<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>argumentistas.orgThe Day the Earth Stood Still | argumentistas.org</title>
	<atom:link href="http://argumentistas.org/tag/the-day-the-earth-stood-still/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://argumentistas.org</link>
	<description>Associação Portuguesa de Argumentistas e Dramaturgos</description>
	<lastBuildDate>Thu, 22 Dec 2011 10:03:09 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.1.3</generator>
		<item>
		<title>The Day the Earth Stood Still: Análise Comparativa</title>
		<link>http://argumentistas.org/2009/03/the-day-the-earth-stood-still-analise-comparativa/</link>
		<comments>http://argumentistas.org/2009/03/the-day-the-earth-stood-still-analise-comparativa/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 16 Mar 2009 23:37:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Ribas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise]]></category>
		<category><![CDATA[Dossier]]></category>
		<category><![CDATA[The Day the Earth Stood Still]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://argumentistas.org/?p=437</guid>
		<description><![CDATA[Uma interessante análise comparativa entre as duas versões do filme "The Day the Earth Stood Still" (1951 e 2008).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='series_toc'><h3>Índice: Revista#2</h3><ol><li><a href='http://argumentistas.org/2009/03/editorial-revista-apad-2/' title='Editorial &#8211; Dossier APAD 2'>Editorial &#8211; Dossier APAD 2</a></li><li><a href='http://argumentistas.org/2009/03/nuno-artur-silva-sobre-as-pf/' title='Nuno Artur Silva sobre as PF'>Nuno Artur Silva sobre as PF</a></li><li><a href='http://argumentistas.org/2009/03/adriano-luz-sobre-a-casa-da-criacao/' title='Adriano Luz sobre a Casa da Criação'>Adriano Luz sobre a Casa da Criação</a></li><li><a href='http://argumentistas.org/2009/03/nuno-bernardo-sobre-a-beactive/' title='Nuno Bernardo sobre a beActive'>Nuno Bernardo sobre a beActive</a></li><li><a href='http://argumentistas.org/2009/03/empresas-de-guionistas-directorio/' title='Empresas de guionistas &#8211; directório'>Empresas de guionistas &#8211; directório</a></li><li><a href='http://argumentistas.org/2009/03/alexandre-valente-e-o-seu-second-life/' title='Alexandre Valente e o seu &#8220;Second Life&#8221;'>Alexandre Valente e o seu &#8220;Second Life&#8221;</a></li><li><a href='http://argumentistas.org/2009/03/relatorio-mckee/' title='Relatório McKee'>Relatório McKee</a></li><li><a href='http://argumentistas.org/2009/03/kaufman-vs-mckee/' title='Livros: Kaufman vs. McKee'>Livros: Kaufman vs. McKee</a></li><li><a href='http://argumentistas.org/2009/03/sobre-os-direitos-de-autor-do-argumentista/' title='Sobre os Direitos de Autor do Argumentista'>Sobre os Direitos de Autor do Argumentista</a></li><li>The Day the Earth Stood Still: Análise Comparativa</li><li><a href='http://argumentistas.org/2009/03/italiano-para-principiantes/' title='Italiano para Principiantes: uma luminosa lição de simplicidade narrativa'>Italiano para Principiantes: uma luminosa lição de simplicidade narrativa</a></li><li><a href='http://argumentistas.org/2009/03/faust/' title='Faust'>Faust</a></li></ol></div> <hr />
<p>por Ricardo Oliveira<br />
<span style="font-size: smaller;">(<em>Ricardo Oliveira &eacute; argumentista formado pela Escola Superior de Teatro e Cinema. Argumentista e realizador de duas curtas metragens prepara agora uma terceira. J&aacute; trabalhou no Departamento Criativo da Utopia Filmes e de momento desenvolve projectos na Uzi Filmes.)</em></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.14in;"><img width="317" height="461" class="alignnone size-full wp-image-438" title="day_the_earth_stood_still_1951" src="http://argumentistas.org/wp-content/uploads/day_the_earth_stood_still_1951.jpg" alt="day_the_earth_stood_still_1951" /></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.14in;"><strong>THE DAY THE EARTH STOOD STILL</strong> <br />
1951: Robert Wise (R), Edmund H. North (A) <br />
2008: Scott Derrickson (R), David Scarpa (A)</p>
<h2>Tema e Mensagem<strong><br />
</strong></h2>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.14in;">O original de 1951, produzido no in&iacute;cio do McCartismo, usa o seu subtexto como explora&ccedil;&atilde;o do clima de tens&atilde;o, suspeita e persegui&ccedil;&atilde;o vivido durante a <em>Ca&ccedil;a &agrave;s Bruxas</em> de que os comunistas nos Estados Unidos da Am&eacute;rica eram v&iacute;timas. No fim encontramos uma moral de reconcilia&ccedil;&atilde;o atrav&eacute;s do reconhecimento de que a suspeita &eacute; indevidamente formada numa tens&atilde;o aparente, o que torna a persegui&ccedil;&atilde;o uma ac&ccedil;&atilde;o desadequada e censur&aacute;vel.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.14in;">O remake de 2008 surge no contexto actual de preocupa&ccedil;&atilde;o face &agrave; polui&ccedil;&atilde;o criada pela ra&ccedil;a humana e consequente destrui&ccedil;&atilde;o do planeta, que s&oacute; poder&aacute; ser evitada face &agrave; consciencializa&ccedil;&atilde;o e ac&ccedil;&atilde;o dr&aacute;stica e imediata de toda a ra&ccedil;a humana. O conflito dram&aacute;tico surge com a dificuldade da natureza humana lidar de forma racional e conscienciosa com um problema at&eacute; ao momento em que a nossa exist&ecirc;ncia &eacute; afectada por esse problema.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.14in;">&nbsp;</p>
<h2>An&aacute;lise Estrutural<strong><br />
</strong></h2>
<p class="western" style="padding: 0in 0in 0.01in; margin-bottom: 0.14in;">1&ordm; ACTO</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.14in;"><strong>VERS&Atilde;O 1951:</strong></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.14in;">Os primeiros minutos n&atilde;o nos apresentam um protagonista mas sim uma vis&atilde;o generalizada de um acontecimento, atrav&eacute;s de uma montage que nos mostra a reac&ccedil;&atilde;o a esse acontecimento em v&aacute;rios locais do mundo atrav&eacute;s dos &oacute;rg&atilde;os de Comunica&ccedil;&atilde;o Social (r&aacute;dio, jornais, televis&atilde;o), que ser&atilde;o recorrentes noutros momentos da narrativa, j&aacute; que ser&aacute; atrav&eacute;s deles que a tens&atilde;o e a suspeita s&atilde;o &ldquo;transportados&rdquo; como se fossem um v&iacute;rus. A tens&atilde;o &eacute; o tom em que &eacute; constru&iacute;do o primeiro acto, presente nas express&otilde;es de todos os figurantes da montage inicial e materializada nas palavras do comentador de TV que acompanha os directos do local onde a nave espacial aterrou. O poder militar surge em for&ccedil;a, cercando o OVNI e assumindo a sua posi&ccedil;&atilde;o defensiva instantaneamente e de forma precipitada. O tiro medroso do soldado que fere Klaatu &eacute; um reflexo disso &#8211; o erro causado pela tens&atilde;o previamente estabelecida face ao acontecimento.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.14in;">Sendo a chegada da nave espacial, que acontece nos primeiros minutos de filme, o Inciting Incident da B storyline, o elemento que vem perturbar o equil&iacute;brio do mundo terrestre, o tiro que atinge Klaatu surge na altura em que o Inciting habitualmente acontece, por volta dos quinze minutos de filme. Surge da necessidade de haver um plot point evidente que, ao destabilizar a chegada de Klaatu, sirva de Inciting para o arco da personagem alien&iacute;gena. Perceberemos mais &agrave; frente que &eacute; um falso plot point, j&aacute; que, independentemente do tiro, o desejo de Klaatu em reunir-se com os presidentes das na&ccedil;&otilde;es lhe seria inevitavelmente negado, como nos explica no hospital o secret&aacute;rio do presidente, Harley. Apesar de ser inconsequente para a progress&atilde;o da narrativa, fortalece o subtexto mencionado no par&aacute;grafo anterior, e exp&otilde;e posteriormente as capacidades regeneradoras de Klaatu, reafirmando a origem extra-terrestre da personagem.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.14in;">A impossibilidade de Klaatu se reunir com os l&iacute;deres mundiais leva-o a fugir do hospital militar onde est&aacute; praticamente aprisionado, motivado pelo desejo de perceber melhor a natureza humana.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.14in;"><strong>VERS&Atilde;O 2008:</strong></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.14in;">O protagonista nesta vers&atilde;o &eacute; Helen Benson. &Eacute; feito um set up para a sua personagem e &eacute; do ponto de vista dela que ao longo do 1&ordm; acto nos &eacute; apresentada a situa&ccedil;&atilde;o de amea&ccedil;a sobre o planeta Terra. O 1&ordm; acto lida maioritariamente com a atitude defensiva da ra&ccedil;a humana frente a um evento que n&atilde;o compreende. &Eacute; com base nesta faceta da natureza humana que Klaatu adopta a forma de um homem, para que os humanos n&atilde;o reajam a medo. Helen evidencia-se enquanto protagonista pela sua tomada de posi&ccedil;&atilde;o em rela&ccedil;&atilde;o ao alien&iacute;gena. &Eacute; ela que, contra as ordens da secret&aacute;ria de defesa Jackson, injecta Klaatu com uma solu&ccedil;&atilde;o salina inofensiva.</p>
<p class="western" style="padding: 0in 0in 0.01in; margin-bottom: 0.14in;">2&ordm; ACTO</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.14in;"><strong>1951:</strong></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.14in;">Na passagem do 1&ordm; para o 2&ordm; acto, voltamos a assistir a uma montage de not&iacute;cias. O homem do espa&ccedil;o escapou, est&aacute; &agrave; solta e &eacute; descrito como uma amea&ccedil;a. Este &eacute; o problema dram&aacute;tico, vivido pelo ponto de vista do perseguido. Na primeira vez que encontramos o grupo de personagens que v&atilde;o interagir na pens&atilde;o com Klaatu ao longo do segundo acto, est&atilde;o tamb&eacute;m como as personagens que vimos no inicio do filme, deixando-se influenciar pela propaganda anti-alien&iacute;gena que lhes &eacute; comunicada atrav&eacute;s da r&aacute;dio e dos jornais. Vemos isso materializado na conversa ao pequeno-almo&ccedil;o. Esta cena mostra-nos de forma literal como o elemento estranho (Extra-terrestre/Comunista) que suscita desconforto, suspeita e atitudes agressivas no cidad&atilde;o comum, &eacute; no fundo algu&eacute;m que se senta &agrave; mesa connosco e que &eacute; for&ccedil;ado a esconder a sua verdadeira natureza pois sabe &agrave; partida que ser&aacute; v&iacute;tima de preconceito.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.14in;">O 2&ordm; acto mostra-nos paralelamente o descobrir da personalidade pac&iacute;fica de Klaatu, atrav&eacute;s da empatia criada entre ele e o mi&uacute;do Bobby, o filho de Helen que vive na pens&atilde;o onde Klaatu est&aacute; hospedado, ao mesmo tempo que o clima de suspeita generalizada e exagerada (relatos contradit&oacute;rios sobre a apar&ecirc;ncia do extra-terrestre que ridicularizam essa suspeita) cresce. A suspeita sobre Klaatu surge na forma de Helen e Tom que avisam Bobby a manter-se afastado de &ldquo;Mr. Carpenter&rdquo;, depois deste receber a visita de um agente governamental que o escolta at&eacute; casa do Prof. Barnhadt.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.14in;">Na conversa com o Prof. Bardhardt &eacute; discutido um outro medo generalizado e muito popular da altura: a amea&ccedil;a nuclear. No fundo, toda a tens&atilde;o criada entre as duas novas super-pot&ecirc;ncias no p&oacute;s 2&ordf; Guerra Mundial (EUA e Uni&atilde;o Sovi&eacute;tica), nasce da demonstra&ccedil;&atilde;o do poder nuclear que marcou o final do conflito.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.14in;">Quando Helen e Tom descobrem quem Mr. Carpenter &eacute; na realidade e depois da demonstra&ccedil;&atilde;o do poder do alien&iacute;gena que neutraliza toda a electricidade do planeta, &eacute;-nos apresentado um conflito entre o casal humano que eventualmente os separar&aacute;. A atitude de Tom, prontamente decidido a revelar a localiza&ccedil;&atilde;o do alien&iacute;gena aos militares, &eacute; outro elemento que espelha algo comum na sociedade americana da altura quando, de forma muitas vezes oportunista, um nome era dado e um comunista exposto. &Eacute; o plot point que transforma a suspeita na persegui&ccedil;&atilde;o e abre o terceiro acto.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.14in;"><strong>2008:</strong></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.14in;">Tal como no original, o 2&ordm; acto come&ccedil;a com a fuga de Klaatu e a sua entrada no mundo dos humanos. O primeiro contacto &eacute; violento. Assiste a um assassinato e roubo numa esta&ccedil;&atilde;o de comboios. Aos olhos do alien&iacute;gena esse &eacute; um exemplo da natureza violenta e destrutiva dos Homens. No entanto a confian&ccedil;a de Helen Benson demonstrada anteriormente &eacute; suficiente para Klaatu pedir ajuda a esta.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.14in;">Durante o 2&ordm; acto as televis&otilde;es mostram-nos o colapso da ra&ccedil;a humana motivado pelo p&acirc;nico de uma eminente invas&atilde;o alien&iacute;gena. Nas ruas v&ecirc;-se vandalismo e viol&ecirc;ncia. Jacob, o filho adoptivo de Helen, reage tamb&eacute;m de forma agressiva sugerindo que o alien&iacute;gena deveria ser morto.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.14in;">Percebemos o plano de Klaatu e a raz&atilde;o das esferas que surgem em todo o planeta, arcas de No&eacute;, que &ldquo;chamam&rdquo; para si esp&eacute;cimes de todas as ra&ccedil;as animais do planeta excepto a humana.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.14in;">Um major turning point surge quando Helen percebe que Klaatu, ao reanimar um pol&iacute;cia que havia morto momentos antes, tem o poder para impedir o que parece ser a inevit&aacute;vel aniquila&ccedil;&atilde;o da ra&ccedil;a humana. Prop&otilde;e-se a mostrar ao extra-terrestre a capacidade humana de mudan&ccedil;a. A cena com o Prof. Bardhardt exp&otilde;e essa capacidade, por vezes dif&iacute;cil, de tomada de consci&ecirc;ncia face a um problema e a consequente resolu&ccedil;&atilde;o.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.14in;">Quando Helen &eacute; levada pelos helic&oacute;pteros militares, impossibilitando-a de continuar a convencer Klaatu, esse problema e, acima de tudo, a desfragmenta&ccedil;&atilde;o do robot Gort para uma nova entidade antag&oacute;nica indestrut&iacute;vel pelo poder militar, transportam-nos para o 3&ordm; acto.</p>
<p class="western" style="padding: 0in 0in 0.01in; margin-bottom: 0.14in;">3&ordm; ACTO</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.14in;"><strong>1951:</strong></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.14in;">Apesar da ajuda de Helen, Klaatu acaba por ser morto pelos soldados. Helen reactiva o robot-guardi&atilde;o Gort segundo as instru&ccedil;&otilde;es de Klaatu transpondo para este o protagonismo. As palavras &ldquo;Klaatu Barada Nikto&rdquo; que passam de Klaatu para Helen e desta para Gort, ajudam nesse transporte dif&iacute;cil de protagonismo, sem tornar previs&iacute;vel para o espectador o desenvolvimento da hist&oacute;ria. Gort, apresentado no 1&ordm; acto e &ldquo;adormecido&rdquo; ao longo do 2&ordm;, &eacute; o elemento activo que possibilita o desfecho da narrativa.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.14in;"><strong>2008:</strong></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.14in;">Quando Helen e Klaatu se voltam a reencontrar, a transforma&ccedil;&atilde;o dos objectivos personagem do alien&iacute;gena j&aacute; est&aacute; em curso, depois de ter assistido &agrave; mudan&ccedil;a de opini&atilde;o de Jacob em rela&ccedil;&atilde;o a si. O rapaz j&aacute; n&atilde;o o quer matar, mudou e provou a Klaatu que essa capacidade &eacute; real.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.14in;">A sequ&ecirc;ncia final mostra-nos o pre&ccedil;o da neutraliza&ccedil;&atilde;o dos micro-robots e da extin&ccedil;&atilde;o humana. Todas as energias foram eliminadas e a ra&ccedil;a humana tem agora a oportunidade de come&ccedil;ar de novo, atrav&eacute;s de uma segunda pr&eacute;-hist&oacute;ria.</p>
<h2>Resumo Cr&iacute;tico<strong><br />
</strong></h2>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.14in;">Enquanto a vers&atilde;o original de 1951 nos apresenta uma constru&ccedil;&atilde;o estrutural que reflecte subtextualmente a tem&aacute;tica central do filme (McCartismo e persegui&ccedil;&atilde;o aos comunistas) e explora dentro da maioria das cenas e da sua dramaturgia ramifica&ccedil;&otilde;es dessa tem&aacute;tica (a paran&oacute;ia nuclear, a propaganda pol&iacute;tica, a influ&ecirc;ncia dos <em>mass media</em> no cidad&atilde;o, o oportunismo humano), o remake &eacute; maioritariamente estruturado pela exposi&ccedil;&atilde;o superficial de conceitos ecol&oacute;gicos e de no&ccedil;&otilde;es condescendentes sobre a natureza humana, n&atilde;o as dramatizando quer num conceito estrutural, quer na dramaturgia das cenas e das personagens, tornando quase inconsequente a sua mensagem.</p>
 <div class='series_links'><a href='http://argumentistas.org/2009/03/sobre-os-direitos-de-autor-do-argumentista/' title='Sobre os Direitos de Autor do Argumentista'>Artigo anterior</a> <a href='http://argumentistas.org/2009/03/italiano-para-principiantes/' title='Italiano para Principiantes: uma luminosa lição de simplicidade narrativa'>Próximo artigo</a></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://argumentistas.org/2009/03/the-day-the-earth-stood-still-analise-comparativa/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

