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	<title>argumentistas.orgtelevisão | argumentistas.org</title>
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	<description>Associação Portuguesa de Argumentistas e Dramaturgos</description>
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		<title>Rui Vilhena: é preciso criar histórias com que as pessoas possam se identificar</title>
		<link>http://argumentistas.org/2008/10/rui-vilhena-e-preciso-criar-historias-com-que-as-pessoas-possam-se-identificar/</link>
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		<pubDate>Sat, 11 Oct 2008 17:03:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Nunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dossier]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
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		<category><![CDATA[Rui Vilhena]]></category>
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		<description><![CDATA[Rui Vilhena é um dos mais destacados guionistas nacionais, responsável por muitas telenovelas de sucesso e pela aguardada mini-série "Equador".]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='series_toc'><h3>Índice: Revista#1</h3><ol><li><a href='http://argumentistas.org/2008/10/pedro-marta-santos-ainda-nao-somos-uma-profissao-somos-uma-perturbacao-neurotica/' title='Pedro Marta Santos: ainda não somos uma profissão, somos uma perturbação neurótica'>Pedro Marta Santos: ainda não somos uma profissão, somos uma perturbação neurótica</a></li><li><a href='http://argumentistas.org/2008/10/nuno-markl-a-comedia-e-um-organismo-vivo/' title='Nuno Markl: a comédia é um organismo vivo'>Nuno Markl: a comédia é um organismo vivo</a></li><li>Rui Vilhena: é preciso criar histórias com que as pessoas possam se identificar</li><li><a href='http://argumentistas.org/2008/10/antonio-ferreira-um-guiao-e-como-uma-lista-de-compras/' title='António Ferreira: um guião é como uma lista de compras'>António Ferreira: um guião é como uma lista de compras</a></li><li><a href='http://argumentistas.org/2008/10/tiago-santos-como-ganhar-a-vida-numa-profissao-que-nao-existe/' title='Tiago Santos: como ganhar a vida numa profissão que não existe'>Tiago Santos: como ganhar a vida numa profissão que não existe</a></li><li><a href='http://argumentistas.org/2008/10/jorge-vaz-nande-devemos-sempre-olhar-para-a-nigeria/' title='Jorge Vaz Nande: devemos sempre olhar para a Nigéria'>Jorge Vaz Nande: devemos sempre olhar para a Nigéria</a></li><li><a href='http://argumentistas.org/2008/10/perfil-neil-labute-matem-o-dramaturgo/' title='Perfil: Neil Labute &#8211; matem o dramaturgo'>Perfil: Neil Labute &#8211; matem o dramaturgo</a></li><li><a href='http://argumentistas.org/2008/10/dexter-o-mundo-ao-contrario/' title='Dexter: o mundo ao contrário'>Dexter: o mundo ao contrário</a></li><li><a href='http://argumentistas.org/2008/10/my-blueberry-nights-o-neon-da-paixao/' title='My Blueberry Nights: o néon da paixão'>My Blueberry Nights: o néon da paixão</a></li><li><a href='http://argumentistas.org/2008/10/sex-and-the-city-teorias-e-conspiracoes-sobre-a-comedia-romantica/' title='Sex and the City: teorias e conspirações sobre a comédia romântica'>Sex and the City: teorias e conspirações sobre a comédia romântica</a></li><li><a href='http://argumentistas.org/2008/10/the-servant-parasitas-da-alma/' title='The Servant: parasitas da alma'>The Servant: parasitas da alma</a></li></ol></div> <p><a href="http://www.imdb.com/name/nm2000096/"><em>Rui Vilhena</em></a><em> &eacute; um dos mais destacados guionistas nacionais, respons&aacute;vel por muitas telenovelas de sucesso e pela aguardada mini-s&eacute;rie &quot;Equador&quot;.</em></p>
<p><a href="http://argumentistas.org/wp-content/uploads/rui-vilhena-rev1-foto.jpg"><img width="500" height="400" src="http://argumentistas.org/wp-content/uploads/rui-vilhena-rev1-foto.jpg" alt="" title="rui-vilhena-rev1-foto" class="aligncenter size-full wp-image-215" /></a></p>
<h2>Ser guionista</h2>
<p><b>APAD &#8211; Quando e porque come&ccedil;ou a escrever? O que o fascina na profiss&atilde;o? </b></p>
<p>Rui Vilhena &#8211; Sempre gostei muito de contar hist&oacute;rias. Quando fui para a Calif&oacute;rnia come&ccedil;ei a tirar alguns cursos ligados ao audiovisual e foi ent&atilde;o que passei a levar a s&eacute;rio, o que na &eacute;poca percebi, ser a minha voca&ccedil;&atilde;o.</p>
<p><b>APAD &#8211; Como &eacute; que elabora a estrutura de uma telenovela? Como mant&eacute;m o registro de tantas personagens e de tantos mini-plots? </b></p>
<p>RV &#8211; Penso que quase todos os autores de telenovelas utilizem o mesmo m&eacute;todo de trabalho. H&aacute; uma grelha contendo todas as cenas do epis&oacute;dio que &eacute; distribuida entre os demais autores. Uma vez escritas as cenas, estas s&atilde;o montadas, relidas e reescritas at&eacute; estarem de acordo com o perfil que se pretende dar a hist&oacute;ria. Como s&atilde;o muitas personagens, a concentra&ccedil;&atilde;o e a mem&oacute;ria s&atilde;o fundamentais para n&atilde;o perder o fio a meada.</p>
<p><b>APAD &#8211; Que segredos (que possam ser partilhados) utiliza na concep&ccedil;&atilde;o das suas hist&oacute;rias? Para al&eacute;m do trabalho &aacute;rduo h&aacute; alguma formula do sucesso para conquistar os p&uacute;blicos portugueses? H&aacute; personagens ou tramas a que os portugueses nutrem mais simpatia? </b></p>
<p>RV &#8211; A novela &eacute; o espelho da vida real. &Eacute; preciso criar hist&oacute;rias com que as pessoas possam se identificar &ndash; que pare&ccedil;am crediveis. No meu caso, gosto que o p&uacute;blico pense que &ldquo;isso podia estar a acontecer comigo&rdquo;, ou que conhe&ccedil;am algu&eacute;m que j&aacute; tenha passado por uma situa&ccedil;&atilde;o semelhante. Acredito que o p&uacute;blico de telenovela em geral, seja no M&eacute;xico, no Brasil ou em Portugal, tem gostos semelhantes &ndash; a paix&atilde;o pelo folhetim.</p>
<p><b>APAD &#8211; Que regras utiliza na concep&ccedil;&atilde;o das personagens? Como atinge o equil&iacute;brio entre as diversas personagens e hist&oacute;rias? Em que sentido tem preocupa&ccedil;&otilde;es de audi&ecirc;ncia e dos diversos p&uacute;blicos? </b></p>
<p>RV &#8211; A audi&ecirc;ncia &eacute; uma preocupa&ccedil;&atilde;o constante, assim como os diversos p&uacute;blicos. Regra geral, nas minhas novelas h&aacute; plots para todos: terceira idade, infanto-juvenil, adolescentes&hellip; Como a novela n&atilde;o &eacute; escrita para mim e para os meus amigos, &eacute; preciso estar atento a evolu&ccedil;&atilde;o da teledramaturgia, para que a novela acompanhe as novas tendencias dramaturgicas. Parece que estamos a falar de moda, mas a escrita &eacute; uma arte como outra qualquer, vive em constante muta&ccedil;&atilde;o. Hoje o p&uacute;blico de telenovelas &eacute; mais impaciente. Espera resolu&ccedil;&otilde;es r&aacute;pidas. Ningu&eacute;m quer esperar 200 cap&iacute;tulos para saber que Maria, afinal, n&atilde;o era filha de Pedro. &Eacute; fundamental que cada personagem tenha um conflito pr&oacute;prio. A fun&ccedil;&atilde;o de uma personagem n&atilde;o pode ser apenas &ldquo;ser irm&atilde; da protagonista&rdquo;. Sim, ela &eacute; irm&atilde;, mas &eacute; cleptomaniaca, ninfoman&iacute;aca &hellip; uma personagem sem conflito interior, &eacute; uma personagem sem alma. Depois de elaboradas cria-se a teia de aranha que ir&aacute; compor a evolu&ccedil;&atilde;o do relacionamento entre elas ao longo da trama.</p>
<p><b>APAD &#8211;  Que regras utiliza na concep&ccedil;&atilde;o de cenas? Tem alguma dicas ou sugest&otilde;es que possam ser &uacute;teis a jovens guionistas? </b></p>
<p>RV &#8211; Regra de ouro: uma boa cena tem ritmo, originalidade e alma. Para quem est&aacute; a come&ccedil;ar vejam tudo. Principalmente as s&eacute;ries americanas que hoje &eacute; o que se faz de melhor na televis&atilde;o.</p>
<p><b>APAD &#8211; O que &eacute; para si um bom di&aacute;logo? Que truques usa para escrever um di&aacute;logo memor&aacute;vel? </b></p>
<p>RV &#8211; Um bom di&aacute;logo &eacute; aquele que n&atilde;o ma&ccedil;e, que n&atilde;o esteja recheado de clich&eacute;s, que me fa&ccedil;a reflectir, que de alguma forma altere a minha maneira de pensar. A t&eacute;cnica &eacute; fundamental na elabora&ccedil;&atilde;o de um di&aacute;logo. Os meus chegam a ser matem&aacute;ticos (tamanho das falas, da cena, etc&hellip;)</p>
<p><b>APAD &#8211; Costuma trabalhar em equipa. Com quantas pessoas trabalha numa novela? Como &eacute; dividido o trabalho? Como consegue manter a coer&ecirc;ncia numa escrita a tantas m&atilde;os? </b></p>
<p>RV &#8211; Actualmente &ldquo;A Face do Mal&rdquo; conta com uma equipa de sete autores. &Eacute; fundamental que todos escrevam como se de um autor se tratasse, uma vez que o perfil das personagens n&atilde;o pode ser alterado. Se cada autor imprimisse o seu tom, as personagens seriam, de certeza, no m&iacute;nimo esquizofr&eacute;nicas.</p>
<h2>Produto e Marketing</h2>
<p><b>APAD &#8211; Em que medida a publicidade e o marketing s&atilde;o essenciais para o sucesso da novela nas audi&ecirc;ncias? Que outras formas de publicitar o produto s&atilde;o hoje comuns? </b></p>
<p>RV &#8211; Uma novela &eacute; um produto como outro qualquer. Precisa de uma excelente divulga&ccedil;&atilde;o. A internet parece ser a nova fronteira nesta &aacute;era. Eu mesmo j&aacute; tenho um video no YouTube a promover &ldquo;A Face do Mal&rdquo;.</p>
<p><b>APAD &#8211; Para si quais s&atilde;o os factores que mais influenciam o sucesso ou insucesso de um projecto para televis&atilde;o? </b></p>
<p>RV &#8211; Uma boa hist&oacute;ria &eacute; a pe&ccedil;a chave.</p>
<p><b>APAD &#8211; O que &eacute; necess&aacute;rio para um guionista criar uma boa rela&ccedil;&atilde;o com o produtor ou com o realizador? Como &eacute; a natureza deste trabalho em conjunto? </b></p>
<p>RV &#8211; Costumo dizer que o autor e o realizador s&atilde;o como marido e mulher. Se o casamento funciona, a novela tamb&eacute;m. &Eacute; preciso haver respeito, confian&ccedil;a e di&aacute;logo. A falta de comunica&ccedil;&atilde;o numa equipa pode levar o projecto &agrave; fal&ecirc;ncia.</p>
<p><b>APAD &#8211; Que diferen&ccedil;as costuma encontrar entre o gui&atilde;o e o produto final? </b></p>
<p>RV &#8211; H&aacute; sempre diferen&ccedil;as. Nunca &eacute; aquilo que imaginamos&hellip; pode estar pr&oacute;ximo, pior ou melhor&hellip; mas igual, &eacute; raro.</p>
<h2>O mercado</h2>
<p><b>APAD &#8211; Qual deve ser a expectativa para um jovem guionista no mercado portugu&ecirc;s (TV e Cinema)? </b></p>
<p>RV &#8211; A &aacute;rea &eacute; bastante promissora. O mercado est&aacute; faminto por novos profissionais. Mas lembrem-se: &eacute; importante ter conhecimento da t&eacute;cnica.</p>
<p><b>APAD &#8211; Acha que j&aacute; se pode falar numa verdadeira ind&uacute;stria televisiva em Portugal? </b></p>
<p>RV &#8211; Sem d&uacute;vida. Uma ind&uacute;stria que j&aacute; n&atilde;o fica nada a dever ao que se faz em outros pa&iacute;ses, nomeadamente no Brasil.</p>
<p><b>APAD &#8211; O guionista &eacute; algu&eacute;m que &eacute; valorizado na cadeia de valor destes produtos? </b></p>
<p>RV &#8211; O guionista come&ccedil;a a ser uma pe&ccedil;a cada vez mais importante. O texto &eacute; a base de tudo. Uma novela pode ter grandes cen&aacute;rios, excelentes actores, figurinos lind&iacute;ssimos, mas se a hist&oacute;ria n&atilde;o for boa, n&atilde;o tiver alma e n&atilde;o surpreender, o resto de nada vale.</p>
<p><b>APAD &#8211; Teve uma empresa de guionistas. Acha que uma organiza&ccedil;&atilde;o deste g&eacute;nero &eacute; uma boa solu&ccedil;&atilde;o? Haver&aacute; espa&ccedil;o para o surgimento de v&aacute;rias empresas do g&eacute;nero? </b></p>
<p>RV &#8211; Acho que &eacute; fundamental. Na Script tivemos a oportunidade de realizar diversos projectos na &aacute;era da forma&ccedil;&atilde;o e dar oportunidade a estagi&aacute;rios.</p>
<p><b>APAD &#8211; Que diferen&ccedil;as encontra entre a ind&uacute;stria em Portugal e a ind&uacute;stria noutros paises, como Brasil e Estados Unidos? </b></p>
<p>RV &#8211; Em Portugal ainda estamos muito voltados para a telenovela. Penso que o Equador ir&aacute; alterar um pouco este cen&aacute;rio pela qualidade da s&eacute;rie &ndash; e o interesse que certamente ir&aacute; despertar. Os Estados Unidos, depois de um grande investimento da ind&uacute;stria televisiva &#8211; foram buscar os grandes talentos do cinema (guionistas, realizadores, iluminadores) &#8211; est&atilde;o a produzir o que se faz de melhor na televis&atilde;o a n&iacute;vel mundial. Principamente no que se refere &agrave; qualidade dos di&aacute;logos. O importante &eacute; estarmos sempre atentos ao que est&aacute; a ser feito, &eacute; tentar perceber porque as s&eacute;ries x e y fazem sucesso, qual &eacute; o segredo&hellip; um guionista tem de estar sempre actualizado.</p>
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		<title>Dexter: o mundo ao contrário</title>
		<link>http://argumentistas.org/2008/10/dexter-o-mundo-ao-contrario/</link>
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		<pubDate>Sat, 11 Oct 2008 17:01:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Nunes</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Dexter]]></category>
		<category><![CDATA[televisão]]></category>

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		<description><![CDATA[Daniel Ribas analisa "Dexter", série de sucesso que vira o mundo ao contrário tendo como protagonista um simpático "serial killer".]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='series_toc'><h3>Índice: Revista#1</h3><ol><li><a href='http://argumentistas.org/2008/10/pedro-marta-santos-ainda-nao-somos-uma-profissao-somos-uma-perturbacao-neurotica/' title='Pedro Marta Santos: ainda não somos uma profissão, somos uma perturbação neurótica'>Pedro Marta Santos: ainda não somos uma profissão, somos uma perturbação neurótica</a></li><li><a href='http://argumentistas.org/2008/10/nuno-markl-a-comedia-e-um-organismo-vivo/' title='Nuno Markl: a comédia é um organismo vivo'>Nuno Markl: a comédia é um organismo vivo</a></li><li><a href='http://argumentistas.org/2008/10/rui-vilhena-e-preciso-criar-historias-com-que-as-pessoas-possam-se-identificar/' title='Rui Vilhena: é preciso criar histórias com que as pessoas possam se identificar'>Rui Vilhena: é preciso criar histórias com que as pessoas possam se identificar</a></li><li><a href='http://argumentistas.org/2008/10/antonio-ferreira-um-guiao-e-como-uma-lista-de-compras/' title='António Ferreira: um guião é como uma lista de compras'>António Ferreira: um guião é como uma lista de compras</a></li><li><a href='http://argumentistas.org/2008/10/tiago-santos-como-ganhar-a-vida-numa-profissao-que-nao-existe/' title='Tiago Santos: como ganhar a vida numa profissão que não existe'>Tiago Santos: como ganhar a vida numa profissão que não existe</a></li><li><a href='http://argumentistas.org/2008/10/jorge-vaz-nande-devemos-sempre-olhar-para-a-nigeria/' title='Jorge Vaz Nande: devemos sempre olhar para a Nigéria'>Jorge Vaz Nande: devemos sempre olhar para a Nigéria</a></li><li><a href='http://argumentistas.org/2008/10/perfil-neil-labute-matem-o-dramaturgo/' title='Perfil: Neil Labute &#8211; matem o dramaturgo'>Perfil: Neil Labute &#8211; matem o dramaturgo</a></li><li>Dexter: o mundo ao contrário</li><li><a href='http://argumentistas.org/2008/10/my-blueberry-nights-o-neon-da-paixao/' title='My Blueberry Nights: o néon da paixão'>My Blueberry Nights: o néon da paixão</a></li><li><a href='http://argumentistas.org/2008/10/sex-and-the-city-teorias-e-conspiracoes-sobre-a-comedia-romantica/' title='Sex and the City: teorias e conspirações sobre a comédia romântica'>Sex and the City: teorias e conspirações sobre a comédia romântica</a></li><li><a href='http://argumentistas.org/2008/10/the-servant-parasitas-da-alma/' title='The Servant: parasitas da alma'>The Servant: parasitas da alma</a></li></ol></div> <p mce_style="margin-bottom: 0.14in;" style="margin-bottom: 0.14in;" class="western"><i>por Daniel Ribas</i><i><span mce_style="&rdquo;font-size:x-small;&rdquo;" style=""> (</span></i><i><span mce_style="&rdquo;font-size:x-small;&rdquo;" style="">(Daniel Ribas &eacute; argumentista e investigador da Universidade de Aveiro. Prepara uma tese de doutoramento sobre os filmes de Jo&atilde;o Canijo. &Eacute; tamb&eacute;m professor do Instituto Polit&eacute;cnico de Bragan&ccedil;a.))</span></i></p>
<h2>O Mundo ao Contr&aacute;rio</h2>
<p mce_style="margin-bottom: 0.14in;" style="margin-bottom: 0.14in;" class="western">Sobre &laquo;Dexter&raquo;<i><span mce_style="&rdquo;font-size:x-small;&rdquo;" style=""><br />
</span></i></p>
<p mce_style="margin-bottom: 0.14in;" style="margin-bottom: 0.14in;" class="western">H&aacute; algo de surpreendente em &ldquo;Dexter&rdquo;. A s&eacute;rie, que caminha para a terceira temporada nos Estados Unidos (come&ccedil;ar&aacute; a emitir agora em Setembro), &eacute; um resultado da produtora americana ShowTime (respons&aacute;vel por outras s&eacute;ries de sucesso como &laquo;Erva/Weeds&raquo;, &laquo;Californication&raquo; e &laquo;L World&raquo;). &Eacute; certo que, no centro da estrutura dram&aacute;tica do gui&atilde;o, est&aacute; algo que at&eacute; &eacute; clich&eacute;: um <i id="b3001">vigilante</i> que decide fazer justi&ccedil;a pelas pr&oacute;prias m&atilde;os. Mas, apesar disso (ou at&eacute; por causa disso), a s&eacute;rie consegue sempre surpreender-nos, j&aacute; que, jogando com essas expectativas, &eacute; capaz de trazer muitos pormenores novos. O primeiro deles, que tem tudo a ver com o centro desta estrutura, &eacute; o seu her&oacute;i: Dexter &eacute; o nosso vigilante, mas &eacute; tamb&eacute;m a personagem que provoca mais compaix&atilde;o no espectador.</p>
<p mce_style="margin-bottom: 0.14in;" style="margin-bottom: 0.14in;" class="western">Assim dito, talvez seja importante esclarecer qual &eacute; a linha narrativa da s&eacute;rie: Dexter &eacute; um especialista de ci&ecirc;ncias forenses, que trabalha no departamento de homic&iacute;dios da pol&iacute;cia de Los Angeles. &Eacute; ele que trabalha sobre os vest&iacute;gios de sangue nas cenas de crime. Contudo, Dexter assassina criminosos &agrave; noite, depois do trabalho. Para ele (e para o c&oacute;digo do seu pai adoptivo, Harry), estes assass&iacute;nios t&ecirc;m que ser justificados e, por isso, Dexter investiga a fundo (por conta pr&oacute;pria) estes criminosos e s&oacute; os mata quando a investiga&ccedil;&atilde;o policial <i id="b3003">normal</i> n&atilde;o os consegue acusar. A grande justifica&ccedil;&atilde;o narrativa para este comportamento <i id="b3004">serial-killer</i> de Dexter &eacute; um epis&oacute;dio na sua inf&acirc;ncia: ele foi resgatado por Harry (o seu futuro pai adoptivo, portanto) numa cena de crime terr&iacute;vel, dentro de um vag&atilde;o, onde a m&atilde;e tinha sido morta e o sangue cobria Dexter de vermelho.</p>
<p mce_style="margin-bottom: 0.14in;" style="margin-bottom: 0.14in;" class="western">Para al&eacute;m deste comportamento desviante, Dexter tenta manter uma vida normal com a sua irm&atilde;, Debra e com Rita, a sua namorada. Este conjunto de personagens obriga Dexter a interagir e a fugir da sua aus&ecirc;ncia de sentimentos (&eacute; ele pr&oacute;prio que o repete, diversas vezes). A grande linha narrativa da primeira temporada &eacute; a investiga&ccedil;&atilde;o sobre um <i id="b3006">serial killer</i> que, descobrir-se-&aacute; mais tarde, tem uma liga&ccedil;&atilde;o afectiva com Dexter (n&atilde;o dizemos mais para n&atilde;o <i id="gogf">estragar</i> o visionamento a quem ainda n&atilde;o viu). Na segunda temporada, o departamento de homic&iacute;dios descobre o local onde as v&iacute;timas de Dexter eram abandonadas (no meio do mar). Uma ca&ccedil;a ao homem come&ccedil;a: a ca&ccedil;a a Dexter&hellip;</p>
<p mce_style="margin-bottom: 0.14in;" style="margin-bottom: 0.14in;" class="western" id="b3007">A estrutura narrativa b&aacute;sica da s&eacute;rie &eacute;, portanto, a vida de um departamento de homic&iacute;dios. Contudo, ao contr&aacute;rio de outras s&eacute;ries semelhantes, em &laquo;Dexter&raquo; o cerne da ac&ccedil;&atilde;o policial est&aacute; na descoberta de <i id="b3008">serial-killers</i> em vez dos vulgares crimes passionais. Desta forma, a s&eacute;rie organiza-se atrav&eacute;s da sucessiva descoberta de provas que encontrem o assassino (um pouco &agrave; semelhan&ccedil;a de filmes que lidam com o mesmo tipo de criminosos). Na segunda temporada isso torna-se mais &oacute;bvio desde o primeiro epis&oacute;dio, o que leva mesmo &agrave; entrada em cena de uma nova personagem: o agente especial Frank Lundy, funcion&aacute;rio do FBI e destacado para criar uma <i id="li61">task-force</i> sobre o assassino.</p>
<p><a mce_href="http://argumentistas.org/beta1/wp-content/themes/mimbo2.2/images/dex1.jpg" href="../../../../../beta1/wp-content/themes/mimbo2.2/images/dex1.jpg"><img width="400" height="278" alt="" mce_src="http://argumentistas.org/beta1/wp-content/themes/mimbo2.2/images/dex1.jpg" src="../../../../../beta1/wp-content/themes/mimbo2.2/images/dex1.jpg" title="dex1" class="alignnone size-full wp-image-148" /></a></p>
<p mce_style="margin-bottom: 0.14in;" style="margin-bottom: 0.14in;" class="western" id="b3009">Para al&eacute;m destas linhas narrativas, h&aacute; hist&oacute;rias secund&aacute;rias que multiplicam as <i id="b30010">vidas</i> de Dexter: os namorados de Debra (e a sua vida como investigadora no departamento), a vida de Rita (com os seus filhos e o seu ex-marido) e at&eacute; a vida social dos colegas de trabalho. Estas diversas linhas narrativas pretendem apenas servir a hist&oacute;ria e a personalidade de Dexter (esta &eacute; uma s&eacute;rie de uma personagem, ao contr&aacute;rio de outras que apostam em <i id="j48.">ensembles </i>de actores). &Eacute; por isso que cada epis&oacute;dio &eacute; estruturado como uma <i id="b30011">&ldquo;aprendizagem&rdquo;</i> de Dexter, as suas diversas mudan&ccedil;as e o impacto que o mundo &agrave; sua volta tem em si. Cada epis&oacute;dio &eacute;, por isso, bastante redondo, mesmo que haja uma linha narrativa comum a cada temporada (at&eacute; por causa disso, cada epis&oacute;dio come&ccedil;a com o resumo do que aconteceu at&eacute; ent&atilde;o). Para al&eacute;m disso, no fim dos epis&oacute;dios (por norma, embora nem sempre) um novo problema &eacute; lan&ccedil;ado, de forma a que a curiosidade se mantenha e a audi&ecirc;ncia deseje o pr&oacute;ximo cap&iacute;tulo.</p>
<p mce_style="margin-bottom: 0.14in;" style="margin-bottom: 0.14in;" class="western" id="b30012">Esta estrutura&ccedil;&atilde;o &eacute; acompanhada com uma constante sensa&ccedil;&atilde;o de perigo: que Dexter seja apanhado. Esta consci&ecirc;ncia leva-nos, provavelmente, &agrave; grande atrac&ccedil;&atilde;o da s&eacute;rie: cada espectador sofre de uma luta interior entre amar e odiar Dexter, em se sentir identificado e em repuls&aacute;-lo. Mesmo que seja &oacute;bvio um sentimento de identifica&ccedil;&atilde;o dominante, h&aacute; algumas vezes em que Dexter &eacute; caracterizado <i id="b30013">mesmo</i> como um <i id="b30014">serial-killer</i>. A&iacute; o equil&iacute;brio torna-se inst&aacute;vel e fica essa sensa&ccedil;&atilde;o de estranheza que &eacute; tamb&eacute;m a sensa&ccedil;&atilde;o que nos faz manter <i id="b30015">colados</i> ao desenvolvimento da s&eacute;rie.</p>
<p mce_style="margin-bottom: 0.14in;" style="margin-bottom: 0.14in;" class="western" id="b30016">Outra das caracter&iacute;sticas marcantes de &laquo;Dexter&raquo; &eacute; a sua voz-off, que acompanha todos os epis&oacute;dios e que pontua os diferentes momentos da narrativa. &Eacute; tamb&eacute;m a voz-off que nos permite, nos momentos mais delicados, estabelecer uma identifica&ccedil;&atilde;o, al&eacute;m de acentuar a import&acirc;ncia do nosso <i id="e:3e">one-man-show</i>. E, ao contr&aacute;rio do que poderia ser previs&iacute;vel, a voz-off funciona, j&aacute; que a s&eacute;rie serve para <i id="e:3e0">entrar</i> no interior dos pensamentos e da forma de actuar de Dexter.</p>
<p mce_style="margin-bottom: 0.14in;" style="margin-bottom: 0.14in;" class="western" id="b30018">&Eacute; neste sentido que &laquo;Dexter&raquo; nos parece uma das melhores s&eacute;ries que est&atilde;o actualmente em exibi&ccedil;&atilde;o, sobretudo pela capacidade de confrontar os dois lados da barricada (o bom e o mau) e atrav&eacute;s desse caos lan&ccedil;ar-nos no turbilh&atilde;o dos sentimentos paradoxais. Esta &eacute; a s&eacute;rie, tamb&eacute;m, que relan&ccedil;a um grande actor: Michael C. Hall, respons&aacute;vel por outra grande personagem (David Fisher), na s&eacute;rie &laquo;Sete Palmos de Terra&raquo;. Resta, por isso, a curiosidade de saber para onde vai a pr&oacute;xima temporada e para onde poder&atilde;o ir os argumentistas da s&eacute;rie&hellip;</p>
<p mce_style="margin-bottom: 0.14in;" style="margin-bottom: 0.14in;" class="western"><i><br />
</i></p>
<p><img width="486" height="412" mce_src="http://argumentistas.org/beta1/wp-includes/js/tinymce/plugins/media/img/trans.gif" src="../../../../../beta1/wp-includes/js/tinymce/plugins/media/img/trans.gif" class="mceItemFlash" title="&quot;name&quot;:&quot;flashObj&quot;,&quot;bgcolor&quot;:&quot;#FFFFFF&quot;,&quot;flashvars&quot;:&quot;videoId=1688292415&amp;playerId=271552642&amp;viewerSecureGatewayURL=https://console.brightcove.com/services/amfgateway&amp;servicesURL=http://services.brightcove.com/services&amp;cdnURL=http://admin.brightcove.com&amp;domain=embed&amp;autoStart=false&amp;&quot;,&quot;src&quot;:&quot;http://services.brightcove.com/services/viewer/federated_f8/271552642&quot;" alt="" /><br />
Trailer da Terceira &Eacute;poca de &laquo;Dexter&raquo;</p>
 <div class='series_links'><a href='http://argumentistas.org/2008/10/perfil-neil-labute-matem-o-dramaturgo/' title='Perfil: Neil Labute &#8211; matem o dramaturgo'>Artigo anterior</a> <a href='http://argumentistas.org/2008/10/my-blueberry-nights-o-neon-da-paixao/' title='My Blueberry Nights: o néon da paixão'>Próximo artigo</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Dexter, o psicopata que todos adoramos</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Aug 2008 10:57:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Ribas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Dexter]]></category>
		<category><![CDATA[televisão]]></category>
		<category><![CDATA[trailer]]></category>

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		<description><![CDATA[Dexter é uma das séries do momento na televisão. Depois de duas temporadas, a série prepara a estreia da terceira durante Setembro, nos Estados Unidos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Dexter </em>&eacute; uma das s&eacute;ries do momento na televis&atilde;o. Depois de duas temporadas, a s&eacute;rie prepara a estreia da terceira durante Setembro, nos Estados Unidos. Este &eacute; o <a target="_blank" href="http://www.sho.com/site/dexter/home.do">site oficial</a>. <em>Dexter </em>ser&aacute; alvo de uma an&aacute;lise na <a target="_blank" href="http://argumentistas.org/?p=123">edi&ccedil;&atilde;o n&uacute;mero 1</a> da (mini) revista online da APAD.</p>
<p><object width="486" height="412" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000"><param value="flashObj" name="name" /><param value="#FFFFFF" name="bgcolor" /><param value="videoId=1688292415&amp;playerId=271552642&amp;viewerSecureGatewayURL=https://console.brightcove.com/services/amfgateway&amp;servicesURL=http://services.brightcove.com/services&amp;cdnURL=http://admin.brightcove.com&amp;domain=embed&amp;autoStart=false&amp;" name="flashvars" /><param value="http://services.brightcove.com/services/viewer/federated_f8/271552642" name="src" /><embed width="486" height="412" name="flashObj" bgcolor="#FFFFFF" flashvars="videoId=1688292415&amp;playerId=271552642&amp;viewerSecureGatewayURL=https://console.brightcove.com/services/amfgateway&amp;servicesURL=http://services.brightcove.com/services&amp;cdnURL=http://admin.brightcove.com&amp;domain=embed&amp;autoStart=false&amp;" src="http://services.brightcove.com/services/viewer/federated_f8/271552642" type="application/x-shockwave-flash"></embed></object></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Para onde enviar o seu guião</title>
		<link>http://argumentistas.org/2007/03/para-onde-enviar-o-seu-guiao/</link>
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		<pubDate>Wed, 07 Mar 2007 23:48:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Nunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Oportunidades]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Produtoras]]></category>
		<category><![CDATA[televisão]]></category>

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		<description><![CDATA[A nossa leitora e colaboradora maria_ enviou-nos a seguinte listagem de produtoras e respectivas polí­ticas de aceitação de guiões, que poderá ser útil para a maior parte dos guionistas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A nossa leitora e colaboradora maria_ enviou-nos a seguinte listagem de produtoras e respectivas pol&iacute;&shy;ticas de aceita&ccedil;&atilde;o de gui&otilde;es, que poder&aacute; ser &uacute;til para a maior parte dos guionistas.</p>
<p><u>Update:</u> Esta listagem, que j&aacute; tem dois anos, est&aacute; desactualizada, por isso agradecemos aos nossos leitores que indiquem, nos coment&aacute;rios, os contactos de outras produtoras que se devessem acrescentar a esta lista.</p>
<p><span id="more-33"></span><br />
<blockquote>Criei uma base de dados de produtoras de cinema, contactei algumas produtoras sobre a sua disponibilidade em receber gui&otilde;es para observa&ccedil;&atilde;o e estas foram algumas das suas respostas:</p></blockquote>
<p><strong>Animatografo 2</strong> mail: pandora em animatografo2 ponto com</p>
<p>Aceita apenas ler sinopses de 1 p&aacute;gina para compreender a narrativa.</p>
<p><strong>Arco filmes</strong> mail: bruno em arcofilms ponto com</p>
<p>Aceita apenas ler sinopses, n&atilde;o mais de 5 linhas</p>
<p><strong>Formigueiro prod. Cinema, pub. &amp; Tv/v&iacute;deo</strong> mail: formigueiro em mail ponto telepac ponto pt</p>
<p>Rua das Trinas 36 &#8211; 4, 1200-858 Lisboa</p>
<p>De momento, n&atilde;o est&atilde;o &agrave;&nbsp; procura mas aceitam ler sem compromisso.</p>
<p><strong>Utopia Filmes</strong> mail: camisao em utopiafilmes ponto com</p>
<p>Aceita ler gui&otilde;es de cinema</p>
<p><strong>Real Fic&ccedil;&atilde;o Cinevideo e multim&eacute;dia, Lda</strong> mail: ruisimoes em realficcao ponto com</p>
<p>Aceita ler sinopses e uma sequ&ecirc;ncia com di&aacute;logos</p>
<p><strong>Tony Lima</strong> mail: tonylimaactor em hotmail ponto com</p>
<p>Aceita ler gui&otilde;es</p>
<p><strong>O som &amp; a f&uacute;ria</strong> mail: furia@netcabo ponto pt</p>
<p>Aceita ler gui&otilde;es</p>
<p><strong>Zed-filmes</strong> mail: mail em zedfilmes ponto com</p>
<p>Aceita ler curtas metragens</p>
<p><strong>Videocontacto, tecnologias de informa&ccedil;&atilde;o, Lda</strong> mail: videocontacto em mail.telepac.pt</p>
<p>Aceita ler gui&otilde;es de individuos identificados com o nome completo. Est&atilde;o vocacionados actualmente para document&aacute;rios.</p>
<p><strong>beActive</strong> mail: info em beactive ponto pt</p>
<p>Tem uma equipa interna para desenvolver projectos mas aceita ler sinopses na categoria de longas metragem. Os g&eacute;neros que procura s&atilde;o: filmes de adolescentes, fam&iacute;lia/crian&ccedil;as e thriller/horror.</p>
<p><strong>yellow Pictures productions</strong> mail: Soraia em yellowpicturesproductions ponto com</p>
<p>Aceita gui&otilde;es, entregues atrav&eacute;s da sua p&aacute;gina de internet, na categoria projectos. O &uacute;nico g&eacute;nero que n&atilde;o aceita &eacute; o terror e o seu publico alvo s&atilde;o os jovens. Aten&ccedil;&atilde;o: &eacute; necess&aacute;rio assinar acordo de aprecia&ccedil;&atilde;o cinematogr&aacute;fico.</p>
<p><strong>Magazin</strong> mail: magazin em portugalmail ponto pt</p>
<p>Aceita ler gui&otilde;es.</p>
<p><strong>Filmes da mente</strong> mail: info em filmesdamente ponto com</p>
<p>Receptivos a novas ideias e propostas dentro das tem&aacute;ticas da fic&ccedil;&atilde;o &#8211; gui&otilde;es vocacionados para cinema (curtas-metragens) ou televis&atilde;o (s&eacute;ries inclusiv&eacute;). Pode ser enviado o gui&atilde;o inteiro, mas preferencialmente numa primeira abordagem basta enviar a storyline e uma sinopse completa.</p>
<p><strong>Costa Castelo Filmes</strong> mail: emalorga em costacastelo ponto pt</p>
<p>Aceita ler sinopses de gui&otilde;es.</p>
<blockquote><p>Esta informa&ccedil;&atilde;o foi actualizado no dia 26 de Outubro de 2006. Sei que as produtoras procuram sangue novo, que existem poucos bons guionistas e que por este facto, os guionistas s&atilde;o sempre os mesmos. &Eacute; aqui que sinto que existe muita margem para progredir.</p></blockquote>
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