://argumentistas.org/wp-content/uploads/the-servant-rev1-foto2.jpg"><img width="500" height="400" class="aligncenter size-full wp-image-288" title="the-servant-rev1-foto2" alt="" src="http://argumentistas.org/wp-content/uploads/the-servant-rev1-foto2.jpg" /></a></p>
<p>Ali&aacute;s, estes jogos de poder s&atilde;o magnificamente explorados pela mise-en-sc&eacute;ne. A prefer&ecirc;ncia por planos longos faz com que as cenas surjam cuidadosamente coreografadas, quer em profundidade quer pelo movimento de c&acirc;mara. Assim, usa-se a profundidade de campo de modo a que diferentes personagens tenham diferentes escalas no plano e essas escalas evoluam de acordo com a din&acirc;mica da cena. Quem est&aacute; em primeiro plano e quem est&aacute; em fundo traduz um jogo de poder, e coloca a &ecirc;nfase na rela&ccedil;&atilde;o &#8211; e n&atilde;o no individuo. Do mesmo modo, a profundidade de campo permite tamb&eacute;m inscrever as personagens neste espa&ccedil;o claustrof&oacute;bico e fechado como um palco de onde parece imposs&iacute;vel fugir.</p>
<p>Em Pinter, os jogos de poder ganham-se ou perdem-se atrav&eacute;s da palavra. Invariavelmente, as suas personagens elogiam, obedecem, criticam, seduzem com uma agenda oculta, uma segunda inten&ccedil;&atilde;o. Aqui as cenas come&ccedil;am in media res, com os dados j&aacute; lan&ccedil;ados, e as palavras significam sempre aquilo e outra coisa, um desconhecido que o espectador &#8211; tal como o interlocutor &#8211; tem de descortinar paulatinamente. Assim, em cada cena o que est&aacute; em jogo &ndash; o subtexto &#8211; est&aacute; encoberto por hesita&ccedil;&otilde;es, double-entendres, ou frases inconsequentes que disfar&ccedil;am a verdadeira inten&ccedil;&atilde;o da personagem. Estamos pois no reino do disfarce, da mentira f&aacute;cil e da manipula&ccedil;&atilde;o, e este &eacute; um jogo em que todos participam.</p>
<p>De facto, o decl&iacute;nio deste anti-her&oacute;i aristocrata parte justamente de uma estrat&eacute;gia de manipula&ccedil;&atilde;o. Um plano cuidadosamente urdido por Barrett faz com Tony se encontre &agrave; noite sozinho em casa com Vera. Numa cena de memor&aacute;vel tens&atilde;o, Vera surge de mini-saia e p&eacute;s descal&ccedil;os na cozinha a seduzir o patr&atilde;o, enquanto gotas de &aacute;gua caem na banca e o telefone toca sem parar. A partir deste momento, Tony passa a estar demasiado ocupado para a noiva e a entregar-se a tempo inteiro &agrave; jovem criada (e &agrave;s bebidas alco&oacute;licas). &Eacute; justamente aqui que principia a decad&ecirc;ncia de Tony e se come&ccedil;a a inverter a rela&ccedil;&atilde;o de poder entre senhor e criado.</p>
<p>Em geral, estes momentos de sedu&ccedil;&atilde;o caracterizam-se pelo engenho e discri&ccedil;&atilde;o com que s&atilde;o apresentados. Durante o cinema cl&aacute;ssico o sexo era imagem tabu pelo que os realizadores e guionistas tinham de recorrer &agrave; met&aacute;fora para comunicarem momentos de intimidade. O champagne que borbulha nos flutes, o fumo insinuante dos cigarros, o calor ardente da lareira, s&atilde;o alguns dos elementos cl&aacute;ssicos de que The Servant se serve com alguma originalidade. Por&eacute;m, o que distingue este filme da generalidade &eacute; justamente a sexualiza&ccedil;&atilde;o de objectos aparentemente in&oacute;cuos, como rel&oacute;gios de parede, espelhos convexos ou torneiras de cozinha. Reprimido ou ausente nas personagens, o desejo insinua-se nas objectos comuns e espalha-se a toda a casa. Do mesmo modo, a paisagem sonora, quer atrav&eacute;s de efeitos em fora de campo, quer atrav&eacute;s do jazz quente da can&ccedil;&atilde;o &ldquo;Now while I love you alone&rdquo;, promove uma atmosfera de v&iacute;cio e sensualidade.</p>
<p>Esta decad&ecirc;ncia agudiza-se sobremaneira depois de Tony despedir Barrett e ficar isolado na mans&atilde;o. Numa cena de antologia &#8211; em que o espectador apenas v&ecirc; a sombra de Barrett e ouve di&aacute;logos em off &#8211; o patr&atilde;o encontra o criado na sua cama com a sua suposta &ldquo;irm&atilde;&rdquo; e confronta-o com o crime de lesa-majestade. &Eacute; a partir deste momento que compreendemos a real import&acirc;ncia de Barrett na casa. A lou&ccedil;a imunda na banca, a correspond&ecirc;ncia por abrir, as flores que murcham na jarra sinalizam a sua aus&ecirc;ncia e o vazio que deixou. Sem Barrett, Tony n&atilde;o tem capacidades para cuidar de si e &eacute; confrontado com essa mesma depend&ecirc;ncia. Um vinculo que era exclusivamente laboral, rapidamente se tornou numa necessidade e num la&ccedil;o afectivo vital. Esta rela&ccedil;&atilde;o de depend&ecirc;ncia &eacute; magnificamente ilustrada pela cena em que Tony entra no quarto de Vera e se agarra aos seus len&ccedil;&oacute;is, desesperadamente s&oacute;.</p>
<p>Dias mais tarde, Barrett encontra Tony num pub e consegue convencer o patr&atilde;o a aceit&aacute;-lo de volta. Por&eacute;m, depois do que ambos disseram e presenciaram, a sua rela&ccedil;&atilde;o s&oacute; podia estar diferente. Por vezes h&aacute; uma intimidade mais pronunciada, quase de casal, em que se conversa sobre a elabora&ccedil;&atilde;o do jantar ou se discute a arruma&ccedil;&atilde;o da casa. Outras vezes estabelecem-se brincadeiras de adolescentes, em que os dois jogam &agrave;s escondidas a amea&ccedil;ar: &ldquo;You&rsquo;ve got a guilty secret!&rdquo; Outras ainda, h&aacute; comportamentos sado-masoquistas como o patr&atilde;o a obrigar o criado a limpar o ch&atilde;o enquanto lhe chama parolo. Assim, fomentados pelo seu isolamento do mundo, cria-se aos poucos um ambiente de tens&atilde;o sexual entre os dois, em que o que excita &eacute; a tamb&eacute;m a rela&ccedil;&atilde;o de poder. Nesta atmosfera homoer&oacute;tica, o desespero sexual de Tony revela-se pat&eacute;tico e comovente, e Barrett, mais uma vez, explora esse facto em favor do seu dom&iacute;nio sobre o outro.</p>
<p>Este &eacute; pois um filme sobre a queda de um jovem aristocrata na ru&iacute;na moral. Sobre uma descida aos infernos em que o cicerone vai corrompendo as almas no caminho. Sobre a invers&atilde;o de uma rela&ccedil;&atilde;o de poder at&eacute; ao dom&iacute;nio absoluto do criado sobre o patr&atilde;o. Na &uacute;ltima cena, Barrett organiza uma orgia para oferecer a Tony, com mulheres de riso felliniano, c&acirc;maras fotogr&aacute;ficas que disparam flashes e m&uacute;sica embriagante. Depois da entrega a uma devassid&atilde;o sem regras, a festa termina simbolicamente com o criado a subir ao primeiro andar e o senhor a arrastar-se pelo soalho como um bicho. Quer dizer, o jovem aristocrata v&ecirc;-se agora reduzido a uma criatura in&uacute;til, viciada no &aacute;lcool e impotente face aos desafios da vida. Como num filme de terror, o monstro &eacute; tamb&eacute;m o melhor amigo e a vitima &eacute; t&atilde;o culpada quanto o carrasco. Como num document&aacute;rio de natureza, o humano &eacute; aqui retratado como um ser dependente do outro, dominado pela agress&atilde;o e pelo desejo, como um parasita da alma.</p>
<p>Trailer:</p>
<p><img width="425" height="344" alt="" title="&quot;allowFullScreen&quot;:&quot;true&quot;,&quot;src&quot;:&quot;http://www.youtube.com/v/aZ_GUH3i9z8&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&quot;" class="mceItemFlash" src="../../../../../beta1/wp-includes/js/tinymce/plugins/media/img/trans.gif" mce_src="http://argumentistas.org/beta1/wp-includes/js/tinymce/plugins/media/img/trans.gif" /></p>
<p>&nbsp;</p>
 <div class='series_links'><a href='http://argumentistas.org/2008/10/sex-and-the-city-teorias-e-conspiracoes-sobre-a-comedia-romantica/' title='Sex and the City: teorias e conspirações sobre a comédia romântica'>Artigo anterior</a> </div>]]></content:encoded>
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